Arquivos da tag: Estudo

dez 5, 2018

As etapas que definem o crescimento de uma empresa

Opa, tudo bom?

Um dos benefícios de ser inspirada é observar no outro uma série de etapas que fizeram aquela pessoa ou instituição chegar na sua atual situação.

E isso não só basta observar superficialmente como aquela empreendedora está neste momento ou o que aquele business faz atualmente…

É importante olharmos mais a fundo que etapas foram vencidas para que aquele estado tenha te inspirado tanto.

Até porque, as coisas não se transformam assim tão rápido, não é mesmo?

E falando em etapas, inspiração e empreendimentos, a gente também tem um certo padrão, uma série de etapas que define o crescimento de uma empresa.

E aqui eu vou explicar estas etapas que definem o crescimento de uma empresa.

#1 – SUA PRESENÇA

A primeira etapa do crescimento de uma empresa se define, superficialmente na figura da empreendedora, mas pode ser que tenha 1 ou 2 sócios.

O empreendimento consiste no início daquela ideia incrível que teve. É a inspiração se tornando real.

Aqui a paixão está à mil, a busca por uma cartela consistente de cliente é alta e pouco se sabe sobre o futuro. São apenas descobertas que irão clareando sua visão.

Por não termos uma visão clara do futuro, a gente só vai saber na prática se o caminho feito foi certo. Então, aproveite seu início para focar nas VENDAS.

Aparências e tecnologia são adquiridas depois que seu início está estabilizado.

Não tenha medo de mudar logo no início. É normal isto acontecer! Ajuste seu público-alvo, o posicionamento do seu empreendimento, o produto, como vende, onde vende. Experimente até acertar.

Com um bom começo, um bom faturamento virá.

#2 – SEU DESAFIO

Nesta etapa, você encontra uma empreendedora com uma alta margem de lucro e muito trabalho.

Suas vendas estão indo muito bem e, consequentemente, você vai precisar formar uma equipe e delegar tarefas.

As dúvidas e inseguranças virão, esteja certa disto.

Mas lembre-se de que:

  • Você tem certa estabilidade no fluxo de caixa;
  • O desafio te mostra novos caminhos;
  • Sua inspiração também passou por isso. Você também consegue.

Como falei dos desafios como caminhos, por onde seguir?

  • Desenvolva sua capacidade de gestão;
  • Aprenda a delegar tarefas, contratar, controlar e motivar equipes;
  • Organize o caos.

 

#3 – SEU AVANÇO

Seu empreendimento está em crescimento e é prazeroso ver seu sonho avançando em comparação com outras empresas.

É provável que você se encontre como inspiração para outras mulheres empreendedoras.

Bom, essas mulheres inspiradas não estão na sua pele. O avanço requer aprendizado. O aprendizado requer desafios. Serão muitos nesta etapa.

Você está vendendo muito bem, mas não consegue entregar uma boa experiência pós-venda. Sua equipe ainda não está alinhada ou ainda não possui pessoal suficiente pra entregar.

Várias pessoas entram e saem da sua empresa, suas decisões são muito mais delicadas, é difícil encontrar profissionais qualificados, você encontrará alguns custos exagerados.

Sim, será estressante. Mas serão vivências que você pode desenvolver:

  • Sua capacidade de gestão de pessoas e financeira;
  • A organização, cultura e processos da sua empresa (MUITO IMPORTANTE);
  • Seu mindset como empreendedora.

É como se você encontrasse um chefão de um game que parece que qualquer deslize fará com que você perca o jogo. Mas lembre-se de que você ainda pode contratar pessoas boas, com tempo para isso. Mais importante que o final do caminho, é com quem você vai caminhar.

#4 – SEU CONHECIMENTO

Aqui eu defini esta etapa do crescimento de uma empresa como conhecimento porque você passou da fase do aprendizado, dos desafios, e isto irá gerar conhecimento para você e sua equipe.

O interessante do conhecimento é que assim é possível transformar mais o que está dentro do que está fora. E esta é a questão desta etapa.

