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jan 9, 2019

Design Thinking pode salvar meu negócio?

Opa, tudo bom?

Do sonho até a realidade, um caminho desafiador deve ser percorrido. Compreender estes desafios para criar soluções inovadoras é a forma que toda empreendedora deseja atuar na sua carreira.

Graças ao estudo e vivência de administradores, gestores e estudiosos, foram criadas alguns métodos para se alcançar a tão sonhada inovação, que não é fácil de alcançar, diga-se de passagem!

Hoje eu vou apresentar para você o Design Thinking, um método de reflexão e criação de soluções criativas para que você possa implementar no seu negócio. Vamos lá?

Pra começar, o que é Design Thinking?

Segundo Charles Burnette:

É um processo de pensamento crítico e criativo que permite organizar informações e ideias, tomar decisões e adquirir conhecimento.

Este processo de pensamento coloca como centro as necessidades e comportamentos das pessoas para entender situações e a partir disso criar formas de solucionar problemas encontrados. Dessa forma, conseguimos adotar um novo olhar para os problemas que ocorrem nos negócios, com uma postura mais empática.

Como é um processo que se baseia na experiência e necessidades das pessoas, é importante que as ações tomadas dentro da abordagem do Design Thinking sejam em grupo. Reunir stakeholders para adquirir soluções criativas é o caminho proposto pelo Design Thinking, além de ir à fundo nas experiências de todas as pessoas envolvidas no processo e liberdade de criar soluções inovadoras, na sua essência.

Design Thinking

Este processo pode ser dividido em partes que não são sequenciais. Assim fica mais fácil de entender todo o processo.

Imersão

Nesta parte da abordagem, em resumo, vamos ir ao encontro de informações para serem analisadas. Como o Design Thinking é baseada nas pessoas, é importante realizar pesquisas com pontos de vista diferentes, ou seja, multidisciplinaridade é importante e deve ser explorada para conseguir observações mais amplas de uma realidade.

Através de uma pesquisa profunda, é possível fechar um problema e separar pontos adquiridas nas pesquisas que levantem questões importantes para pensar sobre o problema. O que é feito, geralmente, é escrever em cartões estes pontos para que o grupo possa manusear com mais flexibilidade.

Análise

Após a coleta de informações, através de diferentes pontos de vista e se aprofundar na pesquisa, é hora de organizar as informações. Nesta parte, a abordagem sugere que criemos padrões através das informações adquiridas, sempre correlacionando com o problema em questão. Usar da linguagem gráfica para montar mapas conceituais ou cartões de insights é recomendado por esta abordagem, já que estamos trabalhando em um grupo multidisciplinar.

Além de reconhecer padrões e observar insights nos dados adquiridos, é recomendado refletir nas diretrizes do projeto, a fim de traçar uma diretriz. Como vamos trabalhar com o máximo de liberdade criativa, devemos ter algo que nos coloque da direção que queremos seguir.

Ideação

A partir dos insights que conseguimos ao organizarmos as informações adquiridas, vamos nos aprofundar na reflexão e tornar o processo um pouco mais palpável. O público-alvo do projeto deve ser incluído para que apresentemos os esboços das soluções criadas e conseguir ainda mais insights e criar soluções que atendam realmente o público-alvo. Algo que é bastante feito neste processo e que também é feito nas agências e setores de comunicação é o Brainstorming. Um processo de captura de reflexões e ideias de um determinado tema, com extrema liberdade de pensamento e sem julgamentos. Assim, o resultado fica mais rico e diverso.

Prototipação

Após estas partes onde a reflexão e criação foram a chave, é tempo de ir para a ação. Toda criação de insights e soluções devem ser validadas. Para isso, faremos protótipos das inovações criadas através do Design Thinking o observar o feedback do público-alvo. A validação e eventuais ajustes devem ser coletados e implementados nos protótipos para que o resultado final atenda às necessidades do target.

Dando tudo certo, faça o lançamento da sua solução inovadora!

A abordagem do Design Thinking nos revela que, em tempos de dados estatísticos, resultados imediatos, retorno máximo de investimento e toda pressão que envolve este ambiente, existe uma lacuna que só a liberdade criativa e a visão empática pode ocupar e até mesmo prevalecer nas decisões de negócio.

Será mesmo que vamos nos render aos números, automações, decisões frias e calculadas ou vamos manter a humanidade nos negócios?

