jul 23, 2018

3 meios de ser produtiva em casa

Opa, tudo bom?

Diversos modos de trabalho foram surgindo nos últimos tempos e não recebemos nenhuma instrução sobre isso. Até aí, tudo bem. Coisas da vida. Mas isso não quer dizer que não podemos ensinar umas às outras com suas experiências de vida, não é mesmo?

Por isso, eu quero falar para você que já trabalha de home office ou está prestes a trabalhar desta forma, 3 meios de ser produtiva em casa. Vamos lá?

Eu já havia falado sobre isso neste texto, mas acredito que foi pouco diante da quantidade de pessoas que empreendem, são autônomas e trabalham de casa. Se você ainda não viu, recomendo dar uma lida neste conteúdo junto com este. Para ser produtiva em casa não são necessários grandes feitos, mas também não é difícil procrastinar e perder o foco. Então, o lance é manter a disciplina!

 

Se arrume, é hora de trabalhar!

Quem não tem vivência com home office, com certeza já pensou que uma pessoa que trabalha assim vive de pijamas. Você mesmo deve ter pensado isso, não é mesmo? No entanto, para que você seja produtiva em casa, é importante que você se arrume como se fosse sair para um local de trabalho. Tome seu café antes do horário, se arrume e vá ao trabalho. Mesmo que seja só dois passos de distância. Esta é uma forma de “mudar a chave” da mulher comum para ser a empreendedora de sucesso que você também é.

Arrumou a cama no trabalho? Perdeu seu foco!

Se esconda de serviços domésticos

Se tem uma coisa que pode tirar seu foco é uma tarefa doméstica. Uma coisinha aqui, outra ali e lá se vai sua produtividade. Por isso, procure ou faça um local onde não tenha nada que remeta aos seus afazeres de casa. É uma forma de imersão ao ambiente de trabalho produtividade 10/10.

Aproveite a liberdade para criar seu espaço de trabalho

Parece um tópico que eu falei no último texto, mas não é. Não é, simplesmente, fazer um local de trabalho. Aproveite seu poder dentro da sua casa para criar um ambiente que atenda a sua personalidade e te ajude a ser mais produtiva em casa. Por exemplo, se você é daquelas que prefere um local silencioso e clean, monte um escritório que atenda ao seu modo de trabalhar. Mas se você é daquelas que precisam de estímulos e trabalha com criação, um local mais colorido e tal pode ser bom para você.

 

Espero muito que este conteúdo tenha ajudado! Compartilhe com outras pessoas e ajude-as a realizarem-se profissionalmente. Comente aqui embaixo se você tem alguma crítica, sugestão ou só quer dá um alô.

Um beijo, tchau!

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jul 16, 2018

você pode aplicar o capital de giro no negócio?

Opa! Tudo bom?

Quando o assunto é abrir o próprio negócio, muitas perguntas surgem e, consequentemente, várias dúvidas aparecem, não é mesmo? Mas, como boa amante da mão na massa e acredito que você também seja, vamos realizando enquanto aprendemos. Mas quando o assunto é finanças, não podemos dar o luxo de ir aprendendo com os erros!

Por isso, para que você possa começar seu empreendimento sem perder dinheiro, vou explicar como você pode aplicar o capital de giro no negócio. Vamos lá?

Pra começar, que negócio é esse de capital de giro, Patricia?

É um montante de dinheiro reservado para o período de tempo entre o pagamento dos seus fornecedores e a compra do seu produto/serviço. Os custos além dos fornecedores virão e seu empreendimento precisa estar preparada para cobri-los. Afinal, dinheiro não cai em árvore!

Um ponto muito importante é que para que você comece a formar o capital de giro, é necessário que o controle financeiro do seu negócio esteja em dia! Tem texto falando sobre isso aqui e aqui. Sabendo disso, agora devemos calcular quando precisamos e por quanto tempo vai durar este período até entrar mais dinheiro no caixa.

Mas calma! Saber isso é mais simples do que você pensa.

Para aplicar o capital de giro no negócio, vamos dar uma olhada no prazo que você tem para pagar suas contas. Por exemplo, você deve ter uma parte com 30 dias de prazo e outra parte com 20 dias. Tirando a média, você tem 25 dias de prazo médio das contas a pagar.

Depois disso, vamos ver como você recebe dinheiro das vendas. Existe um prazo para que seus clientes te paguem? Como funciona isso no seu negócio? Por exemplo, sua empresa tem metade dos recebimentos recebidos à vista e outra metade com 30 dias de prazo. Faremos, então, uma média entre estes prazos, que neste caso dá 15 dias de prazo médio de recebimento dos clientes.