Você terá pouco tempo disponível para contratar pessoas. Pelo contrário, você verá uma necessidade maior de pôr mais produtos em oferta e mais pessoas para colaborar.

Lembra que eu falei em um dos pontos da etapa #3 que a organização, cultura e processos da sua empresa são muito importantes? Lembra que eu falei agora que a vantagem do conhecimento é transformar ainda mais o que está dentro?

Então. Neste momento você poderá encontrar regras, processos e mecanismos que atrasam a atividade interna.

Coisas que não foram questionadas, transformadas, melhoradas, por conta da loucura que era a etapa do avanço.

Neste momento, com conhecimento, você e sua equipe podem flexibilizar, agilizar e construir processos, organizações e culturas mais inteligentes.

Se sua empresa já foi avançando desta forma, ótimo! Você pode focar a atenção em outros pontos.

Um exemplo é a decisão. Agora você terá que se embasar muito suas decisões em planejamentos estratégicos e informações relevantes.

Surgirão muitas oportunidades de parcerias e campanhas. Cabe a você dizer com sabedoria o NÃO para quem não está alinhado à estratégia do negócio.

Sobrarão as pessoas e grupos que são capazes de trabalhar de acordo com as diretrizes estratégicas.

Isto irá render um crescimento absurdamente alto!

#5 – SEU VÔO

Sua empresa está praticamente funcionando sozinha e parcerias e contratos milionários estão sendo feitos.

Apesar deste avanço todo, qualquer erro pode gerar também quedas imensas. Não esqueça que você está em vôo.

Ainda é muito importante manter uma boa cultura organizacional, processos eficientes e visão alinhada ao planejamento estratégico da empresa.

No entanto, você e suas sociais se encontrarão com a paixão pelo empreendimento mais fraca e o dilema entre vender a empresa e continuar baterá a sua porta.

Independente das escolhas feitas, tenha muita clareza e embasamento para as suas decisões.

Bom, espero que tenha gostado deste conteúdo! São informações que podem ajudar você a organizar sua mente nas diferentes fases da carreira empreendedora.

Conhece alguém que esteja em alguma destas etapas? Compartilha pra ela e ajude-a também a ser uma pessoa que inspira.

Um beijo, tchau!

nov 21, 2018

Entendendo a gestão de pessoas: Seja uma líder!

Opa, tudo bom?

O trabalho no empreendedorismo está muito próximo das relações e gestão de pessoas. Mas ainda é difícil para você aplicar isso na sua carreira?

Bom, não é por menos, a gestão de pessoas é um esforço que exige atenção em pontos intangíveis como comportamentos, reações e visão da compreensão de seus colaboradores. Mas entendo como a gestão de pessoas funciona, se torna mais fácil direcionar a sua atenção e compreender mecanismos de melhoria do ambiente de trabalho.

Acredito que você será uma boa líder!

Por isso, eu quero compartilhar com você os conceitos básicos para entender a gestão de pessoas e você crescer ainda mais como uma empreendedora conceituada.

A gente pode dividir os conceitos básicos da gestão de pessoas em:

  • Competência;
  • Complexidade;
  • Processo de desenvolvimento;
  • Transição de carreira.

Começando pela competência, vamos entender o que significa esta palavra no ambiente empreendedor?

Antigamente as instituições consideram uma pessoa competente, aquela que tinha um longo tempo de atividade na empresa, que tinha muito tempo de casa. Isso porque as atividades eram simples, na maioria das vezes eram repetitivas e sem inovação.

A partir da década de 90, este conceito foi se transformando aqui no Brasil, considerando uma pessoa competente aquela que consegue mais resultados para a instituição. Mas como enxergar uma pessoa que pode levar bons resultados para o meu business?

De acordo com a escola Americana, uma pessoa competente era aquela que tinha conhecimento e habilidades, simplesmente. Mas também chegou a escola francesa, com a visão de competência como alguém não só possui habilidades, mas que tem capacidade de agir para o resultado. Aquela pessoa que consegue mobilizar as habilidades para atender uma demanda do contexto que trabalha é, de acordo com a escola francesa, uma pessoa competente.

