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dez 10, 2018

Os ciclos e os recomeços

Opa, tudo bom?

Espero que sim! Hoje quero falar com você não só sobre a vida empreendedora, mas sobre a vida no geral.

E quero falar especificamente sobre os ciclos e os recomeços.

Recomeçar implica em deixar pra trás um fim e seguir através do começar mais uma vez.

Mas recomeços são muito mais ou menos do que isto. Vai depender da forma que você encara fins e começos.

Encarar estes momentos determinam fortemente como você é no momento e como sua vida seguirá caso não haja mudanças internas.

Tem gente que tem dificuldades em lidar com finais. Tem gente que tem dificuldades em lidar com inícios.

Acontece que é necessário para a nossa vida existir recomeços. Sem isso, não haveria como nos desenvolver, aprender, conhecer e aplicar na nossa vida. Sem os finais, como seriam os belos inícios que você teve na vida?

Nós entramos em conflito com os recomeços quando não reconhecemos que são momentos como este que nos renovam.

Sim, é cansativo recomeçar. Eu sei disto. Mas todos os dias vivemos o cansaço da noite para acordarmos pela manhã renovados. Recomeçar é tão trivial quanto respirar, que também tem seu fim e início.

Entre o fim e o início existem perdas e ganhos, dores e alegrias, o voltar-se para dentro e a manifestação de nós.

Para cada noite de dor, cansaço e perdas, haverá da manhã de alegrias, ganhos e revitalização.

Então, o que vim aqui dizer é: Não tenha medo de recomeçar. Todas nós estamos vivendo finais e inícios que nos farão ainda mais poderosas do que já somos.

É sua a escolha de encarar a vida como uma linha reta ou como um ciclo.

Espero que este papo tenha ajudado você a ter um pouco mais de força para seguir. Se você sabe de alguém que precisa ler este texto, compartilhe!

Um beijo, tchau!

dez 5, 2018

As etapas que definem o crescimento de uma empresa

Opa, tudo bom?

Um dos benefícios de ser inspirada é observar no outro uma série de etapas que fizeram aquela pessoa ou instituição chegar na sua atual situação.

E isso não só basta observar superficialmente como aquela empreendedora está neste momento ou o que aquele business faz atualmente…

É importante olharmos mais a fundo que etapas foram vencidas para que aquele estado tenha te inspirado tanto.

Até porque, as coisas não se transformam assim tão rápido, não é mesmo?

E falando em etapas, inspiração e empreendimentos, a gente também tem um certo padrão, uma série de etapas que define o crescimento de uma empresa.

E aqui eu vou explicar estas etapas que definem o crescimento de uma empresa.

#1 – SUA PRESENÇA

A primeira etapa do crescimento de uma empresa se define, superficialmente na figura da empreendedora, mas pode ser que tenha 1 ou 2 sócios.

O empreendimento consiste no início daquela ideia incrível que teve. É a inspiração se tornando real.

Aqui a paixão está à mil, a busca por uma cartela consistente de cliente é alta e pouco se sabe sobre o futuro. São apenas descobertas que irão clareando sua visão.

Por não termos uma visão clara do futuro, a gente só vai saber na prática se o caminho feito foi certo. Então, aproveite seu início para focar nas VENDAS.

Aparências e tecnologia são adquiridas depois que seu início está estabilizado.

Não tenha medo de mudar logo no início. É normal isto acontecer! Ajuste seu público-alvo, o posicionamento do seu empreendimento, o produto, como vende, onde vende. Experimente até acertar.

Com um bom começo, um bom faturamento virá.

#2 – SEU DESAFIO

Nesta etapa, você encontra uma empreendedora com uma alta margem de lucro e muito trabalho.

Suas vendas estão indo muito bem e, consequentemente, você vai precisar formar uma equipe e delegar tarefas.

As dúvidas e inseguranças virão, esteja certa disto.

