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jan 28, 2019

Formas de monetizar seu negócio digital

Opa, tudo bem?

Se você ama empreender e também tem gosto pela vida digital, com certeza já passou pela cabeça iniciar um negócio digital, não é mesmo?

No entanto, ainda há uma enorme dificuldade em entender e gerar o principal em um negócio: renda.

Em um negócio de produção de conteúdo, por exemplo, ainda existe certa dificuldade em encontrar uma forma de ganhar renda com todo o trabalho investido.

O assunto ainda é pouco falado, eu sei. Por isso, eu quero conversar com você sobre formas de monetizar seu negócio digital. Vamos descobrir como ganhar dinheiro com conteúdo?

Encontre seu nicho de conteúdo

Antes de tudo, é preciso construir uma plataforma que tenha conteúdo relevante para um nicho. A importância de segmentar seu blog, site ou canal do youtube é que desta forma é mais propenso relacionar seu conteúdo com produtos e serviços, próprios ou de terceiros, com o conteúdo que produz.

Não é viável ter um blog que fala de notícias em geral e querer recomendar um produto que, inevitavelmente, vai atender só a um segmento. O tráfego que você vai gerar no seu blog não é engajado o bastante para olhar com interesse por um produto que, por definição, foi criado para suprir uma necessidade específica.

Então, se você tem afinidade por nutrição, por exemplo, é interessante segmentar seu conteúdo para emagrecimento, ou então para nutrição sustentável, talvez sua plataforma possa falar de nutrição de performance. São exemplos de segmentação de um assunto que, mesmo parecendo já ser segmentado, pode existir muitos nichos.

Com isso, é possível falar de produtos e serviços que REALMENTE interessam o público que você se relaciona e assim ter maiores chances de converter em vendas.

Bom, descobrimos como começar. Agora como eu posso ganhar dinheiro com isso?

O seu trabalho no blog, site ou canal vai gerar um tráfego grande e qualificado. Pessoas que se interessam por seu nicho vão até você e isto pode servir para que você venda espaço publicitário na sua plataforma. Aqui vão algumas formas:

  • Anúncios de terceiros na sua plataforma

A estrutura aqui se configura dessa forma: Você tem um espaço que consegue gerar tráfego qualificado e grande. Então você disponibiliza espaços estratégicos na sua plataforma para que outras empresas possam anunciar seu produto ou serviço. Sabendo inserir anúncios, a sua plataforma consegue ganhar mais credibilidade, autoridade e conteúdo com anúncios de terceiros que são relacionados ao nicho que você atua. Por outro lado, os anunciantes conseguem chegar até seu público-alvo com mais precisão e maiores chances de conversão, porque estão falando com pessoas que realmente se interessam pelo segmento de mercado que atua.

Para fazer isso, você deve vincular seu site, blog ou canal à ferramentas de monetização como AdSense e Lomadee por exemplo. São ferramentas famosas que ligam produtos de conteúdo e empresas que querem anunciar na internet. O Google AdSense é o mais famoso de todos, que possui um grande grupo de afiliados que disponibilizam sua plataforma de conteúdo para que empresas possam anunciar. A pessoa que tem um blog pode ganhar dinheiro com número de exibições, de cliques no anúncio ou por aquisição (você ganha uma parcela da venda feita através do anúncio que estava na sua plataforma). Cada ferramenta tem a formar de quantificar os ganhos.

  • Produtos e serviços “freemium”

Esta forma de monetização é famosa em negócios como a Netflix e Spotify, por exemplo. O conceito se baseia nas palavras “free” e “premium”. Nada mais é do que oferecer, gratuitamente, uma parcela de todos os recursos da sua plataforma de conteúdo. Caso a pessoa queira mais recursos do seu negócio, basta assinar uma conta premium para ter mais conteúdos por dia e/ou ficar livre de anúncios.

Esta forma de monetização funciona melhor com negócios que já possuem uma autoridade e credibilidade. Como que nós conseguimos autoridade e credibilidade? Com cases de sucesso, conteúdo relevante, muita criatividade, engajamento do seu público e boa segmentação.

