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dez 18, 2018

Vamos falar de sono?

Opa, tudo bom?

Dentre inúmeras questões que damos atenção durante a carreira empreendedora, tem uma que eu aposto que você nem percebe a importância. Vamos falar de sono?

Sim, aqui ainda falamos sobre empreendedorismo, business e negócios. Isso tudo aí que falei envolve gente, pessoas, nossa vida.

E nossa vida tem ciclos, nosso corpo tem necessidades que são deixados de lado diversas vezes para dar mais um passinho a diante.

A gente pensa que compensa fazer coisas como não dar a atenção devida ao nosso descanso. Mas é no sono que ganhamos energia e força para fazermos mais amanhã do que fizemos hoje.

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Por isso, vou desfazer alguns mitos sobre o sono que podem ajudar você a ter realmente um dia de trabalho mais produtivo.

Oito horas de sono é o ideal?

Não é para todo mundo. Cada pessoa tem sua quantidade ideal de horas de sono. Tem gente que consegue descansar com menos tempo e tem gente que precisa de um pouco mais tempo de sono. É uma questão genética, segundo o Professor Michael Decker, Associado de enfermagem da Case Western Reserve.

É só compensar amanhã que eu fico descansada.

Não é bem assim. A gente precisa bem mais de uma noite só pra compensar a falta de sono do dia anterior. E conforme vai aumentando essa falta de descanso, mais difícil fica para recuperar, viu?

Pra mim, não tem essa de cochilar de tarde!

Acho que você pode rever isso aí! Rolou um estudo na Universidade de Bristol, na Inglaterra, e descobriram que um sono curtinho durante o dia já ajuda você a processar informações. Não precisa se sentir mal caso você queira dormir um pouquinho de tarde. Não atrapalhando seus compromissos, é válido!

Falta de sono não me afeta tanto assim!

A ciência já comprovou que se você tiver uma vida de sono desregulado, pode crescer as chances de você desenvolver Diabetes tipo 2 ou doenças do coração, fora o ganho de peso e problemas psicológicos como a Depressão.

Insônia não é só não conseguir pegar no sono?

Na verdade, existem quatro tipos de insônia: 1) Acordar cedo demais e não conseguir dormir novamente; 2) Acordar no meio da noite muitas vezes; 3) Acordar com a sensação de não estar descansado; 4) Dificuldade para pegar no sono.

Estes são alguns dos mitos que a gente ouve por aí e acaba tomando como verdade. Que sejamos produtivas, sim. Mas que sejamos de forma eficiente! Dormir também faz parte da vida empreendedora, mesmo que falem o contrário!

Compartilhe este texto para amiga empreendedora que tem problemas com sono!

Um beijo, tchau!

dez 10, 2018

Os ciclos e os recomeços

Opa, tudo bom?

Espero que sim! Hoje quero falar com você não só sobre a vida empreendedora, mas sobre a vida no geral.

E quero falar especificamente sobre os ciclos e os recomeços.

Recomeçar implica em deixar pra trás um fim e seguir através do começar mais uma vez.

Mas recomeços são muito mais ou menos do que isto. Vai depender da forma que você encara fins e começos.

Encarar estes momentos determinam fortemente como você é no momento e como sua vida seguirá caso não haja mudanças internas.

Tem gente que tem dificuldades em lidar com finais. Tem gente que tem dificuldades em lidar com inícios.

Acontece que é necessário para a nossa vida existir recomeços. Sem isso, não haveria como nos desenvolver, aprender, conhecer e aplicar na nossa vida. Sem os finais, como seriam os belos inícios que você teve na vida?

Nós entramos em conflito com os recomeços quando não reconhecemos que são momentos como este que nos renovam.

Sim, é cansativo recomeçar. Eu sei disto. Mas todos os dias vivemos o cansaço da noite para acordarmos pela manhã renovados. Recomeçar é tão trivial quanto respirar, que também tem seu fim e início.

Entre o fim e o início existem perdas e ganhos, dores e alegrias, o voltar-se para dentro e a manifestação de nós.

Para cada noite de dor, cansaço e perdas, haverá da manhã de alegrias, ganhos e revitalização.

Então, o que vim aqui dizer é: Não tenha medo de recomeçar. Todas nós estamos vivendo finais e inícios que nos farão ainda mais poderosas do que já somos.

É sua a escolha de encarar a vida como uma linha reta ou como um ciclo.

Espero que este papo tenha ajudado você a ter um pouco mais de força para seguir. Se você sabe de alguém que precisa ler este texto, compartilhe!

Um beijo, tchau!

dez 7, 2018

O Universo cria, ela sonha, ela faz – O Início

Opa, tudo bom?