Agora podemos saber o período de tempo que o capital de giro deve cobrir seu negócio. Basta encontrarmos a diferença entre o prazo médio de pagamento e o de recebimento, que neste exemplo deu 10 dias.

Agora você tem uma noção da média de tempo que seu negócio fica sem dinheiro girando para poder cobrir seus custos. Falando em custos, ainda falta saber quanto você precisa para cobrir estes 10 dias sem capital e aplicar o capital de giro no negócio.

Começando pelos custos fixos, quais o seu empreendimento possui? Aluguel, conta de água, luz, telefone, internet… Veja quais são os custos que sempre virão e some estes valores. Assim, você terá o custo fixo mensal.

Depois, vamos ver os custos variáveis. Estes são os custos que dependem do movimento do seu negócio, como matéria-prima, impostos de vendas, entre outros. Faça uma estimativa destes gastos.

Agora que você sabe quanto o seu negócio tem de custo fixo e variável, faça uma média diária com a soma destes custos. Quanto por dia sua empresa precisa para manter estes custos pagos? Conseguiu saber? Ótimo! Agora você vai multiplicar este valor diário pelo número de dias do prazo médio de capital, que vimos anteriormente, lembra?

E agora, Patricia. Eu sei quanto é o meu capital de giro?

Falta pouco! Para aplicar o capital de giro no negócio e funcionar e trabalhar bem, precisa ter um estoque mínimo não é mesmo? Imagina se seu estoque acaba antes do previsto? Como você vai vender? Para isso não acontecer, estabeleça o estoque mínimo para que seu empreendimento funcione bem e veja o quanto isso irá te custar. Depois de descoberto o valor, some com a média diária e aí sim você terá o seu capital de giro!

Com estes dados, você terá mais tranquilidade para lidar com os momentos em que não há entrada de dinheiro no caixa e continuar atuando com o que mais gosta! É importante que você continue mantendo o seu controle financeiro em dia para que possa ajustar o capital de giro de acordo com a atividade do seu negócio. Tenho certeza que isso será de grande ajuda para o crescimento do seu sonho!

E aí, gostou do conteúdo? Compartilhe com outras pessoas. Elas podem gostar tanto quanto você! Tem alguma dica ou sugestão? Comente aqui embaixo que terei o prazer em ler!

Um beijo, tchau!

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jul 9, 2018

O remarketing pode ser sua estratégia de marketing digital.

Opa! Tudo bom?

Ao longo desta jornada, tenho visto algumas empreendedoras que estão iniciando, perdidas em como atuar no ambiente digital melhorando as vendas do seu business. A gente estuda, teoriza, mas na hora do vamos ver, fica só olhando para a tela do pc, não é mesmo?

Por isso, eu venho aqui para mostrar que o remarketing pode ser sua estratégia de marketing digital, explicando da teoria à prática. Vamos lá?

Primeiramente, eu vou explicar o que é remarketing. É uma estratégia que consiste em melhorar o tráfego do seu e-commerce e atuar induzindo o cliente a comprar seus produtos, passando por etapas como aprendizado, descoberta, consideração e decisão. Principalmente as duas últimas etapas. Se a pessoa chegou até a sua loja online, é por que ela já descobriu que você existe e, provavelmente conhece por alto o seu produto ou serviço.

Mas voltando, é com o remarketing que você garante que o indivíduo passe por estas etapas até chegar na decisão de compra. Mas como que é possível fazer isso?

Hoje, as plataformas digitais promovem diversas possibilidades de uso para os posts patrocinados. Publicar e gerar engajamento de forma orgânica é fundamental, mas sem uma estratégia clara de campanhas patrocinadas, seu esforço será bem maior. Por isso, o remarketing pode ser sua estratégia de marketing digital.

Para começar, você precisa observar o tráfego do seu e-commerce. O google analytics é uma plataforma gratuita que fornece dados de tráfego do seu site. Se você ainda não conhece, clica no link acima para saber mais!

Com informações como taxa de abandono, tempo de tráfego, páginas mais visitadas, dados demográficos, entre outras informações, é possível identificar que grupo de pessoas está perto de comprar seu produto, ou que ainda estão conhecendo seu negócio. Com essas conclusões e grupos estabelecidos, vamos ao que interessa: remarketing na prática!

Com alguns padrões observados, é hora de montar nossos anúncios.

