abr 2, 2018

Qual é o valor do meu trabalho?

Opa! Tudo bom? Espero que sim!

Vim aqui para conversar e compartilhar algumas experiências minhas no empreendedorismo. Estou nesta jornada há mais de 8 anos e percebo que algumas pessoas se perguntam “Qual é o valor do meu trabalho?”. Essas pessoas têm dúvidas em relação à precificação do seu produto ou serviço.

Sabemos que este é um critério importante na decisão de compra, não é verdade? Então vou dividir com você algumas dicas e informações importantes para você. Vamos lá?

Os negócios estão cada vez mais segmentados e diferenciados. Podemos perceber isso por que o mercado está mais exigente e, por isso, nós como empreendedoras precisamos entender a necessidade do mercado e realizar um trabalho bem específico para atender o nicho. Qual é a novidade nisso? Nenhuma.

Acontece que, com isso, torna-se mais difícil estabelecer um preço que atenda os interesses do negócio e seja justo para o consumidor. Antes, com a baixa diferenciação e baixa personalização de produtos e serviços, não tinha muita diferença entre preços e era fácil definir o valor de um produto e de um serviço. Agora a situação é inversa!

Para responder à pergunta “Qual é o valor do meu trabalho?”, a gente precisa observar alguns pontos em relação ao microambiente e o macroambiente. Se você não sabe o que são micro e macroambiente, leia este texto.

Primeiro: Quanto custa para oferecer este produto/serviço?

Obviamente, há um custo para levar até o cliente um produto ou um serviço. Os custos fixos (aluguel, energia, água, internet…) precisam ser cobertos através de uma média, junto com os custos variáveis (comissão de vendas, por exemplo). Faça uma média destes custos e inclua no preço do seu produto ou serviço.

Segundo: Quanto os meus concorrentes diretos estão cobrando?

Indo para o macroambiente, observe o preço oferecido por seus concorrentes diretos. De acordo com o seu planejamento, trace um valor próximo ao valor de mercado, atendendo ao planejamento interno de competitividade (agressiva ou não). Alguns fatores como tempo de mercado, força de marca e volume de vendas são importantes para definir o preço.

Terceiro: Vamos as ajustes!

Você conseguiu achar um número? Ótimo! Observe se este valor é muito alto. Se for, você precisa diminuir seus custos fixos para manter seu negócio competitivo. Este é o fator que pode ser controlado. Caso não seja viável modificar os custos, avalie se é a hora de diminuir o seu lucro líquido, que é o valor restante da diferença do preço com o custo médio. Pode ser uma forma de se manter ativa.

Além disso, é importante saber como o mercado está e se haverá mudanças que possam influenciar no preço do seu produto ou serviço. Pesquisas de mercado e avaliações internas podem te ajudar neste caso! Pontos como: eventos, poder aquisitivo do cliente, emprego, população, concorrência e novos produtos podem aumentar ou diminuir o preço médio no mercado. Então fique atenta e alinhe o preço do seu produto ou serviço para que fique sempre no nível aceitável para você de competitividade.

Espero muito que este conteúdo tenha ajudado você. Caso tenha mais dúvidas, comente aqui embaixo ou fale comigo nas minhas redes sociais no Youtube, Facebook e Instagram. Gostou do texto? Compartilhe com todas que achar importante receber este conteúdo relevante!

Um beijo, tchau!

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mar 28, 2018

Você é capaz de se desenvolver!

Opa! Olha eu aqui, mais uma vez. Tudo bom? Eu ainda estou montando conteúdo baseado nas dificuldades que as seguidoras do perfil @elasonhaelafaz me mandaram via Direct e agradeço muito pela confiança. Se você ainda não viu o último texto da série, clique aqui.

Algumas pessoas vieram falar comigo que sentem dificuldade em se desapegar do medo de fracasso e acabam nem tentando abrir seu empreendimento que sonhou. Outras pessoas reconhecem que há possibilidade de mudança interna e querem saber como fazer isso. Por isso, eu vim compartilhar com vocês um pouco da minha experiência e das pesquisas que venho fazendo durante a minha carreira no empreendedorismo. Vamos ao que interessa?