A partir deste texto, vamos começar uma série de conteúdos que irão te ajudar a compreender a sua rotina de acordo com a astrologia.

A grande parceira dessa jornada será a professora e astróloga Sandra Perin, que estará no time ESEF para ajudar todas nós.

“O Universo cria, ela sonha, ela faz”. Este título mostra como há muita coisa que rege nossa energia e isto reflete na forma que agimos na nossa vida.

É entendendo isso que a gente vai buscar se aperfeiçoar, perceber a energia fluindo do universo até nossas ações e vice-versa, além de ter consciência deste fluxo.

Hoje, dia 07/12/2018, começaremos já com grandes acontecimentos no universo astrológico: O fim do Mercúrio Retrógrado. Com a palavra, Sandra Perin:

“Hoje, a Lua Nova em Sagitário traz o final do Mercúrio retrógrado e a comunicação volta a fluir com mais harmonia. Traz, também, a força dos Deuses para o mês de dezembro. Sagitário representa o homem – e o cavalo, aquele que sabe conduzir seus instintos primários para grandes vitórias. Dia de refletir sobre quem comanda sua jornada: o corpo ou a mente? ”

O questionamento sobre o comandante da sua jornada surge quando fases terminam e começam. Será que fui impulsiva? Será que perdi tempo pensando demais?

Este equilíbrio importante para a vida humana estará sempre conosco. O ponto que definirá o nosso equilíbrio é o autoconhecimento.

Só assim a gente tem capacidade de fazer melhores escolhas acerca da manifestação da nossa essência.

O que este dia e a fala da Sandra diz sobre sua essência? Conta para gente!

Espero que esta estreia tenha contribuído com a sua vida e que tenhamos muitos momentos juntos falando sobre o assunto.

Compartilhe este conteúdo.

Um beijo, tchau!

dez 3, 2018

Nós fazemos o empreendedorismo espelhado nas ideias feministas e isto está sendo revolucionário.

Opa, tudo bom?

Nestes longos anos de carreira empreendedora, pude trocar ideias com diversas mulheres que sonham e fazem acontecer. Elas colocam as suas vidas em prol de uma carreira que levante o mercado, sempre baseado nas suas visões de sociedade.

Isso diz muito respeito às nossas posições acerca dos problemas da sociedade. Nesse ambiente que estamos, vamos falar obviamente de empreendedorismo feminino.

Sim, isto é também uma questão social. Nós fazemos o empreendedorismo espelhado nas ideias feministas e isto está sendo revolucionário. Sabe o porquê? Vou te mostrar agora!

1) Nós estamos decidindo por nós mesmas

Hoje temos um leve gosto da obviedade desta frase, mas até pouco tempo isto era bem difícil de ver na sociedade. Mulheres que fazem um negócio começar do zero e se tornar grandes empreendimentos são tão revolucionárias que, dentro do mercado, homens ainda sabem muito pouco como lidar com tanto poder e presença vindo delas (e de você também). E onde o feminismo entra nisto? A sociedade patriarcal é estruturada no homem como figura central. Famílias, grupos e organizações eram comandadas por homens e as mulheres tinham pouquíssima ou nenhuma força de decisão nestas camadas. O movimento feminista quer quebrar com esta desigualdade para atender também interesses de todas as mulheres que desejam ocupar estes papéis na sociedade.

2) O dinheiro que temos é fruto do nosso trabalho

As possibilidades e oportunidades que o dinheiro fornece pra gente é essencial pra nossa vida. Tanto que, hoje temos um mercado muito mais voltado para os interesses e necessidades REAIS das mulheres, não só por ocuparmos espaços de poder, mas por temos poder de compra. O dinheiro que temos atualmente é fruto do nosso próprio esforço. Não dependemos de homem para termos o que queremos, e isto é libertador. Lembra que falei da estrutura patriarcal? Então, como os homens que eram os provedores da casa, as mulheres não tinham remuneração por não terem um trabalho que não seja o trabalho doméstico. O dinheiro era dividido para a mulher da casa de acordo com a visão do homem e isto restringia a liberdade da mulher.

Nós escrevemos a nossa própria história.

3) Temos a chance de sermos encaradas igualmente nos espaços de trabalho

Ainda temos muito para caminhar, eu sei. Mas demos alguns passos no que se refere à diferença de pagamento para homens e mulheres. No início, as empreendedoras e executivas recebiam muito menos do que os homens recebiam, comparando o mesmo posto de trabalho. Por tamanha visão pejorativa da mulher nos espaços de trabalho, a mulher não tinha reconhecimento de seu potencial e competência, mesmo sendo maiores do que dos homens. Hoje temos uma oportunidade um pouco maior de encontrar postos de trabalhos com pagamentos justos para as mulheres. Além da crescente conscientização da sociedade como todo, mulheres podem ocupar espaços de trabalho e fazer a diferença sendo boas no que fazem e sendo justas nas suas relações de trabalho.