Mas lembre-se de que:

  • Você tem certa estabilidade no fluxo de caixa;
  • O desafio te mostra novos caminhos;
  • Sua inspiração também passou por isso. Você também consegue.

Como falei dos desafios como caminhos, por onde seguir?

  • Desenvolva sua capacidade de gestão;
  • Aprenda a delegar tarefas, contratar, controlar e motivar equipes;
  • Organize o caos.

 

#3 – SEU AVANÇO

Seu empreendimento está em crescimento e é prazeroso ver seu sonho avançando em comparação com outras empresas.

É provável que você se encontre como inspiração para outras mulheres empreendedoras.

Bom, essas mulheres inspiradas não estão na sua pele. O avanço requer aprendizado. O aprendizado requer desafios. Serão muitos nesta etapa.

Você está vendendo muito bem, mas não consegue entregar uma boa experiência pós-venda. Sua equipe ainda não está alinhada ou ainda não possui pessoal suficiente pra entregar.

Várias pessoas entram e saem da sua empresa, suas decisões são muito mais delicadas, é difícil encontrar profissionais qualificados, você encontrará alguns custos exagerados.

Sim, será estressante. Mas serão vivências que você pode desenvolver:

  • Sua capacidade de gestão de pessoas e financeira;
  • A organização, cultura e processos da sua empresa (MUITO IMPORTANTE);
  • Seu mindset como empreendedora.

É como se você encontrasse um chefão de um game que parece que qualquer deslize fará com que você perca o jogo. Mas lembre-se de que você ainda pode contratar pessoas boas, com tempo para isso. Mais importante que o final do caminho, é com quem você vai caminhar.

#4 – SEU CONHECIMENTO

Aqui eu defini esta etapa do crescimento de uma empresa como conhecimento porque você passou da fase do aprendizado, dos desafios, e isto irá gerar conhecimento para você e sua equipe.

O interessante do conhecimento é que assim é possível transformar mais o que está dentro do que está fora. E esta é a questão desta etapa.

Você terá pouco tempo disponível para contratar pessoas. Pelo contrário, você verá uma necessidade maior de pôr mais produtos em oferta e mais pessoas para colaborar.

Lembra que eu falei em um dos pontos da etapa #3 que a organização, cultura e processos da sua empresa são muito importantes? Lembra que eu falei agora que a vantagem do conhecimento é transformar ainda mais o que está dentro?

Então. Neste momento você poderá encontrar regras, processos e mecanismos que atrasam a atividade interna.

Coisas que não foram questionadas, transformadas, melhoradas, por conta da loucura que era a etapa do avanço.

Neste momento, com conhecimento, você e sua equipe podem flexibilizar, agilizar e construir processos, organizações e culturas mais inteligentes.

Se sua empresa já foi avançando desta forma, ótimo! Você pode focar a atenção em outros pontos.

Um exemplo é a decisão. Agora você terá que se embasar muito suas decisões em planejamentos estratégicos e informações relevantes.

Surgirão muitas oportunidades de parcerias e campanhas. Cabe a você dizer com sabedoria o NÃO para quem não está alinhado à estratégia do negócio.

Sobrarão as pessoas e grupos que são capazes de trabalhar de acordo com as diretrizes estratégicas.

Isto irá render um crescimento absurdamente alto!

#5 – SEU VÔO

Sua empresa está praticamente funcionando sozinha e parcerias e contratos milionários estão sendo feitos.

Apesar deste avanço todo, qualquer erro pode gerar também quedas imensas. Não esqueça que você está em vôo.

Ainda é muito importante manter uma boa cultura organizacional, processos eficientes e visão alinhada ao planejamento estratégico da empresa.

No entanto, você e suas sociais se encontrarão com a paixão pelo empreendimento mais fraca e o dilema entre vender a empresa e continuar baterá a sua porta.

Independente das escolhas feitas, tenha muita clareza e embasamento para as suas decisões.