Existem plataformas que ajudam você a transformar seu trabalho em um modelo freemium. Hoje, o próprio youtube intermedia esta monetização oferecendo a opção “seja membro”. Dessa forma, o público pode contribuir financeiramente com o canal e é recompensado com conteúdo exclusivo, brindes, entre outras coisas. Esta opção também se relaciona com o conceito de micro transações. Vale a pena saber mais!

  • Produção de conteúdo em parceria com marcas

Esta é uma das opções que pode gerar maior lucro em relação as anteriores. A estrutura funciona da seguinte maneira: Você, produtora de conteúdo, e uma empresa parceira, vão trabalhar juntos para produzir conteúdo que seja relevante para os clientes da empresa e para o seu público. Como mencionamos no começo do texto, o conteúdo sendo bem “nichado”, fica bem mais fácil de trabalhar dessa forma. Somente marcas que realmente se relacionam de alguma forma com a sua comunidade irão até você ou então você pode ir até estas marcas para oferecer um trabalho de conteúdo que gere mais conversões. Há diversos tipos de conteúdo que podem ser feitos neste caso. Há o mais comum, o post patrocinado, existe também a avaliação de produto/serviço, patrocínio por uma marca de uma série de conteúdos exclusivos, participação do seu negócio digital em um evento, entre outros. É importante lembrar aqui que você deve ter muita atenção à forma e conteúdo que mais se encaixe com sua comunidade. Lembre-se de que você construiu um espaço de forte relacionamento com um grupo e com estas parcerias você deve almejar fortificar ou manter este relacionamento, além da monetização.

Bom, ainda existem outras formas de monetizar seu negócio digital. Se for do seu interesse, comenta lá no @elasonhaelafaz que terei o maior prazer em compartilhar outras formas de monetização!

Compartilha este conteúdo que foi feito com muito carinho para você. Quero muito que mulheres possam ser mais independentes financeiramente e também possam realizar seus sonhos através do empreendedorismo. Compartilhando conteúdo relevante, você pode ajudar ainda mais!

Um beijo, tchau!

jan 24, 2019

O que é ser empreendedora e o que é empreender?

Opa, tudo bom?

Durante minha vida no empreendedorismo, este fenômeno como todo e até mesmo o seu significado foram se formando, tomando corpo.

São 10 anos olhando para as pessoas, para o mercado e encontrando espaços onde soluções inovadoras pudessem ser usufruídas por pessoas e organizações. Antes, tínhamos que contar muito com o “feeling”, com nossa intuição.

Hoje, é mais fácil compreender as capacidades e características que constituem a ação de empreender e o que é uma empreendedora.

Por isso, quero compartilhar com você uma análise do que é ser empreendedora e o que é empreender. Daqui você vai poder observar com mais clareza as suas capacidades e o ambiente que você está, de forma a agir com mais certeza no empreendedorismo.

Como existiu o empreendedorismo?

Antigamente, as ações empresariais eram baseadas na ação organizacional. Ou seja, era necessário um grupo de pessoas se organizarem, estabelecerem funções para alcançar um objetivo comum.

O próprio ato de se organizar era algo descentralizado. Pessoas eram parte de um todo que trabalhavam para esta estrutura crescer e, com isso, se beneficiar individualmente.

Só que a tecnologia foi evoluindo, pessoas também foram evoluindo. A sociedade foi mudando. A gente foi percebendo que existiam pessoas que eram capazes de concentrar esta ação empresarial de se organizar, traçar diretrizes e manter uma relação profissional entre pessoas que gerasse lucro.

Foi aí que começou a ser construída a imagem do empreendedor.

Foi visto que este fenômeno se baseava em alguns campos teóricos como economia, administração e psicologia, e também tinha uma capacidade de juntar este conhecimento para criar novas formas de organizações e de trabalho.

As formas de se organizar na sociedade para gerar trabalho foram mudando. As relações se tornaram mais fluidas, não somos só uma engrenagem de um maquinário e não nos limitamos a só um campo de conhecimento.

