maio 1, 2018

3 Formas de abrir oportunidades na sua carreira

Opa! Tudo bom com você? Espero que sim! Hoje eu quero te contar 3 formas de abrir oportunidades na sua carreira. Serão dicas valiosas que irão transformar sua caminhada e lhe dar muitas chances de crescimento.

Acredito que em alguma vez, durante a caminhada empreendedora você tenha se sentido numa ilha das empreendedoras onde só existe você e mais umas duas. (e olhe lá!) É muito fácil isso acontecer, nós estamos perseguindo um objetivo muito específico e que poucas pessoas nos acompanham. Por isso, fica mais difícil nos desenvolver, trabalhar com confiança e crescer. Por isso eu vim aqui te contar 3 formas de abrir oportunidades na sua carreira. Vamos lá?

  1. Ouça quem tem carreira mais consistente e extensa.

Ouvir pode ser uma das melhores partes de um diálogo, sabia? E se o diálogo for com empreendedoras que já têm mais tempo de carreira e a transformaram em resultados positivos através de empreendimentos de sucesso, é melhor ainda. Ouvir suas histórias, dores, prazeres e experiências de trabalho pode abrir sua mente para possibilidades nunca percebidas por você. Claro que nesta conversa você pode e deve falar a sua história! Uma troca de experiências pode lhe dar novas oportunidades de negócio e de transformar positivamente sua jornada para realizar seu sonho.

  1. Conheça as tendências do mercado.

O mercado tende a sofrer mudanças para se adaptar aos novos hábitos de consumo da sociedade como um todo, além de fatores ambientais, públicos, econômicos, enfim. Por isso, é muito importante saber que novas tendências estão surgindo e o que o mercado tem feito para acompanhá-la. Fortes executivas podem informar como elas e sua equipe procedem em relação ao mercado, além dos seus casos de sucesso. Tudo isso pode levar seu business a sair na frente de concorrentes e você ganhar força como empreendedora.

  1. Observe as principais influenciadoras do ambiente digital.

Esta é uma forma de conseguir mais insights sobre os hábitos de consumo do seu nicho, além de conhecer as questões que seu nicho é mais engajado. Relacionando estes dados ao seu negócio, a chance da sua marca ganhar mais evangelizadores, força de marca e posicionamento sólido de mercado é muito grande. Isso por quê o marketing de influência como um todo têm crescido de uma forma enorme e as influenciadoras possuem uma ligação muito forte com seus respectivos nichos. Criar um relacionamento com elas é uma grande oportunidade de crescimento de negócio e saber como elas se comunicam com empresas e público é o primeiro passo para isso.

Tá bom. Mas como eu vou conseguir isso tudo? Eu vou te dizer agora!

Indo atrás de formas ainda mais impactantes de ajudar empreendedoras a conseguirem alcançar seus sonhos, fui inspirada a levar um modelo nunca feito aqui no Brasil para aproximar empreendedoras, futuras empreendedoras, executivas, influenciadoras digitais e amantes do universo do empreendedorismo feminino em um único local. É neste formato que você terá a oportunidade de conversar com grandes empreendedoras, se informar sobre as tendências do mercado através do relato de fortes executivas e conhecer de perto as influenciadoras que estão bombando.

3 formas de abrir oportunidades na sua carreira

Eu quis levar o que nós temos feito com a hashtag #elasonhaelafaz a um outro nível.

O objetivo que temos aqui de inspirar, levar conhecimento e transformar a vida de empreendedoras e futuras empreendedoras, será incorporado a este evento. “Ela Sonha Ela Faz: A Reunião” será um evento de um dia inteiro com direito a café da manhã, almoço e happy hour, onde teremos palestras, conversas, networking valiosos, do início ao fim do dia. Tudo isso em um ambiente preparado para receber você com conforto e espaço. É um projeto grandioso que implemento aqui no Brasil e que pode transformar de forma positiva a vida de várias mulheres que buscam realizar seus sonhos através do empreendedorismo.