Espero que tenha gostado deste conteúdo e que possa contribuir para o crescimento do seu negócio! Compartilhe este conteúdo com mais pessoas e mostre a elas como a visão mais humana nos negócios pode ser rentável. Quer sugerir alguma dica, tirar dúvidas ou fazer críticas? Vai lá no perfil do instagram!

Um beijo, tchau!

dez 17, 2018

A sua comunidade tem valor. Do tamanho que tiver

Opa, tudo bom?

Veremos aqui que, não só as audiências enormes que vemos nas influenciadoras famosas convertem em rentabilidade. Micro comunidades possuem vantagens.

Desta vez, vamos falar um pouco mais sobre o mercado de influenciadores digitais, um tipo de negócio digital que simboliza muito o trabalho na internet, mesmo sabendo que existem inúmeros outros meios de trabalho.

O poder de fala, de se comunicar de forma cativante e intimista, tomou o poder do tradicional meio de publicidade com figuras que representem os desejos e necessidades do público.

Com a fama, competência e inovação, influenciadores ganham cada vez mais pessoas para a sua comunidade. Isto reflete em alta audiência e com isso, grandes marcas se interessam por este vínculo valioso.

No entanto, com o progressivo conhecimento do mercado e estudos de caso, vemos que os micros influenciadores possuem uma vantagem sobre os grandes.

Justamente o que achamos ser a grande vantagem dos mega influenciadores, o vínculo com sua comunidade, se torna ainda mais forte com os micro influenciadores.

Mas como assim?

Bom, vou explicar. A grande sacada do trabalho de conteúdo e relacionamento com uma comunidade é justamente este vínculo tão próximo.

Não é um trabalho fácil e se torna um desafio cada vez maior conforme sua comunidade cresce.

Estabelecer um vínculo com cada pessoa pertencente da comunidade fica mais difícil quando temos milhões e milhões querendo atenção, comunicando e esperando conteúdo segmentado.

É aí que vemos a diferença com o micro influenciador. Sua comunidade pode ter vínculo maior.

Dessa forma, métricas como engajamento, impressões e conversão são maiores em relação aos mega influenciadores.

Marcas e agências já perceberam esta diferença e viram que investir em micro influenciadores pode resultar em maior conversão para o seu negócio.

No entanto, ambas as partes (influenciador e marca) devem ter uma boa percepção da comunidade que vão atuar, pois são grupos bem segmentados.

A relação entre o interesse da marca e a capacidade criativa do micro influenciador deve estar com uma boa sintonia.

Não se engane, isto não acontece da noite para o dia e devemos ter muito conhecimento do público.

Se você é micro influenciadora ou é uma marca que busca desenvolver estratégias de marketing com maior engajamento, fique atenta à comunidade que atua.

O grande tesouro da comunicação online é o vínculo que possuímos com o grupo que pertencemos e a transformação que você busca levar para a sua comunidade.

Não desanime se ainda não está vivendo a sua expectativa de ser uma mega influenciadora. Você tem uma moeda poderosa nas mãos.

A comunidade será sua base. Trate-a com atenção e inovação.

Espero que tenha gostado destas dicas e que faça bom proveito delas para o seu empreendimento.

Compartilhe este texto e ajude a mais micro influenciadoras a se desenvolverem e fazerem do mercado mais forte.

Um beijo, tchau!

nov 23, 2018

10 técnicas que vão melhorar a sua comunicação

Opa, tudo bom?

Falar com o público do seu empreendimento parece algo fácil, mas comunicar requer muita atenção aos detalhes e um bom olhar sobre quem está dando a atenção para a sua marca.

Algumas técnicas são bem eficazes para manter um bom nível de atenção e explicitar de forma clara a mensagem que você quer passar. Vou compartilhar 10 técnicas que vão melhorar a sua comunicação. Vamos lá?

Além de conhecer seu público-alvo, que é fundamental e um trabalho constante, existem uma série de gatilhos que podem ativar a mente da sua audiência de forma positiva para o seu negócio. Você pode ter ouvido falar disso como gatilhos mentais. Existem diversos autores que abordam este tema e você pode encontrar facilmente estas obras em livrarias.

Mas para começarmos a entender como funciona, eu vou compartilhar com você 10 técnicas que vão melhorar a sua comunicação, começando com a escassez.