Bom, espero que tenha gostado deste conteúdo! São informações que podem ajudar você a organizar sua mente nas diferentes fases da carreira empreendedora.

Conhece alguém que esteja em alguma destas etapas? Compartilha pra ela e ajude-a também a ser uma pessoa que inspira.

Um beijo, tchau!

nov 27, 2018

Como formalizar seu trabalho?

Opa, tudo bom?

Vim aqui para conversar e tirar algumas dúvidas que possa ter em relação a formalizar seu trabalho.

Muita gente começa a empreender sem a devida formalização do seu trabalho. É comum acharmos que todo este esforço burocrático não vai ajudar em muita coisa e que é mais interessante focar no que estamos mais precisando no momento. Ao contrário do que achamos, formalizar seu trabalho, sendo empresária e autônoma, ajuda você a crescer com mais segurança.

Mas, o que eu sou na verdade: Empresária ou autônoma?

Para começar, as duas coisas são diferentes sim. Quando decidimos trabalhar por conta própria, temos muitos caminhos a serem seguidos. Eu vou explicar aqui as diferenças para ajudar você a formalizar seu trabalho.

Se você possui uma atividade econômica que visa a produção de riqueza através da produção de bens de consumo e de serviços, você está atuando como uma empreendedora. Ainda ficou difícil de entender? Bom, se a sua atividade visa administrar um negócio que é pautado no trabalho, na natureza (recursos) e no capital, você se encaixa na posição de empreendedora.

E será que você é uma autônoma? Bom, se a sua atividade possui natureza intelectual, artística ou literária. No geral, é aquela pessoa que atua sem sócios na colaboração, vendem seus serviços, mesmo que tenha auxiliares com você.

Então, se você trabalha como advogada, por conta própria, possui ou não auxiliares e presta serviços para pessoas ou grupos, então você se encaixa como uma autônoma ou profissional liberal.

Existem também as diferenças quando há organização em grupo de trabalho. Caso você tenha uma atividade econômica junto com outras pessoas, que visa o lucro, através de produção e distribuição de bens e serviços e partilham do retorno financeiro, você e suas sócias se encaixam na configuração de uma sociedade empresária.

Tendo um trabalho em grupo de colaboração e prestação de serviços para pessoas e grupos, de profissão intelectual (gênero), de natureza científica, literária ou artística (espécies), mesmo se contar com auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa, está dentro de uma sociedade simples.

Então, como será a forma do seu trabalho? De acordo com cada tipo, uma regulamentação é feita. Assim, você consegue crédito em bancos, exportar seus produtos e serviços, receber subsídios do governo e fechar parcerias. Pense bem em quando irá atuar e formalize seu negócio assim que as etapas que sustentam seu trabalho estejam resolvidas.

Espero que tenha ajudado! Compartilhe este texto com outras pessoas e as ajude também a começarem a ter o seu próprio trabalho. Comenta aqui embaixo se você tem mais alguma dica, sugestão ou dúvida.

 

Um beijo, tchau!

nov 21, 2018

Entendendo a gestão de pessoas: Seja uma líder!

Opa, tudo bom?

O trabalho no empreendedorismo está muito próximo das relações e gestão de pessoas. Mas ainda é difícil para você aplicar isso na sua carreira?

Bom, não é por menos, a gestão de pessoas é um esforço que exige atenção em pontos intangíveis como comportamentos, reações e visão da compreensão de seus colaboradores. Mas entendo como a gestão de pessoas funciona, se torna mais fácil direcionar a sua atenção e compreender mecanismos de melhoria do ambiente de trabalho.

Acredito que você será uma boa líder!

Por isso, eu quero compartilhar com você os conceitos básicos para entender a gestão de pessoas e você crescer ainda mais como uma empreendedora conceituada.

A gente pode dividir os conceitos básicos da gestão de pessoas em:

  • Competência;
  • Complexidade;
  • Processo de desenvolvimento;
  • Transição de carreira.