Todas as oportunidades que aqui coloco, eu e muitas outras empreendedoras não tiveram. Ao contrário, tiveram pouco incentivo e muitas barreiras para serem quebradas. Por isso, acredito tanto que este evento pode levar toda uma comunidade de mulheres empreendedoras e se desenvolverem e dar espaço a novas gerações que levarão o empoderamento, independência, sororidade e poder econômico a um novo nível.

Espero muito que você tenha absorvido todo o propósito deste evento e o desejo de realização que diversas pessoas estão colocando neste projeto. Será um imenso prazer ter a sua presença no dia 03 de maio, quinta-feira, em São Paulo – SP.

Para mais informações, acesse este site para saber todos os detalhes do evento e quem estará lá. São nomes de peso, já te adianto!

Se você gostou deste conteúdo, não deixe de compartilhar. É uma forma de ajudar outras pessoas a se desenvolverem através do empreendedorismo. Se tem alguma sugestão, dúvida ou crítica, comente aqui embaixo!

Um beijo, tchau!

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abr 2, 2018

Qual é o valor do meu trabalho?

Opa! Tudo bom? Espero que sim!

Vim aqui para conversar e compartilhar algumas experiências minhas no empreendedorismo. Estou nesta jornada há mais de 8 anos e percebo que algumas pessoas se perguntam “Qual é o valor do meu trabalho?”. Essas pessoas têm dúvidas em relação à precificação do seu produto ou serviço.

Sabemos que este é um critério importante na decisão de compra, não é verdade? Então vou dividir com você algumas dicas e informações importantes para você. Vamos lá?

Os negócios estão cada vez mais segmentados e diferenciados. Podemos perceber isso por que o mercado está mais exigente e, por isso, nós como empreendedoras precisamos entender a necessidade do mercado e realizar um trabalho bem específico para atender o nicho. Qual é a novidade nisso? Nenhuma.

Acontece que, com isso, torna-se mais difícil estabelecer um preço que atenda os interesses do negócio e seja justo para o consumidor. Antes, com a baixa diferenciação e baixa personalização de produtos e serviços, não tinha muita diferença entre preços e era fácil definir o valor de um produto e de um serviço. Agora a situação é inversa!

Para responder à pergunta “Qual é o valor do meu trabalho?”, a gente precisa observar alguns pontos em relação ao microambiente e o macroambiente. Se você não sabe o que são micro e macroambiente, leia este texto.

Primeiro: Quanto custa para oferecer este produto/serviço?

Obviamente, há um custo para levar até o cliente um produto ou um serviço. Os custos fixos (aluguel, energia, água, internet…) precisam ser cobertos através de uma média, junto com os custos variáveis (comissão de vendas, por exemplo). Faça uma média destes custos e inclua no preço do seu produto ou serviço.

Segundo: Quanto os meus concorrentes diretos estão cobrando?

Indo para o macroambiente, observe o preço oferecido por seus concorrentes diretos. De acordo com o seu planejamento, trace um valor próximo ao valor de mercado, atendendo ao planejamento interno de competitividade (agressiva ou não). Alguns fatores como tempo de mercado, força de marca e volume de vendas são importantes para definir o preço.

Terceiro: Vamos as ajustes!

Você conseguiu achar um número? Ótimo! Observe se este valor é muito alto. Se for, você precisa diminuir seus custos fixos para manter seu negócio competitivo. Este é o fator que pode ser controlado. Caso não seja viável modificar os custos, avalie se é a hora de diminuir o seu lucro líquido, que é o valor restante da diferença do preço com o custo médio. Pode ser uma forma de se manter ativa.