Mas aí você deve se perguntar: o que é demanda do contexto?

É simplesmente o conjunto de “problemas” que a pessoa que está em um determinado cargo deve atender e solucionar. Por exemplo, um padeiro tem como demanda do contexto produzir uma certa quantidade de pães para um período de tempo. Acontece que, conforme a demanda do contexto fica mais complexo, mais intangível fica a ação baseadas nas habilidades e competências do indivíduo. Por exemplo, perceber o impacto do seu trabalho para as outras pessoas que trabalham com você é uma habilidade bem mais intangível. Esta é uma visão sistêmica da demanda do contexto. Outro exemplo é quando percebemos que um trabalho realizado neste momento pode surtir um efeito negativo daqui a 2 anos. Esta é uma visão estratégica da demanda do contexto.

Hoje, não basta somente ter habilidades. Saber como usá-las e estabelecer as ações de acordo com os valores da instituição é importante para construir um ambiente de trabalho favorável e promissor.

Em contrapartida, nós como gestores de pessoas devemos construir um ambiente de organização que seja favorável para que os colaboradores apliquem suas capacidades, dentro dos valores da instituição. Comunicar de forma clara as expectativas de entrega é uma das ações que o gestor pode e deve fazer para que os colaboradores entendam de forma clara as demandas do contexto cada vez mais intangíveis, além de um ambiente favorável para realização do trabalho.

Agora, falando sobre a complexidade, é necessário entendermos que, conforme a complexidade das atividades vai aumentando, o valor agregado à instituição também vai aumentando, melhores resultados serão vistos no empreendimento. Acredito que você tenha buscado maiores responsabilidades na vida, mais do que 2 anos atrás, por exemplo. Certo? Com isso, a sua visão sobre a vida e as pessoas mudou, não é verdade? Não que fosse ruim, mas seu comportamento muda por conta da mudança do seu ponto de vista. É assim que funciona a complexidade no trabalho. Conforme vai crescendo em um empreendimento, sua visão das pessoas e da empresa muda e suas ações internas também vão mudando. Este ambiente todo que mostrei para você se resume, na gestão de pessoas na palavra desenvolvimento. Uma pessoa se desenvolve conforme vai incorporando novas responsabilidades e atividades mais complexas, afim de conquistar satisfação profissional, se sentir importante no business, entre outros motivos que trazem benefícios, além do ônus da complexidade.

E com o crescimento do desenvolvimento de um indivíduo na instituição também tem uma visão operacional definida como carreira. O crescimento do desenvolvimento, das complexidades, vai definindo para gente a visão de uma carreira.

Tá, mas o que isso ajuda na gestão?

Bom, imagina que você tem o trabalho de analista júnior. Conforme vai atuando, vai adquirindo mais responsabilidades, a complexidade aumenta, desafios são vencidos. É natural que você não se sinta mais uma analista júnior, mas sim uma analista sênior. No entanto, a empresa mantém seu “rótulo” de júnior. Querendo ou não, nos importamos com isso. E, por um motivo qualquer, você decide ir para uma outra organização. Lá você realiza as mesmas coisas que fazia na outra empresa. A diferença é que você recebe o “rótulo” de analista sênior. Isto quer dizer que o líder desta segunda organização a reconhece melhor do que o líder da primeira empresa? De certa forma, sim. E isto faz a diferença na gestão de pessoas e no desenvolvimento do seu conjunto de colaboradores.

A gestão da complexidade também interfere na qualidade do trabalho e também diretamente na vida do colaborador. É muito comum acontecer de ocuparmos um posto de trabalho e recebermos mais e mais responsabilidades ao longo do tempo. Em algum momento nós não resistiremos à pressão que carregamos e afetará o trabalho ou nossa própria saúde. É por conta disto que gerir a carreira é importante para decidirmos, por exemplo, quando devemos transformar uma equipe única em dois grupos atuantes no setor, ou reorganizar os colaboradores de um setor.