Começando pela competência, vamos entender o que significa esta palavra no ambiente empreendedor?

Antigamente as instituições consideram uma pessoa competente, aquela que tinha um longo tempo de atividade na empresa, que tinha muito tempo de casa. Isso porque as atividades eram simples, na maioria das vezes eram repetitivas e sem inovação.

A partir da década de 90, este conceito foi se transformando aqui no Brasil, considerando uma pessoa competente aquela que consegue mais resultados para a instituição. Mas como enxergar uma pessoa que pode levar bons resultados para o meu business?

De acordo com a escola Americana, uma pessoa competente era aquela que tinha conhecimento e habilidades, simplesmente. Mas também chegou a escola francesa, com a visão de competência como alguém não só possui habilidades, mas que tem capacidade de agir para o resultado. Aquela pessoa que consegue mobilizar as habilidades para atender uma demanda do contexto que trabalha é, de acordo com a escola francesa, uma pessoa competente.

Mas aí você deve se perguntar: o que é demanda do contexto?

É simplesmente o conjunto de “problemas” que a pessoa que está em um determinado cargo deve atender e solucionar. Por exemplo, um padeiro tem como demanda do contexto produzir uma certa quantidade de pães para um período de tempo. Acontece que, conforme a demanda do contexto fica mais complexo, mais intangível fica a ação baseadas nas habilidades e competências do indivíduo. Por exemplo, perceber o impacto do seu trabalho para as outras pessoas que trabalham com você é uma habilidade bem mais intangível. Esta é uma visão sistêmica da demanda do contexto. Outro exemplo é quando percebemos que um trabalho realizado neste momento pode surtir um efeito negativo daqui a 2 anos. Esta é uma visão estratégica da demanda do contexto.

Hoje, não basta somente ter habilidades. Saber como usá-las e estabelecer as ações de acordo com os valores da instituição é importante para construir um ambiente de trabalho favorável e promissor.

Em contrapartida, nós como gestores de pessoas devemos construir um ambiente de organização que seja favorável para que os colaboradores apliquem suas capacidades, dentro dos valores da instituição. Comunicar de forma clara as expectativas de entrega é uma das ações que o gestor pode e deve fazer para que os colaboradores entendam de forma clara as demandas do contexto cada vez mais intangíveis, além de um ambiente favorável para realização do trabalho.

Agora, falando sobre a complexidade, é necessário entendermos que, conforme a complexidade das atividades vai aumentando, o valor agregado à instituição também vai aumentando, melhores resultados serão vistos no empreendimento. Acredito que você tenha buscado maiores responsabilidades na vida, mais do que 2 anos atrás, por exemplo. Certo? Com isso, a sua visão sobre a vida e as pessoas mudou, não é verdade? Não que fosse ruim, mas seu comportamento muda por conta da mudança do seu ponto de vista. É assim que funciona a complexidade no trabalho. Conforme vai crescendo em um empreendimento, sua visão das pessoas e da empresa muda e suas ações internas também vão mudando. Este ambiente todo que mostrei para você se resume, na gestão de pessoas na palavra desenvolvimento. Uma pessoa se desenvolve conforme vai incorporando novas responsabilidades e atividades mais complexas, afim de conquistar satisfação profissional, se sentir importante no business, entre outros motivos que trazem benefícios, além do ônus da complexidade.

E com o crescimento do desenvolvimento de um indivíduo na instituição também tem uma visão operacional definida como carreira. O crescimento do desenvolvimento, das complexidades, vai definindo para gente a visão de uma carreira.

Tá, mas o que isso ajuda na gestão?