Além disso, é importante saber como o mercado está e se haverá mudanças que possam influenciar no preço do seu produto ou serviço. Pesquisas de mercado e avaliações internas podem te ajudar neste caso! Pontos como: eventos, poder aquisitivo do cliente, emprego, população, concorrência e novos produtos podem aumentar ou diminuir o preço médio no mercado. Então fique atenta e alinhe o preço do seu produto ou serviço para que fique sempre no nível aceitável para você de competitividade.

Espero muito que este conteúdo tenha ajudado você. Caso tenha mais dúvidas, comente aqui embaixo ou fale comigo nas minhas redes sociais no Youtube, Facebook e Instagram. Gostou do texto? Compartilhe com todas que achar importante receber este conteúdo relevante!

Um beijo, tchau!

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mar 26, 2018

Saiba agora como se planejar e colocar em prática seu negócio!

Opa! Tudo bom com você? Ainda abordando temas que as seguidoras do perfil @elasonhaelafaz, eu vim aqui para compartilhar com vocês como se planejar e colocar em prática seu negócio. É uma dúvida que surge para muitas pessoas que querem começar a empreender, mas não sabem como começar.

O que cresce ainda mais a insegurança e o medo (que eu já abordei aqui no site. Se quiser ler, só entrar neste link). Vamos ao que interessa? Saiba agora como se planejar e colocar em prática seu negócio!

Pra começar, quero que você responda esta pergunta: O que é planejamento empresarial? Sabe dizer? Se você é do time que não sabe (e tudo bem não saber, muitas pessoas ainda não sabem!), então vai aí a resposta: É a ferramenta a sua mão que você tem para observar, monitorar e controlar os objetivos e metas da sua empresa e a visão de empresa num futuro estabelecido (1 ano, 5 anos, 10 anos). Com o planejamento empresarial, você consegue organizar e estruturar a forma de pensar da empresa e controlar melhor as ações baseadas na missão e valores da empresa. Se sua empresa não tem uma missão e nem valores, não dá para empreender! Como pode um business surgir sem um propósito?

Com o planejamento empresarial, você consegue organizar e sistematizar todo o pensamento sobre o business. Olha a sacada! Para nós, que pensamos mil e uma coisas ao mesmo tempo, não é coisa melhor, não é mesmo?

Dentro deste planejamento empresarial, temos três grupos de organização:

  • Estratégico: É onde o pensamento como todo é organizado e sistematizado de acordo com a missão e valores do negócio.
  • Tático: É onde tudo que é gerenciável se encontra: Planejamento de marketing; da produção; do RH; das finanças; plano de ações das atividades meio.
  • Operacional: Aqui é onde fica a mão na massa! Neste grupo fica o planejamento de tudo que precisa ser feito, nível estratégico das operações. Plano de ações específicos por área.

Eu sei que tudo isso parece grande e trabalhoso, mas tenho certeza que você vai ter muito mais produtividade se inserir esta ferramenta no seu empreendimento. Por isso, eu vou explicar todas as etapas do planejamento empresarial para que você saiba como se planejar e colocar em prática seu negócio.]

Saiba agora como se planejar e colocar em prática seu negócio! - image by freepik

Pensar e definir estratégias para o seu negócio também é uma forma de trabalho! Seu empreendimento agradece.

Primeira parte: Concepção

É aqui que nós vamos elaborar a missão e valores do seu empreendimento. Você pode se perguntar “Para quê meu negócio precisa disso?” e eu já te respondo que com isso, sua empresa tem um caminho estabelecido e, assim, podemos saber aonde queremos chegar e por onde vamos seguir.

Procure responder a perguntas como:

  • Qual é o propósito do negócio existir no mercado?
  • Como que você quer que as pessoas vejam, no futuro, a imagem do negócio?
  • Quais são os valores que a empresa vai agregar ao mercado que se estabaleceu?

Com estas perguntas respondidas, você terá, respectivamente, a missão, a visão de futuro e os valores da empresa! E, de quebra, você já sai com um diferencial do empreendimento, coisa que eu falo bastante por aqui e no canal!