Você é capaz de se desenvolver! Começo este texto com esta frase, como uma forma de te levantar e que você fique curiosa também rs.

Muitas de nós crescemos na infância com o conceito estabelecido de que você “é assim” e que não mudará. Se você é boa em matemática, você é boa e ponto. Se você é ruim em química, não há como mudar. Isso se fortalece com a grande pressão em “ser alguém” e provar suas capacidades através de notas de provas, formas de agir etc.

Agora tente lembrar de uma pessoa que é incrível em algo. Será que esta pessoa teve facilidade em chegar a este patamar? Para aqueles que pensam como falei anteriormente, sim. Mas e se eu disser que o esforço, o treinamento e a motivação pode ter levado esta pessoa a ter este reconhecimento? Que esta pessoa também sentiu dificuldade em alguma coisa na sua vida, mas que não viu como o fim da linha e sim como uma etapa de aprendizado? Que não se preocupou com um julgamento de suas capacidades e foi buscar recursos para se desenvolver?

Bom, estas duas configurações mentais são mencionadas no conceito de Mindset (ou configuração mental), que a autora Carol Dweck publicou em seu livro chamado “Mindset: A nova psicologia do sucesso” e que vemos muito em grupos de conversas sobre empreendedorismo. O que foi percebido por Carol é que, o ambiente que nos rodeia tem grande influência no nosso desenvolvimento e que a forma que lidamos com este ambiente reflete em um desenvolvimento da nossa inteligência, da personalidade e da moral. Fatores genéticos também são fatores que incidem sobre nós, mas a nossa configuração mental é importante para o nosso crescimento.

Você é capaz de se desenvolver! - image by freepik

Você é capaz de se desenvolver! – image by freepik

O primeiro exemplo de lidar com o ambiente é chamado por ela de Mindset fixo. Essa configuração nos leva a pensar que ou somos inteligentes ou somos burros em algo, que teremos sucesso ou não, que ganharemos ou não em algo que, às vezes, nem tentamos realizar. Como temos um valor definido em relação à nossa inteligência, temos sempre que colocar à prova para sabermos se o que temos é saudável. Dessa forma, a pessoa com Mindset fixo se compara com outras pessoas, se julga e ouve o julgamos alheio e vê a vulnerabilidade como algo ameaçador.

Em contrapartida, temos o Mindset de crescimento. É esta configuração mental que nos leva a acreditar que um problema não nos limita e que é possível cultivar qualidades básicas através do esforço. Isso não quer dizer que estas pessoas acham que qualquer um pode ser qualquer coisa! Apenas sabem que, dentro deles, há capacidade de se desenvolver e crescer. Estas pessoas se importam pouco ou nada com comparações e julgamentos, por saber que cada pessoa tem uma história e pode seguir caminhos únicos no crescimento próprio.

Minsets fixed (fixo) e Mindset growth (de crescimento)

Percebe que a situação que identifica cada mindset é o obstáculo? Pois é. É nessa situação que vemos uma pessoa desistir ou adaptar sua rotina para se desenvolver e resolver o problema.

Mas aí você pode se perguntar: Como que eu consigo ter um mindset de crescimento?

As pessoas que possuem o mindset de crescimento em alguma questão da sua vida sabem se perceber. Elas conseguem saber o que as irrita, o que as fazem felizes e o que as motivam, por exemplo. Através desta percepção, analisam o ambiente e buscam recursos para desenvolver uma capacidade. A autopercepção é fundamental no autodesenvolvimento!

Agora que você sabe os dois tipos de mindsets, quero deixar um lembrete MUITO importante. As pessoas não possuem só o mindset de crescimento ou só o mindset fixo. Vivemos muitos paralelos (profissão, social, pessoal) e podemos ter configurações diferentes para cada parte da vida. Uma pessoa pode ter um mindset fixo na vida escolar e pode ter um mindset de crescimento na vida social, por exemplo. Isso é importante saber porque é bem provável que você crie uma cobrança excessiva sobre você mesma ao querer buscar o “ideal” de mindset para todas as vias da sua vida. O resultado de um mindset de crescimento vem com motivação, esforço, paixão, treinamento e tempo. Dependendo da situação, muito tempo.