Bom, imagina que você tem o trabalho de analista júnior. Conforme vai atuando, vai adquirindo mais responsabilidades, a complexidade aumenta, desafios são vencidos. É natural que você não se sinta mais uma analista júnior, mas sim uma analista sênior. No entanto, a empresa mantém seu “rótulo” de júnior. Querendo ou não, nos importamos com isso. E, por um motivo qualquer, você decide ir para uma outra organização. Lá você realiza as mesmas coisas que fazia na outra empresa. A diferença é que você recebe o “rótulo” de analista sênior. Isto quer dizer que o líder desta segunda organização a reconhece melhor do que o líder da primeira empresa? De certa forma, sim. E isto faz a diferença na gestão de pessoas e no desenvolvimento do seu conjunto de colaboradores.

A gestão da complexidade também interfere na qualidade do trabalho e também diretamente na vida do colaborador. É muito comum acontecer de ocuparmos um posto de trabalho e recebermos mais e mais responsabilidades ao longo do tempo. Em algum momento nós não resistiremos à pressão que carregamos e afetará o trabalho ou nossa própria saúde. É por conta disto que gerir a carreira é importante para decidirmos, por exemplo, quando devemos transformar uma equipe única em dois grupos atuantes no setor, ou reorganizar os colaboradores de um setor.

Um fator que, através de pesquisas, foi verificado é que conforme um profissional é capaz de agregar mais valor à instituição, maior é sua remuneração. Isto acontece porque a relação é baseada na oferta e demanda, um fator microeconômico. Se eu preciso de um profissional altamente especializado, devemos ter em mente que a oferta de mão de obra deste nível é rara e, portanto, devemos remunerar mais.

Bom, a gente viu que, conforme o profissional vai adquirindo mais complexidades, vai crescendo sua carreira e, consequentemente, vai aumentando sua remuneração. Mas como funciona o processo de desenvolvimento?

O que foi observado em pesquisas no Brasil e no exterior foi que a pessoa vai adquirindo maior complexidade no trabalho na mesma relação em que ela consegue ampliar sua visão do contexto, seu nível de abstração. É importante observa que esta relação acontece simultaneamente. E o que faz uma pessoa aumentar seu nível de abstração? É a vivência e a formação.

Bom, observando isto, podemos ver que não dá para alguém crescer se não houver algum desafio na vida que nos faça ganhar maior vivência e maior formação para que, passado os desafios, ganhemos mais capacidade de abstração e assim continuar o processo de ganho de complexidade no trabalho. Como esta constatação, a gente pode ver que fazer a mesma coisa sempre e esperar resultados diferentes é insanidade e que observar os desafios da nossa vida como formas de se desenvolver é muito mais saudável. Nossa postura se torna mais responsável e temos mais chances de crescer.

Como gestor de pessoas, é importante construir um ambiente de desafios para que sua equipe possa ter meios de crescer. Nem sempre isto é confortável. As pessoas podem achar que não são capazes de crescer e possuem conflitos que fazem ver o desafio como algo ruim para ele. No entanto, é dever do líder fazer a equipe observar nos desafios como forma de desenvolvimento, além de formar um ambiente de alinhamento de equipe, de fortalecimento da sintonia entre os integrantes de um setor.

Falamos sobre competência, carreira e desenvolvimento. Vamos falar agora na transição de carreira.

Vimos como funciona o desenvolvimento e que isto altera a carreira do profissional. Agora veremos como funciona a transição de carreira. Imagine que um profissional mude de carreira e tenha um emprego novo. Esta pessoa pode se encontrar em um ambiente novo, mas terá capacidade de adquirir um nível de complexidade igual ao que tinha no emprego antigo. Ela vai se adaptar muito mais rapidamente. O que está relacionado a isto não é suas habilidades, seu conhecimento, mas sim a sua capacidade de usar seus recursos para o trabalho que está responsável, ou seja, seu nível de abstração. Então, podemos ver que o que importa mesmo é o que o profissional é capaz de realizar com o que sabe, e não simplesmente o seu conhecimento, suas habilidades. A vivência tem fator relevante para o profissional!