Segunda parte: análise do cenário

Você já tem a base do pensamento empresarial já estruturado, parabéns! Agora precisamos observar o que se passa no mercado que sua empresa está inserida. Como se fosse uma “fotografia”, você vai gravar o momento que o espaço que seu negócio ocupa e observar seu ambiente. Este ambiente é divido em duas partes para você não ficar confusa. São esses:

  • Macroambiente: É a parte de fora da empresa. Você não tem controle sobre este ambiente, então muito do que acontece neste campo, acaba influenciando as ações de dentro da empresa. São as questões políticas, econômicas, sociais e tecnológicos. Dentro neste mix de questões, poder haver oportunidades, mas também pode existir ameaças. Por isso a importância da análise.
  • Microambiente: É a parte de dentro da empresa. Aqui você tem controle sobre o que acontece! São as suas potências e fraquezas que dizem sobre o negócio.

Observando esta “fotografia” do mercado, você tem a oportunidade de saber por qual caminho seu empreendimento vai seguir e ter uma base para se planejar. Se você ainda tem dificuldade em observar o macro e microambiente, suas oportunidades, ameaças, pontos fortes e fracos, recomendo você ler este texto aqui.

Terceira parte: elaboração

É aqui que vamos saber qual será o melhor caminho que seu empreendimento vai percorrer. Se existe um caminho mais curto ou não, se há dificuldade ou não em percorrer um caminho. É nesta parte que vamos identificar a visão curta do negócio e a visão estratégica do negócio.

  • Visão curta do negócio: definição direta do produto e serviço que se entrega. Exemplo: a definição de negócio de uma empresa que vende cosméticos: perfumes, sabonetes, itens de maquiagem.
  • Visão estratégica do negócio: definição estratégica: define-se pelos benefícios que serão entregues, além do produto e serviço. Exemplo: definição de negócio de uma empresa que vende cosméticos: beleza; presentes.

Na elaboração também vamos formar os objetivos e estratégias gerais do negócio. Para isso, você precisa responder perguntas como:

  • Como a empresa atuará no cenário, obtendo o melhor desempenho?
  • Como será sua posição nesse mercado dinâmico?
  • Em qual segmento atuará (indústria, comércio, serviços)?
  • Como serão os negócios da empresa, sua atuação geográfica, como se dará seu relacionamento com os fatores políticos, econômicos, sociais, tecnológicos?
  • Vai atuar com uma única unidade (matriz), ou vai ter outras unidades (filiais)?
  • Vai atuar de forma concentrada, vai manter a estabilidade, vai traçar ações para crescer, reduzir seu porte?

Tendo respondido todas as questões sobre os objetivos e estratégias gerais, temos a formação de um pensamento bem mais organizado, não é mesmo? Para ajudar ainda mais, tenho aqui algumas formas de pensar estratégico:

Estratégia de concentração: vai buscar o melhor uso dos recursos que já tem. Por exemplo:

  • Objetivo geral de concentração: manter o mix de produtos – móveis para quarto (cama, criado, guarda roupas) no portfólio de vendas.
  • Estratégia: manter a especialidade da fabricação em projetos e produção de móveis para quarto, mantendo a qualidade e especificidade da empresa.

Estratégia de crescimento: vai buscar o aumento no desempenho, seja por crescimento interno, estrutural, ampliação de recursos. Seja aumentando a forma de atuação no mercado, integração vertical ou horizontal com outras empresas, ou ainda, diversificando seus produtos e serviços. Por exemplo:

  • Objetivo geral de crescimento: aumentar o faturamento em 80% no ano de 2016.
  • Estratégia de crescimento: aumentar dois pontos de vendas dos produtos A, B, C, oferecendo-os em duas novas cidades da região Centro-Oeste.