Um fator que, através de pesquisas, foi verificado é que conforme um profissional é capaz de agregar mais valor à instituição, maior é sua remuneração. Isto acontece porque a relação é baseada na oferta e demanda, um fator microeconômico. Se eu preciso de um profissional altamente especializado, devemos ter em mente que a oferta de mão de obra deste nível é rara e, portanto, devemos remunerar mais.

Bom, a gente viu que, conforme o profissional vai adquirindo mais complexidades, vai crescendo sua carreira e, consequentemente, vai aumentando sua remuneração. Mas como funciona o processo de desenvolvimento?

O que foi observado em pesquisas no Brasil e no exterior foi que a pessoa vai adquirindo maior complexidade no trabalho na mesma relação em que ela consegue ampliar sua visão do contexto, seu nível de abstração. É importante observa que esta relação acontece simultaneamente. E o que faz uma pessoa aumentar seu nível de abstração? É a vivência e a formação.

Bom, observando isto, podemos ver que não dá para alguém crescer se não houver algum desafio na vida que nos faça ganhar maior vivência e maior formação para que, passado os desafios, ganhemos mais capacidade de abstração e assim continuar o processo de ganho de complexidade no trabalho. Como esta constatação, a gente pode ver que fazer a mesma coisa sempre e esperar resultados diferentes é insanidade e que observar os desafios da nossa vida como formas de se desenvolver é muito mais saudável. Nossa postura se torna mais responsável e temos mais chances de crescer.

Como gestor de pessoas, é importante construir um ambiente de desafios para que sua equipe possa ter meios de crescer. Nem sempre isto é confortável. As pessoas podem achar que não são capazes de crescer e possuem conflitos que fazem ver o desafio como algo ruim para ele. No entanto, é dever do líder fazer a equipe observar nos desafios como forma de desenvolvimento, além de formar um ambiente de alinhamento de equipe, de fortalecimento da sintonia entre os integrantes de um setor.

Falamos sobre competência, carreira e desenvolvimento. Vamos falar agora na transição de carreira.

Vimos como funciona o desenvolvimento e que isto altera a carreira do profissional. Agora veremos como funciona a transição de carreira. Imagine que um profissional mude de carreira e tenha um emprego novo. Esta pessoa pode se encontrar em um ambiente novo, mas terá capacidade de adquirir um nível de complexidade igual ao que tinha no emprego antigo. Ela vai se adaptar muito mais rapidamente. O que está relacionado a isto não é suas habilidades, seu conhecimento, mas sim a sua capacidade de usar seus recursos para o trabalho que está responsável, ou seja, seu nível de abstração. Então, podemos ver que o que importa mesmo é o que o profissional é capaz de realizar com o que sabe, e não simplesmente o seu conhecimento, suas habilidades. A vivência tem fator relevante para o profissional!

Dentro do seu empreendimento, haverá profissionais que se destacarão e, inevitavelmente terá a chance de ser promovido. Por exemplo, ele trabalha na área técnica e poderá ser promovido para a área gerencial daquele setor. Ele viverá uma transição de carreira e isto não é tão fácil assim. Na verdade, de acordo com estudos, é comparável o estresse de uma transição de carreira com uma separação conjugal. Então, como gestora de pessoas, é fundamental que você perceba este possível ganho de estresse do profissional e construir um ambiente em que o profissional conheça melhor o posto de trabalho que irá trabalhar no futuro. O que geralmente é feito e é muito prejudicial para o colaborador e para a instituição é colocar este profissional no novo posto de trabalho e ver no que vai dar. Se não der certo, você diz que não deixou de dar a oportunidade, se deu certo, fico satisfeita pela decisão. Por isso, mostrar de forma gradativa o novo ambiente de carreira é vantajoso. Isso também se reflete em mudanças de carreira do nível gerencial/tático para um nível de diretoria/estratégico. O processo sucessório ajuda o profissional a se adaptar ao conjunto de complexidades e demandas do contexto e consegue construir um conjunto de ações que as atendam.