Para começar, vamos observar quais são as páginas mais relevantes que merecem estar nos anúncios. Não adianta fazer um anúncio de remarketing usando a homepage do seu e-commerce. Motivo? Não tem ação específica e clara. É fundamental em toda e qualquer ação de comunicação uma ação, uma intenção clara e específica. Assim, as chances do receptor entender sua mensagem são maiores. Por exemplo, se eu observei um grupo que está gostando do produto x, usaremos a página do produto x para montar seu anúncio de remarketing.

Continuando, esse anúncio precisa ser personalizado e ter um período de tempo. Caso você tenha oferecido um desconto para o grupo de pessoas que se interessaram no produto x, monte o material de forma personalizada e que tenha uma linguagem próxima da sua persona. Aqui, eu estou supondo que você conhece o seu público e não tem problemas com isso. Mas, se este não é o seu caso, é possível criar um público através do tráfego do seu site, no Facebook.

Conseguiu montar um anúncio personalizado? Fique atenta ao período de tempo que este anúncio ficará em veiculação! Imagina se o potencial cliente clica no seu anúncio querendo o produto x, mas está sem estoque? Por isso, é importante definir um período para que as vendas sejam feitas e também não frustre nenhum desavisado interessado no seu produto.

Uau, Patricia! Consegui fazer e veicular minha campanha de remarketing. E agora?

o remarketing pode ser sua estratégia de marketing digital

Bom, como todo e qualquer ação de marketing, depois de veiculado, é preciso avaliar os resultados. Mas, se este é o primeiro contato com remarketing do seu negócio, não vai ter como avaliar o resultado sem uma referência, certo? Pensando nisso, a dica que eu dou é: Veicule mais de uma opção de anúncio de remarketing para o grupo escolhido. Assim, você pode avaliar qual é a melhor forma de se relacionar com seu público e também qual possui maior chance de conversão.

É isso, meu povo! Espero que tenham gostado. Agora me responde uma coisa: O remarketing pode ser sua estratégia de marketing digital? Se você ainda tem dúvidas sobre como ter um e-commerce, eu recomendo este texto aqui.

Compartilhe este conteúdo para que mais pessoas possam crescer e realizarem seus sonhos através do empreendedorismo. Comente aqui embaixo se você tem alguma dúvida ou quer sugerir um tema aqui no site.

Um beijo, tchau!

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jul 3, 2018

A colaboração vence a competição, na teoria e na prática.

Opa! Tudo bom? Hoje eu vim para mostrar que a colaboração vence a competição, na teoria e na prática! Vamos lá?

A frase “colaboração vence competição” é um mantra em várias áreas da vida. Seja ela social ou profissional, colaborar possui muito mais significado nas suas ações do que simplesmente alcançar o topo, não importando os meios para isso.

Não podemos ser hipócritas, ainda existe a competitividade no mundo corporativo e isso ainda serve para movimentar os negócios. No entanto, podemos e devemos incluir ações que construam uma ajuda mútua entre empresas. É uma forma de construção de marca, crescimento de vendas, participação no mercado… Seja qual for o seu objetivo, colaborar tem sido um caminho para alguns negócios.

Oficialmente, podemos definir a estratégia onde fazemos parceria com outra empresa e promovemos os dois serviços/produtos juntos por meio de um conjunto misto de recursos como co-marketing. É usado muito em empreendimentos que são B2B2C (Empresas que vendem para outras empresas, que vendem para consumidores) e aqui a gente vai usar esta estratégia como exemplo teórico para que você veja como é importante gerar colaboração com outros empreendimentos para que ambos possam oferecer o melhor para seus respectivos públicos.

Tá bom, mas e na prática? Como isso funciona?

Um exemplo que acontece a um bom tempo é com empresas de telecomunicações e serviços de streaming. As empresas colaboram entre si para que ambas possam aumentar suas vendas, fazendo a seguinte oferta: Adquira o plano X e ganhe Y de desconto na aquisição do Spotify.

Com certeza você já deve ter visto ofertas parecidas com essa, não é mesmo? Estas empresas viram que, seus serviços atendem à públicos próximos e decidiram colaborar entre si para que o consumidor saia ganhando, e as empresas também.

Agora, olhando para o seu negócio, quais empresas não concorrentes podem ser uma possibilidade de uma colaboração?

O que o seu serviço ou produto pode contribuir para um outro serviço ou produto se torne algo com mais recursos?

Essas perguntas serão facilmente respondidas se a seguinte questão está bem clara para você: Quem é o público que consome o serviço/produto do seu empreendimento?

É essencial que você conheça seu público-alvo para que o co-marketing atinja as expectativas. Então, agora você percebe que a colaboração vence a competição? Quero saber também: O que você, como empreendedora feminina faz para que outras empreendedoras consigam sua autonomia? Muito mais do que sucesso econômico, empreendimentos são feitos de significado para a sociedade!

