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nov 21, 2018

Entendendo a gestão de pessoas: Seja uma líder!

Opa, tudo bom?

O trabalho no empreendedorismo está muito próximo das relações e gestão de pessoas. Mas ainda é difícil para você aplicar isso na sua carreira?

Bom, não é por menos, a gestão de pessoas é um esforço que exige atenção em pontos intangíveis como comportamentos, reações e visão da compreensão de seus colaboradores. Mas entendo como a gestão de pessoas funciona, se torna mais fácil direcionar a sua atenção e compreender mecanismos de melhoria do ambiente de trabalho.

Acredito que você será uma boa líder!

Por isso, eu quero compartilhar com você os conceitos básicos para entender a gestão de pessoas e você crescer ainda mais como uma empreendedora conceituada.

A gente pode dividir os conceitos básicos da gestão de pessoas em:

  • Competência;
  • Complexidade;
  • Processo de desenvolvimento;
  • Transição de carreira.

Começando pela competência, vamos entender o que significa esta palavra no ambiente empreendedor?

Antigamente as instituições consideram uma pessoa competente, aquela que tinha um longo tempo de atividade na empresa, que tinha muito tempo de casa. Isso porque as atividades eram simples, na maioria das vezes eram repetitivas e sem inovação.

A partir da década de 90, este conceito foi se transformando aqui no Brasil, considerando uma pessoa competente aquela que consegue mais resultados para a instituição. Mas como enxergar uma pessoa que pode levar bons resultados para o meu business?

De acordo com a escola Americana, uma pessoa competente era aquela que tinha conhecimento e habilidades, simplesmente. Mas também chegou a escola francesa, com a visão de competência como alguém não só possui habilidades, mas que tem capacidade de agir para o resultado. Aquela pessoa que consegue mobilizar as habilidades para atender uma demanda do contexto que trabalha é, de acordo com a escola francesa, uma pessoa competente.

Mas aí você deve se perguntar: o que é demanda do contexto?

É simplesmente o conjunto de “problemas” que a pessoa que está em um determinado cargo deve atender e solucionar. Por exemplo, um padeiro tem como demanda do contexto produzir uma certa quantidade de pães para um período de tempo. Acontece que, conforme a demanda do contexto fica mais complexo, mais intangível fica a ação baseadas nas habilidades e competências do indivíduo. Por exemplo, perceber o impacto do seu trabalho para as outras pessoas que trabalham com você é uma habilidade bem mais intangível. Esta é uma visão sistêmica da demanda do contexto. Outro exemplo é quando percebemos que um trabalho realizado neste momento pode surtir um efeito negativo daqui a 2 anos. Esta é uma visão estratégica da demanda do contexto.

Hoje, não basta somente ter habilidades. Saber como usá-las e estabelecer as ações de acordo com os valores da instituição é importante para construir um ambiente de trabalho favorável e promissor.

Em contrapartida, nós como gestores de pessoas devemos construir um ambiente de organização que seja favorável para que os colaboradores apliquem suas capacidades, dentro dos valores da instituição. Comunicar de forma clara as expectativas de entrega é uma das ações que o gestor pode e deve fazer para que os colaboradores entendam de forma clara as demandas do contexto cada vez mais intangíveis, além de um ambiente favorável para realização do trabalho.

Agora, falando sobre a complexidade, é necessário entendermos que, conforme a complexidade das atividades vai aumentando, o valor agregado à instituição também vai aumentando, melhores resultados serão vistos no empreendimento. Acredito que você tenha buscado maiores responsabilidades na vida, mais do que 2 anos atrás, por exemplo. Certo? Com isso, a sua visão sobre a vida e as pessoas mudou, não é verdade? Não que fosse ruim, mas seu comportamento muda por conta da mudança do seu ponto de vista. É assim que funciona a complexidade no trabalho. Conforme vai crescendo em um empreendimento, sua visão das pessoas e da empresa muda e suas ações internas também vão mudando. Este ambiente todo que mostrei para você se resume, na gestão de pessoas na palavra desenvolvimento. Uma pessoa se desenvolve conforme vai incorporando novas responsabilidades e atividades mais complexas, afim de conquistar satisfação profissional, se sentir importante no business, entre outros motivos que trazem benefícios, além do ônus da complexidade.