Estratégia de redução: é a estratégia utilizada quando os resultados estão abaixo do esperado, quando é necessário diminuir a estrutura, aplicar recursos, ou mudar a forma de atuação no mercado. Por exemplo:

  • Objetivos gerais de redução: reduzir as unidades de negócio na região metropolitana da cidade X.
  • Estratégia: fechar as filiais B, C, nas cidades B e C até o mês de dezembro de 2016.

Elaboração dos objetivos e estratégias funcionais

Objetivos e estratégias funcionais são respectivamente o quê e o como cada área funcional da empresa (Marketing, Operações, RH, Finanças) vai despender esforços, visando ao alcance dos objetivos gerais, conforme a natureza dos objetivos e estratégias.

Com esta etapa é provável que você fique um pouco mais tempo organizando os pensamento sobre o negócio, mas saiba que você será extremamente produtiva ao terminar! Aqui você economizará meses de confusão no andamento do seu negócio.

Quarta parte: implantação

Bora para a mão na massa? Já estava na hora, não é mesmo? Depois de tanto organizarmos e estruturarmos o pensamento em forma de estratégia, vamos definir agora a realização dos objetivos e estratégias funcionais que vão nos fazer chegar às metas estabelecidas lá na terceira parte. Mas não é apenas fazer, é preciso monitorar e formar indicadores que vão te mostrar se estamos ou não no caminho certo.

Um indicador, por exemplo é uma meta pontual que você estabeleceu ao querer vender 1000 coxinhas por mês, que custam R$2,00 cada, durante o ano de 2018. Podemos colocar o indicador ” R$2000,00 reais em vendas/mês”, que vai valer até o final de 2018. Simples, né? Com estes indicadores em cada área da empresa (se você ainda não lembra, são as áreas de Marketing, Operações, RH e Finanças), você tem como medir se sua empresa está chegando ou não no objetivo estabelecido lá atrás.

Se você trabalha com colaboradores, é MUITO importante que você, líder, tenha uma posição empreendedora! É você que vai fortalecer os laços entre a empresa e seus objetivos e seus colaboradores. Então, mostre a eles que seus objetivos estão sendo conquistados, se há algo indo contra os resultados, converse com os responsáveis. Deixe todos os envolvidos por dentro do planejamento e insira-os na missão e nos valores da empresa.

Quinta parte: Avaliação e aprendizado

Depois de tudo isso que aconteceu, é hora de reunir, sentar e avaliar o que foi feito, com base nos indicadores da quarta parte. Pode ser que os resultados sejam bem diferentes do que foi planejado. E bem provável que seus indicadores não estejam mostrando um resultado próximo da realidade, então reveja e mude seus indicadores. Pode ser que os resultados estejam próximos ou até superaram as expectativas colocadas no planejamento. Que bom! Compartilhe esta notícia com seus colaboradores e seja uma liderança que incentive a todos que trabalham para que seu sonho continue sendo uma realidade.

Com tudo isso, eu tenho certeza absoluta que você tem capacidade de começar a empreender! Eu espero que este conteúdo tenha ajudado você a dar o seu primeiro passo na carreira empreendedora e que tenha muito mais segurança para realizar seu sonho! Se você gostou deste texto, compartilhe! Você estará ajudando muitas pessoas a empreender e realizar seus sonhos. Caso tenha algo para comentar, só ir aqui embaixo e soltar o verbo!

Um beijo, tchau!

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mar 19, 2018

Como tirar proveito de uma situação de escassez para empreender?

Opa, tudo bom? Quer saber como tirar proveito de uma situação de escassez para empreender? Cola comigo que eu tenho a dica especial para você. #elasonhaelafaz

Das muitas coisas que nos aproximam, a dor é uma das coisas que mais nos conectam. Pare para observar a seguinte cena: uma criança chorando por ter caído da sua mão o seu doce favorito. Dá ou não dá uma vontade de consolá-la, de ajudá-la de alguma forma? No exemplo mais simples, já podemos perceber que a dor nos aproxima. É algo humano, não tem como negar isso.