A sacada do mindset é se perceber sempre, e buscar estabelecer, pouco a pouco, uma crença que não te limite, mas que te dê possibilidade de buscar recursos para se desenvolver e realizar feitos de grande importância pra você (os grandes e os pequenos também).

Este conteúdo foi realizado com muito carinho para que você consiga colocar seu sonho no papel e, principalmente, se mexer e fazer acontecer! Levará o tempo que for preciso e será muito rico para a sua vida.

Se você gostou do texto, compartilhe com todas as pessoas que achar importante. Assim você vai ajudar outras pessoas a realizarem seus sonhos. Comente aqui embaixo se quiser deixar mais dicas, críticas ou só um alô.

Um beijo, tchau!

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mar 26, 2018

Saiba agora como se planejar e colocar em prática seu negócio!

Opa! Tudo bom com você? Ainda abordando temas que as seguidoras do perfil @elasonhaelafaz, eu vim aqui para compartilhar com vocês como se planejar e colocar em prática seu negócio. É uma dúvida que surge para muitas pessoas que querem começar a empreender, mas não sabem como começar.

O que cresce ainda mais a insegurança e o medo (que eu já abordei aqui no site. Se quiser ler, só entrar neste link). Vamos ao que interessa? Saiba agora como se planejar e colocar em prática seu negócio!

Pra começar, quero que você responda esta pergunta: O que é planejamento empresarial? Sabe dizer? Se você é do time que não sabe (e tudo bem não saber, muitas pessoas ainda não sabem!), então vai aí a resposta: É a ferramenta a sua mão que você tem para observar, monitorar e controlar os objetivos e metas da sua empresa e a visão de empresa num futuro estabelecido (1 ano, 5 anos, 10 anos). Com o planejamento empresarial, você consegue organizar e estruturar a forma de pensar da empresa e controlar melhor as ações baseadas na missão e valores da empresa. Se sua empresa não tem uma missão e nem valores, não dá para empreender! Como pode um business surgir sem um propósito?

Com o planejamento empresarial, você consegue organizar e sistematizar todo o pensamento sobre o business. Olha a sacada! Para nós, que pensamos mil e uma coisas ao mesmo tempo, não é coisa melhor, não é mesmo?

Dentro deste planejamento empresarial, temos três grupos de organização:

  • Estratégico: É onde o pensamento como todo é organizado e sistematizado de acordo com a missão e valores do negócio.
  • Tático: É onde tudo que é gerenciável se encontra: Planejamento de marketing; da produção; do RH; das finanças; plano de ações das atividades meio.
  • Operacional: Aqui é onde fica a mão na massa! Neste grupo fica o planejamento de tudo que precisa ser feito, nível estratégico das operações. Plano de ações específicos por área.

Eu sei que tudo isso parece grande e trabalhoso, mas tenho certeza que você vai ter muito mais produtividade se inserir esta ferramenta no seu empreendimento. Por isso, eu vou explicar todas as etapas do planejamento empresarial para que você saiba como se planejar e colocar em prática seu negócio.]

Saiba agora como se planejar e colocar em prática seu negócio! - image by freepik

Pensar e definir estratégias para o seu negócio também é uma forma de trabalho! Seu empreendimento agradece.

Primeira parte: Concepção

É aqui que nós vamos elaborar a missão e valores do seu empreendimento. Você pode se perguntar “Para quê meu negócio precisa disso?” e eu já te respondo que com isso, sua empresa tem um caminho estabelecido e, assim, podemos saber aonde queremos chegar e por onde vamos seguir.

Procure responder a perguntas como:

  • Qual é o propósito do negócio existir no mercado?
  • Como que você quer que as pessoas vejam, no futuro, a imagem do negócio?
  • Quais são os valores que a empresa vai agregar ao mercado que se estabaleceu?

