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ago 21, 2018

Preguiça não existe. Saiba o porquê.

Opa, tudo bom?

Nessa jornada empreendedora, nós dedicamos grande parte do nosso tempo se aperfeiçoando e estudando nossas ações para sempre melhorar. Até porque, por mais se sejamos mais afinadas na ação, sempre tem um ponto a melhorar aqui e ali. E qual é o assunto mais temido quando falamos em ação? É a preguiça. Coisa simples, que atrapalha demais a nossa vida!

Hoje eu vim aqui para compartilhar com vocês algumas dicas valiosas sobre isso. Quero mostrar que preguiça não existe! Fica comigo que vou explicar melhor. Vamos lá?

Eu já falei sobre preguiça e dei dicas importantes que podem ajudar você a começar a se livrar deste hábito. Mas como nos envolvemos com empreendedorismo, sabemos que nossa produtividade conta muito na realização dos nossos sonhos. E por isso, momentos perdidos de forma banal são extremamente prejudiciais.

Mas como assim preguiça não existe?

Aposto que você está curiosa, não é mesmo? Bom, pode parecer estranho, mas na verdade é que o que chamamos de preguiça, não é beeeem isso. Bom, acho que os dados que eu vou compartilhar com você aqui vão explicar melhor.

A psicóloga social, escritora e professora de psicologia desde 2012, Erika Price, analisou por 6 anos estudantes e profissionais perderem prazos, não conseguirem concluir suas tarefas, desperdiçar tempo precioso. Quando observamos ações parecidas, é comum encontrarmos pensamentos e discursos que simplesmente julgam estes comportamentos. No entanto, Erika foi além e quis entender a situação e contexto que estas pessoas se encontram e o porquê deles agirem desta forma.

ela diz: “Quando vejo um aluno não conseguir concluir tarefas, perder prazos ou não entregar resultados em outros aspectos de sua vida, pergunto: quais são os fatores situacionais que mantêm esse aluno a sua volta? Quais necessidades atualmente não estão sendo atendidas? E quando se trata de “preguiça” comportamental, fico especialmente comovida em perguntar: quais são as barreiras para a ação que não posso ver?”.

Então, sua fala já esclarece muito do nosso questionamento! Na verdade, a preguiça deve ser chamada, em alguns casos, de barreira invisível. Isto por que ela defende que nossas ações são baseadas nas situações e contextos que vivemos. Como exemplo e inspiração, ela cita o trabalho de uma escritora chamada Kimberly Longhofer. Ela estudou o comportamento dos sem-teto dos EUA, sobretudo a tendência de iniciarem vícios em álcool e cigarros. Assim como Erika, Kimberly também observou o contexto e situação pelo qual estas pessoas passam para explicar o motivo pelo qual pessoas de rua entram em dependência química.

Mas voltando para a preguiça, ou barreiras invisíveis, quando tocamos neste assunto, pensamos o quanto é negativo moralmente deixar de fazer algo por “preguiça”. No entanto, deixamos de lado a situação e contexto que nos leva a não fazer algo. Então focamos na culpa que sentimos ao não fazer a tarefa, o que acaba nos paralisando ainda mais e conscientemente escolhemos a auto sabotagem. Na verdade, quando estamos com o desejo grande em começar um empreendimento, temos duas situações que surgem, geralmente:

  • Sofrimento por conta da ansiedade em realizar suas ações de forma correta e nunca achá-las boa o bastante;
  • Confusão em encontrar o caminho para começar.

Com isso, é certo de que nos sentimos paralisados, e, sem um entendimento amplo da realidade, encaramos como um ato de preguiça. Mas na verdade, não tem nada a ver com motivação, força de vontade e disposição, e sim com medo de fracassar, ou falta de conhecimento em como começar um empreendimento enorme e complicado.

Ninguém escolhe fracassar.

Escolher falhar não tem sentido e nunca vai ter! A questão é que há uma razão pelo qual você ou alguém não está realizando uma tarefa como deveria, ou se atrasando sempre para seus compromissos. Temos toda a capacidade para se desenvolver e crescer. Caso não esteja conseguindo, é porque você ou alguém precisa de ajuda para entender a situação e assim, por conta própria, encontrar mecanismos para progredir. E isso é totalmente normal!

O que quero levantar aqui é que considerar tudo como “preguiça” é desconsiderar partes importantes da sua vida ou do outro. A gente tem é que considerar que também há limitações se manisfestando e que elas são legítimas. Entendê-las é primordial para que você crie formas para vencê-las e continuar se desenvolvendo.

E aí, quais são as suas barreiras invisíveis?

Espero que encontre a resposta!

É isso. Espero que tenha gostado do texto! Compartilhe este conteúdo e ajude mais pessoas a vencerem a procrastinação e realizarem seus sonhos. Comente aqui se você conhece alguma barreira invisível sua, se faz algo para vencê-la, se tem alguma dica valiosa…

Um beijo, tchau!

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mar 5, 2018

Dica para aprender de forma autônoma e se desenvolver!