Gatilho Mental#1 – Escassez:

Esta é uma dos gatilhos mais conhecidos na comunicação. Ela ativa a nossa atenção ao nos dar uma ideia de escassez ao que é oferecido. É muito comum observarmos este gatilho sendo usado quando vemos que a venda de ingressos para um evento é limitada, por exemplo. Ou então quando vemos que o negócio está oferendo um bônus especial para os 10 primeiros compradores.

Gatilho Mental#2 – Autoridade:

Este gatilho é muito interessante para um mercado que possui uma alta segmentação. Garantir uma imagem de autoridade dá ao público-alvo mais confiança para se relacionar com a sua marca. Mas como podemos construir esta imagem? Oferecer informação que eduque seu público, compartilhar momentos que pessoas dão atenção ao que sua marca fala ou até mesmo depoimentos de outras pessoas que também possuem autoridade no assunto que sua marca aborda, são formas de construção desta imagem de autoridade. O respeito à sua mensagem é fundamental para uma boa relação com seus clientes.

Gatilho Mental#3 – Desapego:

O desapego é um gatilho mental interessante. Quando estamos no lado da marca, a gente sabe que vender é importante e movimentar isso é algo que a gente dá muita atenção. Só que, transparecer isso para o seu público é deixar um ambiente de desconfiança. Isso porquê o consumidor busca uma solução para um problema e não quer dar brecha para alguma marca querer se aproveitar disto. Então, a técnica aqui é tratar a comunicação, principalmente quando há um CTA (Call-to-action, ou chamada para ação) de forma desapegada. A ideia aqui é mostrar, de forma indireta, que a sua oferta é mais benéfica para o cliente do que para você.

Gatilho Mental#4 – Dúvida:

Conforme a comunicação acontece, dúvidas surgem na mente dos consumidores. O gatilho mental aqui é responder prontamente todas as dúvidas que podem surgir. Ter atenção a este detalhe faz com que você construa uma imagem de atenção para com seu público. Além disso, a ação de compra é, na grande maioria dos casos, um fator emocional. Se houver alguma dúvida perturbando a mente do cliente, o fator emocional não vai agir da forma que você gostaria.

Gatilho Mental #5 – Simplicidade:

Quando escolhemos comprar algo, buscamos alcançar algum objetivo com esta compra. Então, mostre ao seu público, de forma bem clara, os motivos pelos quais comprar seu produto o levará a alcançar seu objetivo. Mostre para eles como o seu produto ou serviço pode solucionar o problema que ele deseja sanar e ganhe a atenção e a decisão de compra do seu público.

Gatilho Mental #6 – Curiosidade:

Nosso cérebro tem o impulso de completar informações parciais. É da natureza da nossa mente buscar um sentido em tudo. Então, porque não usar isto para reter mais atenção do seu público? Como? Simples. Desperte a curiosidade do seu público usando frases, títulos, vídeos ou áudios que falam em exclusividade e deixe as pessoas curiosas. Atenção! Este gatilho mental deve ser usado com muita coerência, pois fazendo o contrário deixará o público frustrado e as pessoas irão desprezar as próximas ações de comunicação da sua marca.

Gatilho Mental #7 – Similaridade:

A similaridade é o gatilho mental que usamos desde o princípio da construção de marca. Os valores e missão da sua marca buscam gerar uma identificação com seu público-alvo. Então, fortaleça esta imagem através de ações de comunicação que se baseiem nestes valores e missão. Além da coerência, você irá construir uma identificação ainda maior com seu público.

Gatilho Mental #8 – Garantia:

Oferecer garantias no processo de compra é construir um ambiente de confiança e conforto para o seu público. Ao sentir-se confiante para realizar a compra, seu público irá até você com muito mais rapidez e impulsivamente. Garantias como troca facilitada de produtos, período de teste na realização da compra ou até mesmo garantia estendida, são formas de construir um ambiente favorável para a compra.

Gatilho Mental #9 – Novidade:

O novo sempre vai ser instigante para as pessoas. Então, porque não usarmos isto a favor do nosso negócio? Procure sempre atualizar produtos ou serviços para que desperte a ideia do novo nas pessoas e, assim, conseguir atenção e mais vendas.

Gatilho Mental #10 – História:

É um dos mais antigos gatilhos mentais. O conhecimento, desde a antiguidade, é passado por meio de histórias. Então, contar uma história que envolva seu público, o coloque no lugar dos seus personagens, sinta suas dores e prazeres, faz com que o seu público se envolva emocionalmente com sua comunicação e a chance de escolher seu produto ou serviço será bem maior. Você deve ter ouvido falar em Storytelling, né? Pesquise mais sobre isso e veja o poder que uma boa história tem.