Com estas perguntas respondidas, você terá, respectivamente, a missão, a visão de futuro e os valores da empresa! E, de quebra, você já sai com um diferencial do empreendimento, coisa que eu falo bastante por aqui e no canal!

Segunda parte: análise do cenário

Você já tem a base do pensamento empresarial já estruturado, parabéns! Agora precisamos observar o que se passa no mercado que sua empresa está inserida. Como se fosse uma “fotografia”, você vai gravar o momento que o espaço que seu negócio ocupa e observar seu ambiente. Este ambiente é divido em duas partes para você não ficar confusa. São esses:

  • Macroambiente: É a parte de fora da empresa. Você não tem controle sobre este ambiente, então muito do que acontece neste campo, acaba influenciando as ações de dentro da empresa. São as questões políticas, econômicas, sociais e tecnológicos. Dentro neste mix de questões, poder haver oportunidades, mas também pode existir ameaças. Por isso a importância da análise.
  • Microambiente: É a parte de dentro da empresa. Aqui você tem controle sobre o que acontece! São as suas potências e fraquezas que dizem sobre o negócio.

Observando esta “fotografia” do mercado, você tem a oportunidade de saber por qual caminho seu empreendimento vai seguir e ter uma base para se planejar. Se você ainda tem dificuldade em observar o macro e microambiente, suas oportunidades, ameaças, pontos fortes e fracos, recomendo você ler este texto aqui.

Terceira parte: elaboração

É aqui que vamos saber qual será o melhor caminho que seu empreendimento vai percorrer. Se existe um caminho mais curto ou não, se há dificuldade ou não em percorrer um caminho. É nesta parte que vamos identificar a visão curta do negócio e a visão estratégica do negócio.

  • Visão curta do negócio: definição direta do produto e serviço que se entrega. Exemplo: a definição de negócio de uma empresa que vende cosméticos: perfumes, sabonetes, itens de maquiagem.
  • Visão estratégica do negócio: definição estratégica: define-se pelos benefícios que serão entregues, além do produto e serviço. Exemplo: definição de negócio de uma empresa que vende cosméticos: beleza; presentes.

Na elaboração também vamos formar os objetivos e estratégias gerais do negócio. Para isso, você precisa responder perguntas como:

  • Como a empresa atuará no cenário, obtendo o melhor desempenho?
  • Como será sua posição nesse mercado dinâmico?
  • Em qual segmento atuará (indústria, comércio, serviços)?
  • Como serão os negócios da empresa, sua atuação geográfica, como se dará seu relacionamento com os fatores políticos, econômicos, sociais, tecnológicos?
  • Vai atuar com uma única unidade (matriz), ou vai ter outras unidades (filiais)?
  • Vai atuar de forma concentrada, vai manter a estabilidade, vai traçar ações para crescer, reduzir seu porte?

Tendo respondido todas as questões sobre os objetivos e estratégias gerais, temos a formação de um pensamento bem mais organizado, não é mesmo? Para ajudar ainda mais, tenho aqui algumas formas de pensar estratégico:

Estratégia de concentração: vai buscar o melhor uso dos recursos que já tem. Por exemplo:

  • Objetivo geral de concentração: manter o mix de produtos – móveis para quarto (cama, criado, guarda roupas) no portfólio de vendas.
  • Estratégia: manter a especialidade da fabricação em projetos e produção de móveis para quarto, mantendo a qualidade e especificidade da empresa.

Estratégia de crescimento: vai buscar o aumento no desempenho, seja por crescimento interno, estrutural, ampliação de recursos. Seja aumentando a forma de atuação no mercado, integração vertical ou horizontal com outras empresas, ou ainda, diversificando seus produtos e serviços. Por exemplo:

  • Objetivo geral de crescimento: aumentar o faturamento em 80% no ano de 2016.
  • Estratégia de crescimento: aumentar dois pontos de vendas dos produtos A, B, C, oferecendo-os em duas novas cidades da região Centro-Oeste.