Estou mencionando a dor como forma de união porque além disso, a dor também é um caminho para empreender. Tendo um ponto de vista otimista e com posicionamento assertivo, é possível tirar proveito de uma situação de escassez para oferecer um serviço ou produto que atenda aquele nicho que vive a situação.

São nestes momentos em que a sua capacidade de se sensibilizar com o outro pode ser uma grande aliada para que novos modelos de negócios surjam e atendam de forma criativa um grupo que relata uma necessidade. Foi o caso de Adriana Barbosa, fundadora da Feira Preta, que viu há 16 anos uma ausência de visibilidade da indústria criativa relacionado à estética negra e se dispôs a criar um ambiente apropriado para que mais pessoas tenham acesso a este tipo de cultura. Como ela mesmo fala: “na escassez, se reinvente”.

Adriana Barbosa - foto tirada por Thays Bittar

Adriana Barbosa e o legado de reinventar na escassez! Foto: Thays Bittar

Isso diz muito também que não é só no ambiente oportuno e privilegiado que podemos criar e inventar. Em todo momento, existe a oportunidade para ser inventiva e oferecer para um nicho um serviço que realmente supra as necessidades e anseios, de forma inovadora. E assim, todo o resto vai progredindo quando você achar a paixão na sua criação, na sua invenção, na sua oportunidade de empreender (Quem já empreende sabe do que eu estou falando, não é mesmo?).

Recapitulando, vimos aqui que a dor do outro é uma forma de encontrarmos uma oportunidade de empreender. Mas para isso, temos que ter a sensibilidade de olhar com atenção para a dor do outro (outro no sentido de um grupo que compartilham uma mesma necessidade) e uma visão otimista e comportamento assertivo. Mas para quê isso, Patricia? Não adianta você ter a capacidade de sentir empatia e não ver uma forma de ajudar. Assim, você só afirma a dor do outro e não busca a melhora.

Com todo o ambiente pronto, é hora de deixar se manifestar toda a sua força criativa e inventiva! Se reinvente, crie, pense, sinta! Sua oportunidade de empreender está em próximo de você. Quando encontrá-la, você saberá, pois é ali que sua paixão em realizar está e o bichinho do empreendedorismo já te mordeu. Com isso, minha querida, você já tem uma chance bem grande para fazer diferença no mercado. Você sonhou, você faz!

É isso, meu povo. Espero muito que este conteúdo tenha ajudado. Se você gostou, compartilhe com aquelas ou aqueles que você acha importante. Será uma ótima forma de ajudar estas pessoas a realizar seus sonhos através do empreendedorismo. Se você tem algo a dizer sobre o texto, comente aqui embaixo. Terei o prazer em ler!

Um beijo, tchau!

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mar 14, 2018

Como organizar a produção do meu produto?

Opa, meu povo! Tudo bom com vocês? A pergunta “Como organizar a produção do meu produto?” é ainda sem resposta para as pessoas. Mas aqui, vou te dar umas dicas para organizar seu negócio da forma mais adequada. Vem ver!

De uns tempos para cá, temos percebido muitas mudanças tecnológicas, não é mesmo? No nosso cotidiano, a gente consegue observar as inovações e novos produtos que estão em lançamento. De forma geral, podemos ver que são apresentadas diversas possibilidades de produtos, numa escala reduzida.

Você tem muitas opções de produtos, mas tem pouco estoque por aí. Isso se dá pelo comportamento mais criterioso do consumidor, que direciona a forma que lidamos com bens e serviços e impulsiona transformações no modo de produção.

Agora, partindo para o seu negócio ou futuro negócio, fica a dúvida: Como organizar a produção do meu produto? Vou te dar algumas dicas e depois você observa qual é a melhor forma para o seu business. Vamos lá?

A primeira forma de produção é umas das primeiras formas concebidas. Lá no início da Revolução Industrial, um dono de fábrica de carros pensou numa forma bem legal de produzir seus carros.