Hoje, para ser empreendedora, não é possível só saber administração. Ou só comunicação. Ou qualquer outro campo.

Através deste fenômeno, pessoas se tornaram aptas para trabalhar com sua personalidade e vontade de levar soluções inovadoras para as pessoas. Ocupar um espaço no mercado de forma a fazer diferente.

No geral, o empreendedor e o fenômeno empreendedor se relacionam da seguinte forma:

Dimensão cognitiva/visão empreendedora

Aqui é onde se situa a nossa habilidade de conectar informações e produzir conhecimento que gere ações inovadoras. Através da nossa observação do mercado, da nossa inteligência (dimensão cognitiva) levamos para as pessoas produtos e serviços que atendam de forma não só diferente, mas também melhor de acordo com as necessidades do momento (visão empreendedora).

Dimensão Praxiológica/Ação Empreendedora

Aqui a gente encontra a capacidade do indivíduo empreendedor de reunir pessoas e grupos e concentrar em si a energia que movimenta estas relações. É através da sua capacidade de se posicionar e configurar seu network para que se movimentem em prol do objetivo empreendedor.

 A capacidade de se comunicar, de se relacionar com as pessoas de forma assertiva e baseada na visão empreendedora, de forma que sua rede trabalhe em sinergia para que a próximo campo funcione.

Dimensão Estrutural/Sobreposição Empreendedora

Aqui, com a ação organizacional do empreendedor realizada com sinergia, se dá a existência da dimensão estrutural, que é a materialização da solução inovadora, seja ela um produto ou serviço.

Através da materialização da solução, o empreendedor alcança a tangibilidade do seu objetivo. Então, ocorre o trabalho de colocar esta solução na lacuna vazia das necessidades da sociedade.

O interessante dessa análise é que percebemos que o indivíduo empreendedor e o fenômeno empreendedorismo se complementam. Sem a parte teórica da figura do empreendedor, não é possível encontrar o fenômeno empreendedorismo.

Para cada parte teórica que compõe o campo da pessoa empreendedora, é necessário que a o fenômeno, a manifestação empreendedora ocorra. É entender o que é empreendedor para agir através do fenômeno empreendedorismo.

Espero que através deste texto, você possa compreender melhor o seu papel como uma empreendedora e saiba como agir para que o empreendedorismo continue a transformar a vida das pessoas, incluindo a sua.

Compartilhe este texto e não deixe de comentar se tem alguma dúvida, crítica ou sugestão.

Um beijo, tchau!

Referência: http://www.anpad.org.br/admin/pdf/ESO-C1701.pdf

jan 22, 2019

10 mulheres que foram excepcionais em 2018

Opa, tudo bem?

Em 2018, como já mencionei várias vezes, tivemos grandes desafios e oportunidades no empreendedorismo.

Muitas mulheres se destacaram por seu trabalho, sua personalidade, representatividade e luta para que as relações sejam mais justas entre homens e mulheres.

Hoje, eu vou destacar 10 mulheres que foram excepcionais em 2018 e são inspirações enormes para a nossa carreira. Vamos lá?

De acordo com a Revista Forbes:

1) Angela Merkel

  • Ela se tornou a primeira chanceler mulher da Alemanha em 2005 e está cumprindo seu quarto mandato.
  • Merkel continua a ser uma figura de liderança na Europa, representando a maior economia do continente, depois de conduzir a Alemanha através de uma crise financeira para um exponencial crescimento.
  • Seu mandato é simbolizado pela presença fortemente reservada, por enfrentar Donald Trump e abrir as fronteiras da Alemanha para mais de um milhão de refugiados sírios.

2) Thereza May

  • Ela se tornou primeira-ministra da Grã-Bretanha em julho de 2016.
  • Seu trabalho é marcado principalmente por intermediar a negociação da saída da União Europeia com grupos sociais e a ala política.

3) Christine Lagarde

  • Lagarde lidera o FMI desde 2011, fornecendo supervisão financeira e orientação para sues 189 países membros, incluindo China, Rússia e Reino Unido
  • Ela enfrentou grandes crises mundiais e uma eminente guerra comercial entre EUA e China
  • Desde a crise de 2008, Lagarde faz um discurso de união de pensamentos e reformas de gênero na área.