4) A alta segmentação de mercado também é boa para todas nós

Só a gente sabe a complexidade que é colocarmos todas numa definição de mulher. Até hoje esta pergunta não tem uma resposta simples. Isto porque há diversas mulheres que possuem visões, interesses, necessidades, problemas, privilégios e opressões diferentes. Como o empreendedorismo visa também inovar no mercado solucionando problemas que as diversas camadas da sociedade possuem, o empreendedorismo feminino pode dar uma atenção muito maior às necessidades dos segmentos da camada feminina da sociedade. Por dois motivos simples: empatia e vivência. Nós podemos perceber melhor o que a outra sente, entender mais profundamente a necessidade da outra e oferecer soluções mais inovadoras. E a vivência por simplesmente sabermos através da experiência de vida o que as mulheres em geral vivem por aí e precisam do mercado.

Você que pretende ou já trabalha numa carreira empreendedora, está fazendo muito mais do que simplesmente movimentar a economia e desenvolver o mercado. Você é mais um ponto de revolução neste mundão que já não se sustenta com a visão de que homens possuem uma posição acima das mulheres por motivos infundadas e preconceituosas. E está sendo maravilhoso poder estar aqui, inspirando e sendo inspirada por cada empreendedora que coloca sua cara a tapa pra fazer acontecer, quebrar padrões e fazer todas nós crescermos.

Espero que este texto tenha te ajudado a se inspirar no seu dia a dia e que tenha te transformado pra melhor. Comenta aqui ou nas minhas plataformas sociais o que você achou! Compartilhe este texto para que outras mulheres (e homens também) se inspirem e se desenvolvam profissionalmente.

Um beijo, tchau!

nov 16, 2018

Slow Fashion: Nossa relação com a vestimenta se transformou.

Opa, tudo bom?

A nossa relação com a vestimenta tem se transformado, assim como muitos aspectos da sociedade. Num paralelo com avanços tecnológicos, a moda se inseriu em um quadro de mudanças na forma de pensar a vestimenta.

Com as novas possibilidades de comunicação, produção e consumo, vemos grandes empresas estabelecendo uma estrutura de consumo de moda rápida e descartável.

Mas o que pensar de nós, empreendedoras, que estamos com ideias, sonhos e conhecimento prontos para serem aplicados? É verdade que a forma de moda que citei, o Fast Fashion, não dá muita chance para a criação ou inovação.

É aí que entramos. O poder de escolha do consumidor e sua visão mais ampla da sua presença participativa da sociedade demanda para gente um modo de fazer moda que pense mais nas pessoas do que no consumo.

O Slow Fashion é um movimento relativamente recente que atraiu pessoas que questionavam a forma descartável que usamos roupas, sem levar uma autenticidade para quem usa. Conceitos como este, além da inovação, são fatores que proporcionam ao Slow Fashion o espaço para pensar: O que a moda pode fazer realmente para contribuir com o mundo?

É por isso que alguns empreendimentos investem no design, no fator criativo e na economia sustentável para criar soluções reais para o uso de roupas na vida cotidiana das pessoas. Nós não queremos só ficar lindas. Queremos ficar lindas, autenticas, confortáveis e engajadas em nosso espaço.

Então, porque não reinventarmos a moda que conhecemos e investir nossas necessidades, desejos e soluções reais no mercado?

O Slow Fashion surgiu com este intuito. O fator humano é ponto principal do movimento, onde a atenção é voltada para a humanização da cadeia de produção e de consumo. Costureiras e Costureiros são reconhecidos em suas produções, criativos pensam em todos os aspectos da vida do consumidor para gerar uma real identificação com sua marca, o consumo é revisto no âmbito individual, como construção de identidade, e no âmbito coletivo, como ação de transformação da sociedade.

Este é um mercado que ganhou força nos últimos tempos, merece um olhar atento para quem busca empreender na área ou já é atuante. Há diversos parceiros que podem acrescentar ao Slow Fashion e você pode ser mais uma agente do movimento que visa quebrar padrões nocivos do mercado da moda.

Espero muito que tenha gostado destes insights e que possa contribuir com sua caminhada empreendedora. Compartilhe este texto com todos que acharem importante e não deixe de comentar aqui ou nas plataformas sociais a sua sugestão, ideias, críticas e mensagens.

Se quiserem que eu fale mais sobre o assunto, comentem lá no insta!

Um beijo, tchau!