Estratégia de redução: é a estratégia utilizada quando os resultados estão abaixo do esperado, quando é necessário diminuir a estrutura, aplicar recursos, ou mudar a forma de atuação no mercado. Por exemplo:

  • Objetivos gerais de redução: reduzir as unidades de negócio na região metropolitana da cidade X.
  • Estratégia: fechar as filiais B, C, nas cidades B e C até o mês de dezembro de 2016.

Elaboração dos objetivos e estratégias funcionais

Objetivos e estratégias funcionais são respectivamente o quê e o como cada área funcional da empresa (Marketing, Operações, RH, Finanças) vai despender esforços, visando ao alcance dos objetivos gerais, conforme a natureza dos objetivos e estratégias.

Com esta etapa é provável que você fique um pouco mais tempo organizando os pensamento sobre o negócio, mas saiba que você será extremamente produtiva ao terminar! Aqui você economizará meses de confusão no andamento do seu negócio.

Quarta parte: implantação

Bora para a mão na massa? Já estava na hora, não é mesmo? Depois de tanto organizarmos e estruturarmos o pensamento em forma de estratégia, vamos definir agora a realização dos objetivos e estratégias funcionais que vão nos fazer chegar às metas estabelecidas lá na terceira parte. Mas não é apenas fazer, é preciso monitorar e formar indicadores que vão te mostrar se estamos ou não no caminho certo.

Um indicador, por exemplo é uma meta pontual que você estabeleceu ao querer vender 1000 coxinhas por mês, que custam R$2,00 cada, durante o ano de 2018. Podemos colocar o indicador ” R$2000,00 reais em vendas/mês”, que vai valer até o final de 2018. Simples, né? Com estes indicadores em cada área da empresa (se você ainda não lembra, são as áreas de Marketing, Operações, RH e Finanças), você tem como medir se sua empresa está chegando ou não no objetivo estabelecido lá atrás.

Se você trabalha com colaboradores, é MUITO importante que você, líder, tenha uma posição empreendedora! É você que vai fortalecer os laços entre a empresa e seus objetivos e seus colaboradores. Então, mostre a eles que seus objetivos estão sendo conquistados, se há algo indo contra os resultados, converse com os responsáveis. Deixe todos os envolvidos por dentro do planejamento e insira-os na missão e nos valores da empresa.

Quinta parte: Avaliação e aprendizado

Depois de tudo isso que aconteceu, é hora de reunir, sentar e avaliar o que foi feito, com base nos indicadores da quarta parte. Pode ser que os resultados sejam bem diferentes do que foi planejado. E bem provável que seus indicadores não estejam mostrando um resultado próximo da realidade, então reveja e mude seus indicadores. Pode ser que os resultados estejam próximos ou até superaram as expectativas colocadas no planejamento. Que bom! Compartilhe esta notícia com seus colaboradores e seja uma liderança que incentive a todos que trabalham para que seu sonho continue sendo uma realidade.

Com tudo isso, eu tenho certeza absoluta que você tem capacidade de começar a empreender! Eu espero que este conteúdo tenha ajudado você a dar o seu primeiro passo na carreira empreendedora e que tenha muito mais segurança para realizar seu sonho! Se você gostou deste texto, compartilhe! Você estará ajudando muitas pessoas a empreender e realizar seus sonhos. Caso tenha algo para comentar, só ir aqui embaixo e soltar o verbo!

Um beijo, tchau!

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mar 23, 2018

6 dicas importantes para você que está vivendo um momento de fracasso

Opa, tudo bom? Espero que sim! Depois de preparar um conteúdo falando sobre inseguranças e medos ao começar a empreender, assunto que as seguidoras do @elasonhaelafaz me mandaram, eu pretendo continuar. Se você ainda não viu o texto passado, clica neste link.

Mas agora, vamos falar de uma etapa difícil na vida das empreendedoras que conseguiram começar a dar os passos no empreendedorismo, mas por algum motivo, o seu negócio não se sustentou.