4) Mary Barra

  • Mary investiu bilhões em veículos elétricos, carros autônomos e um serviço de compartilhamento de viagens chamado “Maven” para garantir o futuro da GM
  • A GM ficou em primeiro lugar no relatório global de 2018 sobre igualdade de gênero. Foi uma das duas únicas empresas globais que não tem diferenças salariais entre homens e mulheres.
  • Mesmo enfrentando uma crise na GM, Mary conseguiu causar uma boa impressão para acionistas, subindo os preços das ações da GM em 5%.

5) Abigail Johnson

  • Ela se tornou CEO da Fidelity Investiments, uma gigante do fundo mútuo que seu avô fundou em 2014. Ela foi nomeada presidente em 2016.
  • Abigail possui participação por volta de 24,5% da empresa, que tem cerca de 2,5 trilhões de dólares em ativos gerenciados.
  • Sua carreira é marcada pela falta de medo em abalar as coisas na empresa de 72 anos, deixando de lado seus fundos mútuos para focar em novas soluções.
  • Ela está estrategicamente priorizando mulheres em seu trabalho, superando uma mudança de US$22 trilhões em ativos para o segmento feminino.

6) Melinda Gates

  • Melinda mantém sua posição como a mais poderosa filantropa, sendo co-presidente da Fundação Bill e Melinda Gates.
  • Fundada em 2000, é a maior fundação de caridade privada do mundo, com um fundo fiduciário de US$ 40 bilhões.
  • Seu trabalho tem se tornado mais notado ao moldar a estratégia da fundação, a fim de resolver assuntos globais difíceis, como a educação, pobreza e também a contracepção e o saneamento.
  • Melinda também dedicou seu trabalhou em prol dos direitos das mulheres e meninas.

7) Susan Wojcicki

  • Susan é CEO do Youtube desde fevereiro e 2014, com uma base de 1,9 bilhões de usuários fiéis mensais.
  • Em 1999, Wojcicki tornou-se a 16ª funcionária do Google. Em 2006, ela defendeu a aquisição do Youtube por US$ 1,65 bilhões.
  • O site agora vale cerca de US$ 90 bilhões.
  • Ela encontrou dificuldades em manter conteúdo pertubador fora da plataforma, mas conseguiu evitar os escândalos que afetam o Facebook.

8) Ana Patricia Botín

  • Botín tornou-se presidente do Grupo Santander em 2014, após a morte súbita do seu pai, Emilio.
  • Ela tem defendido o segmento das fintechs, focar empreendedores, apoiando pequenas empresas e empresas lideradas por mulheres.
  • Ana lançou o Santander X para apoiar o empreendedorismo universitário a ajudou a criar a primeira plataforma multi setorial baseada em blockchain da Espanha.

9) Marillyn Hewson

  • CEO da Lockheed Martin desde 2013, Hewson habilmente dirigiu a posição da empresa de defesa na vanguarda da segurança, setor aeroespacial e tecnologia.
  • Em 2017, a empresa faturou US$51 bilhões, quase 70% do governo dos EUA.
  • O programa de jatos de combate F-35 e outros desenvolvimentos que atendem às necessidades militares modernos ajudaram a aumentar o valor de mercado para quase US$100 Bilhões.
  • Para permanecer na frente da inovação, a Lockheed Martin está desenvolvendo uma aeronave supersônica que quebra a barreira do som sem um boom sônico.

10) Ginni Rometty

  • Líder há 36 anos da icônica empresa de tecnologia, Rometty liderou a transição da IBM para uma empresa focada em dados.
  • Metade da receita de US$79,1 bilhões da IBM em 2017 vem dos segmentos emergentes e de alto valor em TI, em comparação com seus produtos de software legados.
  • Ginni colocou a computação cognitiva no centro de sua estratégia para o futuro e fez apostas massivas em blockchain e computação quântica.
  • Em outubro de 2018, a IBM comprou a Red Hat por US$34 bilhões, colocando a empresa em posição de competir com a Amazon e a Microsoft na computação em nuvem.
  • Esforços contínuos para manter as mulheres no mercado de trabalho incluem licença parental estendida, um programa de entrega de leite materno e retornos.