Através de três conceitos, ele formou uma linha de produção rápida, produtos bem mais baratos e acessíveis, mas que tinha pouquíssima possibilidade de customização. Os três conceitos são:

  • Intensificação: Diminuir o tempo de produção, fazendo com que o trabalho vá até o colaborador.
  • Economicidade: O objetivo era diminuir o estoque de produtos feitos diminuindo a quantidade de etapas da produção até o consumidor (integração vertical) e aumentar os centros de distribuição e espalhar pelo território (integração horizontal).
  • Produtividade: Era importante ter um trabalhador especializado numa função para aumentar a produção.

Dessa forma, se fazia muito, em pouco tempo, com custo mais baixo, mas com pouca possibilidade de mudanças no produto final.

Henry Ford - Fordismo - #elasonhaelafaz image by http://leandronazareth.blogspot.com.br

Olha o tal dono de fábrica de carros! O nome dele é Henry Ford.

Depois de muitas experiências, testes e a própria mudança de comportamento do consumidor em geral, foi percebendo que o produto com alta possibilidade de customização e alinhado a ideais como sustentabilidade e inclusão social, por exemplo.

E no lado de quem produz, foi se questionando muito mais o valor do trabalho, no sentido de reconhecer um significado que dê importância ao trabalho realizado, além da possibilidade de contribuição intelectual e no conhecimento formado no ambiente de trabalho.

Resumindo, a inovação é um dos pontos de regem o mercado atualmente. Mas como levar estes conceitos para o negócio recém-aberto ou ainda na fase de projeto? É bem simples! Tem alguns conceitos que podem te ajudar:

  • Organização corporativa mais horizontal: Com muitas etapas na tomada de decisão, o processo fica mais burocrático e não dá espaço para novas ideias e conhecimento da base, que é quem bota a mão na massa. Por isso, foi pensado num conceito organizacional mais horizontal. O conceito se distancia da verticalidade e deixa a empresa mais informal, onde todos as pessoas se unem para tomada de decisões e contribui com o que sabe. É um espaço mais democrático, interessante para o colaborador, que se sente importante e melhor para surgirem novas ideias.
  • Flexibilidade de trabalho: Ficar preso a uma função por muito tempo acaba desanimando o colaborador. Aliás, hoje em dia, todo mundo fica desanimado com uma situação dessas, né? Nós, empreendedoras, mais ainda! Nada de ficar na mesmice. A ideia é flexibilizar as funções com a equipe para que todos saibam sobre o resultado do trabalho, poder conhecer todo o processo e contribuir com soluções que melhorem a produção.
  • Trabalho em equipe: A união de colaboradores para um objetivo em comum foi vista como uma forma de alcançar o sucesso. Através da atenção com outro, liberdade para discussão, alto comprometimento com a equipe, facilidade para tomar decisões em equipe, é possível formar um ambiente de trabalho mais produtivo para o negócio e mais motivador para os colaboradores.
brainstorming - image by freepik

Organizações horizontais: Mais ideias, menos burocracia!

Com as diversas possibilidades tecnológicas, é possível atuar de forma mais horizontal, atender os nichos com mais atenção à suas necessidades e construir uma imagem corporativa mais alinhada aos anseios da sociedade. Lembrando que aqui neste texto eu trouxe duas formas BEM distintas e que entre elas há outras formas que foram pensadas ao longo do tempo e das mudanças no mundo.

Ache nestas ideias, uma forma que você ache que vai dar certo com a proposta do empreendimento e mão na massa! Com a ação, você vai descobrindo desafios e soluções para o seu business.

E aí, gostou do texto? Espero que sim! Compartilhe este conteúdo com outras empreendedoras e ajude-as a também conseguirem realizar seus sonhos através do empreendedorismo. Tem alguma dica, crítica ou elogio? Comente aqui embaixo que eu estou sempre de olho!

Um beijo, tchau!

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