Importante lembrar você de que todos estes gatilhos devem ser usados com muita ética! A má intenção é notada facilmente por quem recebe sua comunicação e isso irá prejudicar o seu negócio. As pessoas poderão até recomendar negativamente o seu empreendimento!

E aí, gostou das dicas? Comenta aqui o que achou! Se você conhece alguém que merece saber estas dicas, não deixe de compartilhar. Você vai ajudar mais uma pessoa a realizar seus sonhos através do empreendedorismo. Olha que legal?

Um beijo, tchau!

nov 16, 2018

Slow Fashion: Nossa relação com a vestimenta se transformou.

Opa, tudo bom?

A nossa relação com a vestimenta tem se transformado, assim como muitos aspectos da sociedade. Num paralelo com avanços tecnológicos, a moda se inseriu em um quadro de mudanças na forma de pensar a vestimenta.

Com as novas possibilidades de comunicação, produção e consumo, vemos grandes empresas estabelecendo uma estrutura de consumo de moda rápida e descartável.

Mas o que pensar de nós, empreendedoras, que estamos com ideias, sonhos e conhecimento prontos para serem aplicados? É verdade que a forma de moda que citei, o Fast Fashion, não dá muita chance para a criação ou inovação.

É aí que entramos. O poder de escolha do consumidor e sua visão mais ampla da sua presença participativa da sociedade demanda para gente um modo de fazer moda que pense mais nas pessoas do que no consumo.

O Slow Fashion é um movimento relativamente recente que atraiu pessoas que questionavam a forma descartável que usamos roupas, sem levar uma autenticidade para quem usa. Conceitos como este, além da inovação, são fatores que proporcionam ao Slow Fashion o espaço para pensar: O que a moda pode fazer realmente para contribuir com o mundo?

É por isso que alguns empreendimentos investem no design, no fator criativo e na economia sustentável para criar soluções reais para o uso de roupas na vida cotidiana das pessoas. Nós não queremos só ficar lindas. Queremos ficar lindas, autenticas, confortáveis e engajadas em nosso espaço.

Então, porque não reinventarmos a moda que conhecemos e investir nossas necessidades, desejos e soluções reais no mercado?

O Slow Fashion surgiu com este intuito. O fator humano é ponto principal do movimento, onde a atenção é voltada para a humanização da cadeia de produção e de consumo. Costureiras e Costureiros são reconhecidos em suas produções, criativos pensam em todos os aspectos da vida do consumidor para gerar uma real identificação com sua marca, o consumo é revisto no âmbito individual, como construção de identidade, e no âmbito coletivo, como ação de transformação da sociedade.

Este é um mercado que ganhou força nos últimos tempos, merece um olhar atento para quem busca empreender na área ou já é atuante. Há diversos parceiros que podem acrescentar ao Slow Fashion e você pode ser mais uma agente do movimento que visa quebrar padrões nocivos do mercado da moda.

Espero muito que tenha gostado destes insights e que possa contribuir com sua caminhada empreendedora. Compartilhe este texto com todos que acharem importante e não deixe de comentar aqui ou nas plataformas sociais a sua sugestão, ideias, críticas e mensagens.

Se quiserem que eu fale mais sobre o assunto, comentem lá no insta!

Um beijo, tchau!

ago 22, 2018

Planejar para criar. Como isso pode me ajudar?

Opa, tudo bom?

Estamos chegando no final de agosto! E aí, foi rápido? Demorou, como sempre?

Com isso, lembro que o ano já está chegando ao fim. Quando trabalhamos com empreendimentos próprios, estamos fadados a se planejar para o que projetamos no futuro. E é necessário para nós, planejarmos nossas ações e tornar mais palpável as nossas ideias.

Vou compartilhar com vocês a ideia de que planejar para criar é mais do que importante na minha e na sua vida. Vamos lá?

Porque planejar?

Porque, mais do que nunca, somos demandamos por ideias, criações úteis e que levem soluções para as pessoas. É a base do empreendedorismo! E a ideia por ela mesma, é só um pensamento que pode fugir da gente num instante. Por isso, a gente busca intensificar a ideia, trabalhar e colocar no papel nossos pensamentos, projeções e criações. Dessa forma, conseguimos entender melhor o que é proposto e dar o primeiro passo para tornar real.