E aí, conhece alguma delas? Conta mais para gente sobre!

Quer conhecer outros nomes importantes em 2018? Entra nesse link.

Compartilhe este conteúdo para que mais pessoas sejam inspiradas!

Um beijo, tchau!

jan 16, 2019

3 autoras que falam sobre empreendedorismo

Opa, tudo bom?

Um grande prazer meu, e acredito que pode ser seu também, é conversar e trocar ideias com outras mulheres empreendedoras.

É enriquecedor poder trocar experiências, não só de empreendedorismo, mas do empreendedorismo do ponto de vista da mulher.

E como, em alguns momentos, você pode se encontrar um pouco solitária nesta caminhada, é importante você desenvolver seu networking para o bem-estar da sua carreira e da sua mente.

Caso trocar ideias, conversar com outras mulheres não seja o seu forte, não precisa culpar sua introspecção e timidez! Nada como um bom livro pra gente “conversar” com a autora, não é verdade?

Por isso e outros motivos, quero compartilhar com vocês 3 autoras que falam sobre empreendedorismo. Vamos lá?

1) Sophia Amoruso – Girl Boss

Eu já falei sobre este livro no meu canal. Faz alguns anos que eu li e pude ter grandes inspirações e lições através da história da autora. Questões essenciais como ter certeza que empreender é a sua praia, saber sobre riscos calculados são abordados de uma forma que eu achei incrível.

Para quem não conhece a Sophia, vou resumir BEM a história dela no empreendedorismo: Sophia começou aos 22 anos vendendo roupas usadas no eBay. Aos trancos e barrancos ela foi crescendo e desenvolvendo sua loja no eBay até que, 8 anos depois, ela se tornou CEO da Nasty Gal, uma loja virtual gigante, de mais de 100 milhões de dólares.

2) Linda Rottenberg – De Empreendedor e Louco Todo Mundo Tem Um Pouco. Perder o Juízo Pode Ser Um Bom Caminho

Se você conhece o empreendedorismo como é hoje, agradeça a ela. Linda Rottenberg foi pioneira no empreendedorismo global por 20 anos. Ela é formada pela Harvard College e pela Yale Law School e Co-fundadora do Endeavor Global, Inc. A partir da sua experiência profissional, da sua história como empreendedora, a autora ajuda você a entender e desenvolver o pensamento empreendedor. Algo que nos impulsiona, mas também nos paralisa e confunde se não a entendemos e conhecemos.

3) Liana Melo – Beleza Natural. A História da Rede de Cabeleireiros que Levantou a Autoestima das Brasileiras

Quem estudou um pouco dos casos mais conhecidos no empreendedorismo, com certeza já ouviu falar no Beleza Natural. O empreendimento que começou lá no Rio de Janeiro, depois de muitos testes, alguns que acabaram deixando o irmão de Zica careca, se tronou pioneiro no mercado de beleza voltado para os cabelos cacheados, junto com a parceria de Leila Velez.

A história do Beleza Natural é fundamental para você entender como um empreendimento atua na necessidade de grupos sociais e como a inovação pode levar até estes grupos uma solução. Zica Assis e Leila Velez, junto com seus sócios, são verdadeiras inspirações!

Espero muito que tenha gostado destas dicas! Tem mais alguma autora que você gosta e não encontrou aqui? Compartilha comigo aqui mesmo ou lá no perfil @elasonhaelafaz.

Compartilhe também este conteúdo para que outras mulheres conheçam a história de empreendedoras que cresceram com seus empreendimentos.

Um beijo, tchau!

jan 14, 2019

Conversa direta e clara: O que te impede de empreender?

Opa, tudo bom?

Já começo com esse choque de realidade: Você não avança mais por medo.

Sim, é duro. Sim, é difícil. E sim, eu também já tive momentos assim.