Assim, a gente termina essa introdução e espero que saia daqui entendendo a gestão de pessoas um pouquinho mais. Há muito a ser falado sobre gestão de pessoas. Caso goste do tema, comenta lá no @elasonhaelafaz que eu produzo novos textos para você se desenvolver ainda mais como uma gestora de pessoas e ser uma ótima líder.

Conhece alguém que precisa ler este conteúdo? Compartilha então e amplie esta comunidade linda de colaboração do empreendedorismo feminino. Ajude outras mulheres a sonhar e fazer acontecer!

Um beijo, tchau!

 

nov 9, 2018

Intensivo para a sua carreira empreendedora: Conheça a SGE

Opa, tudo bom?

Hoje eu vim compartilhar com vocês uma dica incrível para quem busca um intensivo para a sua carreira empreendedora. Tenho certeza que você vai gostar!

Por mais de 10 anos estou na carreira empreendedora e durante este tempo tive muitos parceiros, mentoras e oportunidades de negócios através de conteúdo relevante trocado por pessoas e empresas. Mas este é um dos grandes momentos que aguardamos chegar, ansiosamente.

Eu estou falando da Semana Global do Empreendedorismo.

Em diversos pontos do mundo são produzidos eventos, palestras e atividades que abordam o empreendedorismo e suas mais variadas questões, como o empreendedorismo feminino por exemplo.

Durante a semana do dia 12 até o dia 18 de novembro, teremos aqui no Brasil muitas atividades que visam capacitar tecnicamente e também na prática pessoas que se interessam pelo assunto, que querem começar a carreira ou já possuem uma carreira empreendedora e querem se atualizar. Para todo mundo há uma chance de se desenvolver!

E é claro que o #elasonhaelafaz não ia ficar de fora, não é mesmo?

Durante a semana do dia 12 a 18 de novembro teremos vídeos no canal TODOS OS DIAS! Além disso, você vai encontrar aqui no blog assuntos mais especializados, no perfil do Instagram teremos dicas e insights para motivar sua semana e avançar ainda mais para a realização dos seus objetivos.

Serão dias importantes que daremos uma atenção ainda mais especial para você que, assim como eu, encontrou sua paixão no empreendedorismo! Até mesmo você, que ainda pretende mergulhar de cabeça nos seus projetos empreendedores, mas não se encontrou por completo, você também terá espaço aqui e nas outras plataformas para se descobrir e trabalhar de acordo com suas paixões e sentir que realmente está agindo para transformar o mercado e a vida das pessoas.

Acompanhe as plataformas para se informar, conseguir insights, se desenvolver e também participar com experiências, sugestões, dúvidas e com seu conhecimento. Vai ser um ótimo intensivo para a sua carreira empreendedora. Tenho certeza que serão dias inspiradores!

E aí, vamos com tudo?!

Um beijo, tchau!

Quer saber mais sobre o SGE? Entra aqui.

 

ago 21, 2018

Preguiça não existe. Saiba o porquê.

Opa, tudo bom?

Nessa jornada empreendedora, nós dedicamos grande parte do nosso tempo se aperfeiçoando e estudando nossas ações para sempre melhorar. Até porque, por mais se sejamos mais afinadas na ação, sempre tem um ponto a melhorar aqui e ali. E qual é o assunto mais temido quando falamos em ação? É a preguiça. Coisa simples, que atrapalha demais a nossa vida!

Hoje eu vim aqui para compartilhar com vocês algumas dicas valiosas sobre isso. Quero mostrar que preguiça não existe! Fica comigo que vou explicar melhor. Vamos lá?

Eu já falei sobre preguiça e dei dicas importantes que podem ajudar você a começar a se livrar deste hábito. Mas como nos envolvemos com empreendedorismo, sabemos que nossa produtividade conta muito na realização dos nossos sonhos. E por isso, momentos perdidos de forma banal são extremamente prejudiciais.

Mas como assim preguiça não existe?