Vou compartilhar com você algumas dicas importantes para você que está vivendo um momento de fracasso ou se você quer ficar preparada para um momento assim. Vamos lá?

Reveja sua trajetória

Muita coisa aconteceu até o momento do fracasso. As coisas simplesmente “não dão certo”. Por isso, é importante que você consiga enxergar nesta situação um aprendizado que seja valioso para continuar empreendendo. A sua trajetória é cheia de ensinamentos que, na vivência, é bem difícil perceber e refletir. Tire um tempo para você analisar o que pode ser mudado e o que pode continuar.

Modere na cobrança interna!

É bem provável que você esteja se cobrando excessivamente por ter fracassado ou por estar perto disso. Bom, no mundo empreendedor, é preciso mesmo ter este impulso para realizar suas tarefas e ter responsabilidade no empreendimento, mas excessivamente só te paralisa. Se você se sentir à vontade, converse com uma pessoa de confiança e desfaça toda esta carga de culpa e cobrança. Você fez o seu melhor naquele momento!

O velho clichê: Pensamento positivo.

Os clichês são poderosos, não tem jeito! Se tem algo que nos ensina bem por meio de palavras, são os clichês. Então vamos a um que falo bastante por aqui: Alimente seus pensamentos positivos! Eles são essenciais para momentos de resiliência. Você tem um poder aí dentro que pode me mover. Esteja conectada com você e amplifique seus pensamentos positivos!

Busque um “mestre”

Nos momentos de fracasso, é capaz que você duvide de suas habilidades e conhecimento empreendedor. Então vamos trabalhar para nos desenvolver ainda mais? Busque conversar e aprender com pessoas que são na carreira empreendedora e possui mais experiência e conhecimento. Mais de uma mentora? Melhor ainda. O importante é buscar aprender e se desenvolver sempre!

Invista em conhecimento!

Assim como conversar com mentoras, buscar por conta própria aprender sobre algo que você não sabe muito ou desenvolver ainda mais seu ponto forte é um ótimo meio de se reerguer após um fracasso. Você está se fazendo algo para você e vai sair disso tudo muito mais forte!

Viva a fossa!

Pois é. Tá no fundo do poço? Não adianta negar isso dentro de você. Vamos ficar tristes? Vamos. Vamos aceitar o momento? Vamos. Então vamos seguir em frente? POR FAVOR! Viva estas etapas de forma verdadeira para que nenhum pensamento ruim do passado ou receio fique te atormentando. O que passou, passou. O importante disso tudo é tirar um aprendizado de suas experiências, como havia dito lá no começo do texto.

É isso! Quero agradecer a todas que compartilharam suas dificuldades neste momento de fracasso. Sem vocês, este conteúdo não saía! Espero, de verdade, que ajude você a se preparar ainda mais para esta vida empreendedora e que consiga realizar seus sonhos. Fique ligada que estarei fazendo mais conteúdos sobre as dificuldades que compartilharam comigo.

Se você gostou do texto, compartilhe! Você estará ajudando outras pessoas neste momento difícil. Tem mais alguma dica, crítica ou só quer dar um alô pra mim? Comenta aqui embaixo.

Um beijo, tchau!

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mar 21, 2018

Como lidar com a insegurança e o medo ao empreender?

Opa, meu povo! Tudo bem com vocês? Esta semana eu pedi para os seguidores do perfil @elasonhaelafaz (Se você ainda não me segue lá, vamos seguir?) me contassem quais eram mais maiores dificuldades deles ao empreender. Como um dos objetivos de estar aqui é poder ajudar mulheres a realizarem seus sonhos através do empreendedorismo, nada melhor do que ouvi-las. A todas que compartilharam suas histórias, MUITO OBRIGADA! Vocês também me motivam e inspiram, sabia?

Como lidar com a insegurança e o medo ao empreender? Esse é o assunto deste texto e tenho certeza que vai ajudar você a realizar seus sonhos. Vem comigo? #elasonhaelafaz

Bom, voltando ao texto, o que elas mais relataram foi a insegurança e o medo ao começar a empreender e o receio de crescimento. Então, prepara um cantinho confortável, se quiser anotar, pegue papel ou caneta (se você for da antiga como eu), e vamos trocar uma ideia séria juntas.