É normal do ser humano tomar uma ação mais protetiva quando a gente considera algo ameaçador.

Mas aí é que tá! O que é ameaçador? Será mesmo que tem fundamento a sua paralisia?

Agora a gente vai ter um papo bem direto e claro! Vamos conversar sobre o que te impede de começar?

Bora desconstruir juntas o que te faz travar e deixar agir o que você tem de bom, de potente e finalmente realizar seus desejos?

“Eu fracassei na minha última tentativa, Patricia.”

Bom, todo mundo tem uma experiência de fracasso. Não estou querendo desmerecer a sua, por favor! A questão é: Porque tem pessoas que conseguem se reerguer?

Quando a gente olha pro fracasso de uma forma mais ampla, observa os fatos que antecederam, a gente consegue tirar MUITO aprendizado. E segurança também, sabia?

“Mas como assim, Patricia?”

Quando você começou, na última tentativa, você com certeza não tinha conhecimento de algumas coisas que, naquele período de tempo, só a vivência ia te mostrar.

E você viveu, sentiu na pele o que deveria experimentar.

E olha, tá pra nascer aprendizado maior do que viver. Então, minha querida, você sabe exatamente que daquela forma, não é possível avançar.

E isto, caso você tenha percebido, dá uma segurança grande pra gente!

Então, ao invés de focar no que você deveria ter feito, que tal observar o que você aprendeu disto tudo? Que tal, também, adquirir novos conhecimentos a partir da nova perspectiva que o fracasso lhe proporcionou, hein?

“Patricia, eu não tenho situação financeira pra isso!”

Bom, quem me acompanha a mais tempo sabe do meu início no empreendedorismo. Não foi um passe de mágica e nunca vai ser! Inclusive, recomendo você ver o vídeo que eu gravei falando sobre como eu comecei.

Sendo ainda mais direta: Faça o que você pode, com o que tem, neste momento. Se você tem um trabalho fixo e quer ter seu próprio negócio, comece pequeno. Comece com os recursos que você tem.

Hoje, é possível baratear muito a sua produção, simplificar processos e otimizar o seu tempo.

Começando, você vai ter algo que é tão importante quanto dinheiro: Conhecimento de mercado.

“Patricia, até comecei, mas chega a um ponto que eu fico perdida!”

Olha, fico feliz que tenha dado o primeiro passo. Este passo já é desafiador. Comemore!

E sei que, com as tarefas rotineiras, o fato de que as contas chegam e você tem que ter dinheiro agora e, com isso, fica difícil pensar no futuro quando se tem coisas agora tirando a sua paz.

Mas, quando a gente começa, tem algumas ações que são FUNDAMENTAIS para você conseguir fazer as suas decisões no futuro.

Uma delas é o plano de negócio. Você precisa saber realmente como vai ser o seu empreendimento. Isso vai te economizar energia preciosa para lidar com o trabalho.

Segundo é o plano estratégico. Eu já falei sobre isso aqui no site e pode te ajudar muito a tomar decisões no futuro.

E um bônus: Planejamento criativo. Sim, existe uma forma de organizar o seu potencial criativo!

Ter este material em mãos vai fazer com que você veja com mais clareza o que pode tender a ocorrer no futuro, te dando mais segurança para fazer decisões estratégicas.

“Mas, no dia-a-dia, Patricia?”

Bom, aqui o que eu faço é listar minhas metas e organizá-las entre o que são relevantes para o meu negócio e o que não são tão importantes.

Depois eu fragmento as metas importantes em submetas e organizo entre os dias da semana. Assim eu não fico louca com tanta coisa na minha mente e consigo ser mais objetiva no meu trabalho!

Importante que isso aqui eu não considerei as tarefas que eu posso delegar, o que também ajuda demais!

Tem mais alguma coisa que te impede? Me conta! Minha experiência empreendedora pode te ajudar e terei o maior prazer em fazer isso.

Compartilha com aquela sua amiga ou amigo que quer empreender e não consegue começar. Ou com seu feed todo, também pode.

Um beijo, tchau!