É muito importante entender a importância do planejamento criativo dentro do contexto do seu trabalho, do seu business. Além disso, para criar, é necessária liberdade de pensamento e reflexão. Muita gente acha que planejar é o oposto disso, mas não é. Neste caso, vamos ver que planejamento criativo vai nutrir o seu potencial de propor soluções e ideias.

Como este planejamento vai me ajudar?

O planejamento criativo, como o nome diz, vai ajudar você a estruturar as suas criações futuras. Dessa forma, você tem mais espaço mental e temporal para colocar a sua cabeça e da sua equipe para trabalhar com todo o gás. Aqui a intenção não é planejar projetos, e sim a sua criatividade. Planejamento de projeto é outra coisa, que pode ser abordado aqui (comente aqui embaixo se quiser!).

Planejamento criativo como fazer - planejar para criar

Outro ponto vai que te ajudar muito é a capacidade do planejamento esvaziar sua mente. Me diz uma empreendedora que não é cheia de ideias, o tempo todo? Pois é! Isso é ótimo, mas tudo tem seu momento. Ter a mente vazia, às vezes, te dá um gás ainda maior.

Mais um ponto interessante de planejar para criar: Você promove a ação! Não é que você vá fazer exatamente tudo o que colocou no papel, mas você terá ação. Como assim, Patricia? A gente não vive uma realidade com poucas mudanças no cotidiano, ao contrário. Vivemos mudanças a todo instante e aceitar isso vai te ajudar a não se frustrar por não ter feito exatamente o que foi planejado. Até porque, muito do que foi imaginado lá atrás pode ser melhorado com a vivência do futuro que você imaginou que seria.

Vamos ao que interessa? Como planejar para criar?

Primeiramente, é preciso que você fragmente seu planejamento trimestralmente ou semestralmente, de acordo com a sua realidade. Isso vai te ajudar a entender melhor as ideias que você colocou no papel. Outro benefício de fragmentar seu planejamento é que assim você vai ter que revê-lo periodicamente. A gente precisa rever o que foi planejado para analisar e decidir se é exatamente o que será feito é o planejado ou sofrerá mudanças. De novo, é normal e, muitas vezes, necessário fazer mudanças no que foi pensado. O importante é fazer!

Outro ponto que precisa ocorrer sempre em um planejamento é comunicação. É essencial que você comunique com seus parceiros e colaboradores o que foi abordado no planejamento, se não os benefícios do que foi feito só ficará com você e ninguém poderá colaborar com seu negócio com bom alinhamento. O ideal é que sua equipe participe com você.

Com sua equipe, parceiros e parceiras, ou sozinha mesmo, pegue o que for melhor pra anotação (post-it, bloquinho, papel solto, caderno…) e canetas. A forma tem que ser agradável para você, então você decide como vai ser. Com isso, a gente vai estruturar nossa conversa (porque planejar para criar tem conversa, ideias rolando, algo bem fluido) através de uma lista de assuntos. Estes assuntos quando fechados, irão concluir as etapas do que você precisa para criação. Os assuntos são: Pessoas, áreas (do negócio), processos, ferramentas, reuniões e rituais, conteúdo, ofertas, projetos, datas, eventos, metas.

Com esta lista, você ou seu grupo estabelece as ideias, soluções e criações para cada assunto da sua lista. Não há uma ordem nesta lista, tá? Você e/ou sua equipe irá colocar no papel estas ideias, soluções e criações de forma a montar um mapa. O post-it nesse ponto funciona bem! Vai organizando os pontos até forma um mapa, dentro o período estipulado (3 meses, 6 meses, 1 ano). Com a organização de cada assunto, uma etapa do planejamento vai sendo feito até fecharem todos os assuntos. Simples, né? Mas funciona muito bem para organizar a criatividade (sua e da sua equipe, se tiver uma).

Aí em cima eu deixei um exemplo de como fica, geralmente, as ideias colocadas no papel. Fica muito parecido com um mapa mental! Aliás, se você não sabe o que é, comenta aqui embaixo que eu posso falar sobre isso.

Bom, é isso! Espero muito que tenha gostado, que este conteúdo te ajude a produzir mais e criar com qualidade. Compartilhe este texto com outras pessoas e as ajude a realizarem seus sonhos através do empreendedorismo. Comente aqui embaixo o que achou do texto, se você tem outras formas de planejar para criar ou sugestões.

Um beijo, tchau!

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