Opa! Tudo bom? Sabe dizer se você tem estudado certo durante a vida? Eu vim para te dar uma dica para aprender de forma autônoma e se desenvolver! #elasonhaelafaz

Queria começar este texto perguntando a você se por acaso você já tentou estudar por conta própria um assunto qualquer. Acredito que a grande maioria vai dizer que sim. Tem sido normal, atualmente, aprender de forma autônoma para se desenvolver no trabalho, na vida pessoal ou um hobby qualquer. Os recursos que temos nos ajudam e muito nesse assunto! Estamos neste mundo incrível chamado internet e por aqui dá pra obter informação sobre quase tudo que quisermos. Tem uma dúvida? Tire seu smartphone da bolsa e dê um Google. Simples!

Mas e quando o assunto requer mais concentração e dedicação, como isso funciona? Tem gente que tem muito mais facilidade para lidar com o aprendizado autodirigido. O autor Blake Boles fala mais sobre aprendizado autodirigido neste livro. Dentre algumas características, essas pessoas são auto motivadas e esclarecidas em relação aos seus objetivos. Antes que pense “não tenho nenhuma destas características, não vou conseguir estudar por conta própria”, termine este texto. Tenho certeza que você vai mudar de ideia!

dica para aprender de forma autônoma e se desenvolver - image by freepik

Para aprender de forma autônoma e se desenvolver, comece com experimentação. leia sobre tópicos de um determinado assunto, veja um vídeo aqui e ali, ouça um podcast. É importante você explorar o campo de conhecimento que deseja aprender e sentir se este é o assunto que quer absorver no momento. Se você curtiu a ideia, você está pronta para a próxima etapa.

Mas antes, vou contar uma história rápida. O Psicólogo e pesquisador K. Anders Ericsson e sua equipe realizaram uma pesquisa para saber mais sobre aquisição de habilidades. Eles foram até uma importante academia de música para estudar os alunos e pediu para os professores dividirem os alunos em três grupos:

  1. Os melhores alunos
  2. Os bons alunos
  3. Os médios alunos

Isso em relação ao potencial de cada um, visto por seus professores. Aí a equipe de Ericsson entrevistou todo mundo, querendo saber o que eles fazem para aprender sobre violino, especialidade da academia. No primeiro momento, tudo parecia bem parecido entre os grupos. Eles separavam uma determinada hora média semanal para exercitar, praticar e aulas na academia. Então eles foram mais a fundo.

E então acabaram por descobrir que o grupo 1, os melhores e mais promissores alunos, faziam uma rotina de aprendizagem diferente dos outros grupos. No geral, não era fácil, e sim cansativa, desafiadora e incômoda. K. Anders Ericsson nomeou esta rotina de prática deliberada.

No final eles também descobriram que todos tinham mais ou menos o mesmo tempo de academia de música, mas que na prática deliberada, os melhores acumulavam mais tempo. Opa! Será que descobrimos aí uma forma de aprendizagem? Pois é. A equipe descobriu que esta rotina se aplicava em esportes, ciência, business… era possível se desenvolver dessa forma em qualquer questão.

Mas e aí, como funciona essa Prática deliberada?

  • Você precisa definir exatamente o que você quer alcançar. Exemplo: Eu quero saber fazer tal função no excel. Não generalize como só saber mexer no excel.
  • O objetivo desta prática é te dar um impulso equilibrado de performance. Então, é importante você dividir o treino em pequenas partes equilibradas de dificuldade, de acordo com sua situação atual.
  • A rotina aqui proposta é de repetição. Então, realize este estudo até se tornar habilidosa no assunto e aí partir para a próxima etapa.
  • É importante nesta prática saber de uma outra pessoa, que saiba bem sobre o assunto, sobre a sua evolução. É uma forma de saber como você está indo.
  • A prática deliberada não é divertida. Costuma ser cansativa e difícil.

Assim, diversas instituições de ensino aplicam o ensino. Com professores dispostos a colaborar com feedback. Eu sei que parece estranho este método quando o assunto é aprender sozinho, quando se fala em rotina trabalhosa e tal. Quando ver os resultados desta prática, você verá tudo de outra forma.

A outra dica que eu dou pra vocês é que, se forem estudar sozinhas, procure ajuda de alguém com mais conhecimento que você e de preferência que esta pessoa coloque objetivos práticos e que seja firme em relação ao seu progresso. Mas você pode aplicar esta prática na forma comum de aprendizagem, em um espaço definido, com turma e professor. Basta participar das aulas e depois complementar com a Prática deliberada.

De qualquer forma, deixo aqui a importância de estar sempre em processo de aprendizagem. Em qualquer parte da sua vida, estar disposta a aprender, significa ter uma mente aberta para novas possibilidades e encontrar uma função que você tenha prazer em realizar e, ao mesmo tempo, seja recompensada da forma que merece. Aprender e ensinar são coisas que todos e todas temos que fazer na vida e é uma das formas mais nobres de se viver!

É isso! Espero muito que tenha gostado deste texto. Se você quer ajudar outras pessoas a se desenvolver, compartilhe este conteúdo! Tenho certeza que sentirá um prazer em proporcionar evolução para as pessoas. Comente aqui embaixo sobre mais dicas, críticas ou qualquer coisa que quiser. Estou sempre de olho nas interações!

Um beijo, tchau!

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