E aí, gostou do texto? Então bora compartilhar com o povo? Vamos se ajudar e crescer juntas! Tem alguma experiência para compartilhar? Comenta aqui embaixo que vou adorar ler.

Um beijo, tchau!

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jun 29, 2018

Porque o marketing de permissão é a estratégia certa para você?

Opa! Tudo bom? Vim aqui para contar para você uma forma bem interessante de marketing que você pode implementar no seu negócio! Vou te explicar porque o marketing de permissão é a estratégia certa para você. Vamos lá?

Durante a história da comunicação, principalmente na comunicação de massa, víamos muitas mensagens sendo transmitidas de forma invasivas na TV, Rádio, Revistas E Jornais. A competição para manter a atenção do seu público era acirrada e, muitas vezes, encontrávamos muita poluição visual e, com isso, atrapalhava a experiência do indivíduo. Ainda hoje, com canais mais pessoais, encontramos este tipo de transmissão de mensagens. Quem nunca esperou os 5 segundos eternos para pular a publicidade do Youtube? Quem nunca selecionou aquela montanha de spam e mandou para lixeira, sem nem saber o conteúdo delas? Hoje, mais do que nunca, estamos mais intolerantes para comunicação invasiva e, por conta disso, uma estratégia de marketing ganhou força.

Em 1999, foi publicado o livro “Permission marketing: turning strangers into friends, and friends into customer” (Marketing de Permissão: transformando estranhos em amigos, e amigos em clientes), do Seth Godin, falando sobre Marketing de permissão. O nome é bem explicativo, não é? Trata-se de um esforço de comunicação e marketing que visa alcançar um público-alvo, com sua autorização, somente. Um direcionamento deste muda bastante o posicionamento de marca. Olha só:

Com uma imensidão de publicidade rolando na internet, uma postura diferente atrai a atenção do seu público-alvo. Aplicando o marketing de permissão, podemos produzir materiais para que as pessoas se tornem amigos primeiro para que, depois, se tornem um cliente. Temos assim, alguns benefícios do uso desta estratégia:

Cordialidade é comunicação

Com o marketing de permissão, fica mais otimizado o investimento, de forma a direcionar o esforço somente para quem realmente dispõe de atenção. Além disso, é uma economia de tempo e verba. Só quem tem interesse ao conteúdo que consumirá o material.

Outro ponto positivo é a possibilidade de educar o público para que conheça as aplicações de uso do produto ou motivos para buscar um serviço. Para buscar novos clientes, é uma ótima atividade, feita principalmente pelo Marketing de Conteúdo.

Marketing de permissão #elasonhaelafaz

Uma amiga primeiro, para que seja uma cliente depois. 😉

Como construção de marca, o marketing de permissão garante uma boa formação de base, por conectar com seu público de forma mais íntima, primeiramente. Além disso, mostra que a marca tem preocupação coma privacidade do indivíduo e estabelece, logo de início, um relacionamento baseado na confiança e transparência.

Prós e contras desta estratégia

Como nem tudo são flores, podemos citar aqui que, para implementar o marketing de permissão, é necessário utilizar um certo tipo de canal, os mais pessoais. Como alguns canais introduzem o espaço publicitário de forma invasiva, não faria sentido utilizá-las para esta estratégia.

Para estabelecer um vínculo, é preciso deixar, de forma clara, porque a marca quer o Opt-in do indivíduo e como vai ser usado este dado pessoal. É desta forma que tudo começa e assim deve continuar, para que a visão de marca continue como planejado. Acontecido o vínculo, é preciso oferecer conteúdo que atenda a demanda e seja clara e sucinta.

porque o marketing de permissão é a estratégia certa pra você

O conteúdo é a moeda para manter o relacionamento com o público e, posteriormente, convertê-lo à um cliente. Caso o indivíduo queira se desvincular da marca, é necessário deixar aparente o Opt-out para que não saia mal. O contato transparente e sincero é posição chave para o sucesso da estratégia. Outra postura importante para o marketing de permissão é de não compartilhar dados pessoais com parceiros de negócio. O público não consentiu com isso, portanto a relação abalaria.

Agora que você viu porque o marketing de permissão é a estratégia certa para você, estude mais sobre o assunto e trabalhe para aplicar a estratégia ao seu empreendimento. Gostou do conteúdo? Comente aqui se deseja saber mais sobre marketing de permissão! Compartilhe este texto e ajude mais empreendedoras a realizarem seus sonhos.

 

Um beijo, tchau!

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