Aposto que você está curiosa, não é mesmo? Bom, pode parecer estranho, mas na verdade é que o que chamamos de preguiça, não é beeeem isso. Bom, acho que os dados que eu vou compartilhar com você aqui vão explicar melhor.

A psicóloga social, escritora e professora de psicologia desde 2012, Erika Price, analisou por 6 anos estudantes e profissionais perderem prazos, não conseguirem concluir suas tarefas, desperdiçar tempo precioso. Quando observamos ações parecidas, é comum encontrarmos pensamentos e discursos que simplesmente julgam estes comportamentos. No entanto, Erika foi além e quis entender a situação e contexto que estas pessoas se encontram e o porquê deles agirem desta forma.

ela diz: “Quando vejo um aluno não conseguir concluir tarefas, perder prazos ou não entregar resultados em outros aspectos de sua vida, pergunto: quais são os fatores situacionais que mantêm esse aluno a sua volta? Quais necessidades atualmente não estão sendo atendidas? E quando se trata de “preguiça” comportamental, fico especialmente comovida em perguntar: quais são as barreiras para a ação que não posso ver?”.

Então, sua fala já esclarece muito do nosso questionamento! Na verdade, a preguiça deve ser chamada, em alguns casos, de barreira invisível. Isto por que ela defende que nossas ações são baseadas nas situações e contextos que vivemos. Como exemplo e inspiração, ela cita o trabalho de uma escritora chamada Kimberly Longhofer. Ela estudou o comportamento dos sem-teto dos EUA, sobretudo a tendência de iniciarem vícios em álcool e cigarros. Assim como Erika, Kimberly também observou o contexto e situação pelo qual estas pessoas passam para explicar o motivo pelo qual pessoas de rua entram em dependência química.

Mas voltando para a preguiça, ou barreiras invisíveis, quando tocamos neste assunto, pensamos o quanto é negativo moralmente deixar de fazer algo por “preguiça”. No entanto, deixamos de lado a situação e contexto que nos leva a não fazer algo. Então focamos na culpa que sentimos ao não fazer a tarefa, o que acaba nos paralisando ainda mais e conscientemente escolhemos a auto sabotagem. Na verdade, quando estamos com o desejo grande em começar um empreendimento, temos duas situações que surgem, geralmente:

  • Sofrimento por conta da ansiedade em realizar suas ações de forma correta e nunca achá-las boa o bastante;
  • Confusão em encontrar o caminho para começar.

Com isso, é certo de que nos sentimos paralisados, e, sem um entendimento amplo da realidade, encaramos como um ato de preguiça. Mas na verdade, não tem nada a ver com motivação, força de vontade e disposição, e sim com medo de fracassar, ou falta de conhecimento em como começar um empreendimento enorme e complicado.

Ninguém escolhe fracassar.

Escolher falhar não tem sentido e nunca vai ter! A questão é que há uma razão pelo qual você ou alguém não está realizando uma tarefa como deveria, ou se atrasando sempre para seus compromissos. Temos toda a capacidade para se desenvolver e crescer. Caso não esteja conseguindo, é porque você ou alguém precisa de ajuda para entender a situação e assim, por conta própria, encontrar mecanismos para progredir. E isso é totalmente normal!

O que quero levantar aqui é que considerar tudo como “preguiça” é desconsiderar partes importantes da sua vida ou do outro. A gente tem é que considerar que também há limitações se manisfestando e que elas são legítimas. Entendê-las é primordial para que você crie formas para vencê-las e continuar se desenvolvendo.

E aí, quais são as suas barreiras invisíveis?

Espero que encontre a resposta!

É isso. Espero que tenha gostado do texto! Compartilhe este conteúdo e ajude mais pessoas a vencerem a procrastinação e realizarem seus sonhos. Comente aqui se você conhece alguma barreira invisível sua, se faz algo para vencê-la, se tem alguma dica valiosa…

Um beijo, tchau!