O que muitas me contaram é o que geralmente acontece com literalmente todas as pessoas em qualquer parte de suas vidas. O novo é algo que ainda assusta as pessoas e é totalmente compreensível. Mas este novo não quer dizer que seja desconhecido! O medo e a insegurança podem ser amenizados com um bom planejamento e organização. Vou deixar organizado aqui tudo o que você precisa saber para lidar com a insegurança e medo ao empreender, através de experiências próprias e muita pesquisa.

Cada negócio é único

Por serem únicos, não adianta fazer comparação com o que você tem e com o que os outros têm. Isso só alimenta a sua fonte de medo e insegurança. Por isso, é importante saber que cada negócio é único e tem seu propósito na sociedade. Este empreendimento veio do seu sonho, um ser ÚNICO e ESPECIAL. Por isso, seu negócio não seria diferente!

Descubra a fonte dos seus medos

Falando em (não) alimentar os medos, precisamos saber da onde veio este medo, esta insegurança. Foi uma experiência sua no passado? Foi algo que você leu ou viu? Conheça a fonte de tudo que te paralisa. Conseguiu achar a sua fonte? Então tente entende-la! É importante observar isso com uma parte de você e que é normal! Compreenda o que faz você sentir insegurança e crie soluções para contorna-la. Enfrentar, geralmente, não é a forma mais eficaz e muito menos mais fácil. Mas, com dedicação e aceitação, você consegue contorna-la e até mesmo diminuí-la.

Planejamento é tudo!

Como estamos lidando com o medo e a insegurança, pensamos em situações hipotéticas por muitas vezes. É importante substituir estes pensamentos limitantes com um bom planejamento do seu negócio. Desta forma, você consegue observar o futuro do seu empreendimento com mais clareza e consegue fazer decisões com mais segurança. Eu tenho um vídeo que pode te ajudar MUITO nessa parte. Vou deixar o link aqui.

Analise sua história empreendedora

Algumas pessoas que compartilharam suas histórias me contaram de fracassos e tentativas de empreender. Eu vejo isso como uma baita coragem! Pensa comigo: Essa pessoa deu o primeiro passo, que já é difícil para algumas, ela se esforçou com as ferramentas e conhecimento que tinha no momento e foi realizar seu sonho. Olha, tá de parabéns! Não deu certo no momento? Que bom! Não era para ser. O importante é observarmos estas tentativas e o fracasso como uma (bela) forma de aprendizado. Por meio de experimentações, você adquiriu informações valiosas para saber qual caminho não seguir e qual caminho seguir desta vez. Por isso, analise com honestidade e sem julgamentos o que você fez nestas tentativas e veja o que você pode mudar e o que pode continuar tentando.

Converse e ouça outras empreendedoras

Trocar ideias sobre o assunto é uma ótima forma de ganhar confiança, sabia? É a oportunidade que você tem de ter novas ideias e novas possibilidades para começar. É o que estamos fazendo neste momento, percebeu? Neste exato momento você está em contato com novas ideias e tem a oportunidade de conversar sobre sua história. Você também tem a possibilidade de ter um ganho de conhecimento ainda maior com o meu curso online, que tem conteúdo que não falo aqui, além de conhecimento exclusivo de Los Angeles, diretamente de empreendedoras consolidadas dos EUA. Vou deixar o link com maiores detalhes aqui.

É isso! Sentir insegurança e medo fazem parte de nós. Mas isso não pode nos paralisar! Temos algo muito especial para realizar: nossos sonhos. Então, reveja o que sente e vamos à ação! Você tem muito para contribuir e tenho certeza que seu sonho vai se realizar.

Se você gostou deste texto, compartilhe com quem quiser! É uma forma de ajudar mais pessoas. Comente aqui embaixo se você tem dúvidas, dicas ou quer só dar um alô mesmo!

Um beijo, tchau!

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