Dentro do seu empreendimento, haverá profissionais que se destacarão e, inevitavelmente terá a chance de ser promovido. Por exemplo, ele trabalha na área técnica e poderá ser promovido para a área gerencial daquele setor. Ele viverá uma transição de carreira e isto não é tão fácil assim. Na verdade, de acordo com estudos, é comparável o estresse de uma transição de carreira com uma separação conjugal. Então, como gestora de pessoas, é fundamental que você perceba este possível ganho de estresse do profissional e construir um ambiente em que o profissional conheça melhor o posto de trabalho que irá trabalhar no futuro. O que geralmente é feito e é muito prejudicial para o colaborador e para a instituição é colocar este profissional no novo posto de trabalho e ver no que vai dar. Se não der certo, você diz que não deixou de dar a oportunidade, se deu certo, fico satisfeita pela decisão. Por isso, mostrar de forma gradativa o novo ambiente de carreira é vantajoso. Isso também se reflete em mudanças de carreira do nível gerencial/tático para um nível de diretoria/estratégico. O processo sucessório ajuda o profissional a se adaptar ao conjunto de complexidades e demandas do contexto e consegue construir um conjunto de ações que as atendam.

Assim, a gente termina essa introdução e espero que saia daqui entendendo a gestão de pessoas um pouquinho mais. Há muito a ser falado sobre gestão de pessoas. Caso goste do tema, comenta lá no @elasonhaelafaz que eu produzo novos textos para você se desenvolver ainda mais como uma gestora de pessoas e ser uma ótima líder.

Conhece alguém que precisa ler este conteúdo? Compartilha então e amplie esta comunidade linda de colaboração do empreendedorismo feminino. Ajude outras mulheres a sonhar e fazer acontecer!

Um beijo, tchau!

 

nov 15, 2018

Carreira empreendedora e vida pessoal: Vivendo tudo junto e misturado.

Opa, tudo bom?

Você que já vive na carreira empreendedora, deve ter tido alguma experiência de trabalho com familiares, não é mesmo?

É bem comum que isto aconteça, principalmente com aquela pessoa próxima que te apoiou e apoia, não é mesmo? Você acaba levando-a para perto de você também no ambiente profissional.

As coisas poderiam ser lindas sempre entre os familiares que estão trabalhando juntos, mas nem sempre é assim. Podemos dizer que a carreira empreendedora e vida pessoal precisam de comportamentos e modos de relacionamento diferente. Hoje, vivemos ainda mais neste limite difícil de enxergar. Muitos negócios próprios surgem, relações mais complexas, mais possibilidades. Não é à toa, apenas 5% das empresas familiares chegam até a 3ª geração. É bem difícil mesmo lidar com pessoas muito próximas em paralelos diferentes da vida.

Mas como o nosso trabalho aqui o #elasonhaelafaz é inspirar e desenvolver formas de que você faça seus sonhos acontecerem através do empreendedorismo, eu conversei com uma empreendedora que vive esta situação e conseguiu vencer estatística desanimadoras e chegar até a presidência de uma tradicional empresa de calçados. Além desta vivência empreendedora rica, ela também compartilhou seus lemas, crenças e aprendizados pessoais que levaram a chegar onde está. A Cristine Grings é presidente da Piccadilly e me recebeu muito bem na Matriz da empresa, em Igrejinha, Rio Grande do Sul. Eu tive a honra de entrevista-la e conhecer de perto a empresa familiar que está na ativa há mais de 60 anos.

Dá o play no vídeo abaixo e se inspire!

Eu confesso que saí de lá com muita inspiração! Coisas novas que pude ver e compreender e agradeço muito A Cristine e a Piccadilly por esta experiência. Espero que tenha gostado do conteúdo e faça bom proveito para a sua vida como todo. Não esquece de compartilhar este conteúdo para quem quiser e inspirar outras pessoas. Vou deixar aqui embaixo as plataformas digitais da Piccadilly para você conhecer ainda mais esta empresa.

 

Um beijo, tchau!

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