*****

Assine a newsletter e receba informações valiosas

sobre empreendedorismo e tudo que envolve o universo #elasonhaelafaz.

http://bit.ly/ListaDaPatri

 

jan 8, 2018

4 DICAS PARA FORTALECER SEU NEGÓCIO

OPA! E aí? Quer saber como fortalecer seu negócio? Vou te dar 4 dicas especiais!

Você já tem em mente o que fazer para empreender e conquistar seu sonho, não é? Saiba que não é só isso que você precisa fazer para alcançar o sucesso. Você precisa fortalecer seu negócio para que os concorrentes não te ultrapassem! Mas como fazer isso? É mais simples do que você pensa e eu vou te mostrar AGORA.

Indo direto ao assunto, vamos conhecer as cinco forças de Porter. Não é Potter, gente! É Porter mesmo. Michael Porter criou no final dos anos 1970 um modelo para que QUALQUER empresa possa se fortalecer contra as ameaças do mercado, principalmente a concorrência. É muito importante você saber o que seus concorrentes estão fazendo e se estão chegando novos players, para que você esteja preparada e mantenha seu negócio próspero. Vamos lá?

5 forças de porter

Aqui em cima você pode ver o desenho do modelo completo de Porter. Vou explicar para você etapa por etapa, para que você termine de ler entendendo tudo e já aplique no seu empreendimento. Vem!

 

  1. Você consegue negociar com seus fornecedores?

É muito importante que você tenha, no modo geral, um bom relacionamento com seus fornecedores e, sobretudo, poder de negociação com eles. Assim você consegue garantir que seus fornecedores continuem sendo seus parceiros e não migrem para a concorrência. É preciso convencê-los sempre de que é um ótimo negócio ser sua parceira!

 

  1. Sabe quais produtos podem desestabilizar seu negócio?

Saber o que os concorrentes estão oferecendo para seu público pode te colocar a frente no mercado, viu? Pesquise sobre produtos/serviços que possam ameaçar seu negócio e assim você pode planejar formas de manter seus clientes fiéis à sua marca. É importante lembrar que nem sempre a empresa que oferece um produto ou serviço parecido com o seu é um concorrente direto. Pode ser que estas empresas trabalhem com públicos diferentes, o que pode interferir pouco ou nada no seu negócio.

 

  1. Seus clientes tem uma boa relação com você?

Isso não precisa nem ser falado, né? Sabemos o quão importante é ter uma boa relação com o cliente. A falta deste cuidado pode ser, além de negativo para seu negócio, positivo para a concorrência, podendo dificultar ainda mais o seu crescimento! Para isso não acontecer, é necessário que você construa uma relação de negociação com os clientes favorável ao seu business e também para seu público. Eles terão maior segurança em comprar e fidelidade com sua marca. Você terá mais certeza de que seu cliente irá voltar para o seu negócio com muito mais facilidade e menor risco dele te trocar pela concorrência.

 

  1. Será que tem concorrência nova no mercado?

Novo concorrente no mercado pode significar um novo posicionamento que atraia o seu cliente que comprava com você. Por isso, fique de olho nos novos players que podem chegar no mercado. Eles podem oferecer um serviço ou produto com um diferencial que o seu cliente desejava e você perderá a chance de mantê-los perto do seu empreendimento. Isso também significa que você precisará se adaptar ao mercado para continuar atuante, mas isto irei falar mais pra frente.

Basicamente, as cinco forças de Porter ajudam seu business a ficar mais preparado para se manter no mercado por muito mais tempo. Agora você tem uma visão mais objetiva do que fazer em relação às ameaças que podem derrubar seu negócio. Espero que tenha gostado e quero ver você estudando e aplicando esta dica no seu empreendimento!  AH, e se você quer entender melhor como isso tudo funciona, veja meu vídeo em que falo justamente disso, de uma forma mais descontraída. Aposto que você vai gostar!

Tem alguma dúvida, quer dar mais dicas ou falar sobre o conteúdo?  Comente aqui embaixo que estou animada para responder todas vocês!

Um beijo, tchau!

*****
Assine a newsletter e receba informações valiosas

sobre empreendedorismo e tudo sobre o universo #elasonhaelafaz.