E com o crescimento do desenvolvimento de um indivíduo na instituição também tem uma visão operacional definida como carreira. O crescimento do desenvolvimento, das complexidades, vai definindo para gente a visão de uma carreira.

Tá, mas o que isso ajuda na gestão?

Bom, imagina que você tem o trabalho de analista júnior. Conforme vai atuando, vai adquirindo mais responsabilidades, a complexidade aumenta, desafios são vencidos. É natural que você não se sinta mais uma analista júnior, mas sim uma analista sênior. No entanto, a empresa mantém seu “rótulo” de júnior. Querendo ou não, nos importamos com isso. E, por um motivo qualquer, você decide ir para uma outra organização. Lá você realiza as mesmas coisas que fazia na outra empresa. A diferença é que você recebe o “rótulo” de analista sênior. Isto quer dizer que o líder desta segunda organização a reconhece melhor do que o líder da primeira empresa? De certa forma, sim. E isto faz a diferença na gestão de pessoas e no desenvolvimento do seu conjunto de colaboradores.

A gestão da complexidade também interfere na qualidade do trabalho e também diretamente na vida do colaborador. É muito comum acontecer de ocuparmos um posto de trabalho e recebermos mais e mais responsabilidades ao longo do tempo. Em algum momento nós não resistiremos à pressão que carregamos e afetará o trabalho ou nossa própria saúde. É por conta disto que gerir a carreira é importante para decidirmos, por exemplo, quando devemos transformar uma equipe única em dois grupos atuantes no setor, ou reorganizar os colaboradores de um setor.

Um fator que, através de pesquisas, foi verificado é que conforme um profissional é capaz de agregar mais valor à instituição, maior é sua remuneração. Isto acontece porque a relação é baseada na oferta e demanda, um fator microeconômico. Se eu preciso de um profissional altamente especializado, devemos ter em mente que a oferta de mão de obra deste nível é rara e, portanto, devemos remunerar mais.

Bom, a gente viu que, conforme o profissional vai adquirindo mais complexidades, vai crescendo sua carreira e, consequentemente, vai aumentando sua remuneração. Mas como funciona o processo de desenvolvimento?

O que foi observado em pesquisas no Brasil e no exterior foi que a pessoa vai adquirindo maior complexidade no trabalho na mesma relação em que ela consegue ampliar sua visão do contexto, seu nível de abstração. É importante observa que esta relação acontece simultaneamente. E o que faz uma pessoa aumentar seu nível de abstração? É a vivência e a formação.

Bom, observando isto, podemos ver que não dá para alguém crescer se não houver algum desafio na vida que nos faça ganhar maior vivência e maior formação para que, passado os desafios, ganhemos mais capacidade de abstração e assim continuar o processo de ganho de complexidade no trabalho. Como esta constatação, a gente pode ver que fazer a mesma coisa sempre e esperar resultados diferentes é insanidade e que observar os desafios da nossa vida como formas de se desenvolver é muito mais saudável. Nossa postura se torna mais responsável e temos mais chances de crescer.

Como gestor de pessoas, é importante construir um ambiente de desafios para que sua equipe possa ter meios de crescer. Nem sempre isto é confortável. As pessoas podem achar que não são capazes de crescer e possuem conflitos que fazem ver o desafio como algo ruim para ele. No entanto, é dever do líder fazer a equipe observar nos desafios como forma de desenvolvimento, além de formar um ambiente de alinhamento de equipe, de fortalecimento da sintonia entre os integrantes de um setor.

Falamos sobre competência, carreira e desenvolvimento. Vamos falar agora na transição de carreira.

Vimos como funciona o desenvolvimento e que isto altera a carreira do profissional. Agora veremos como funciona a transição de carreira. Imagine que um profissional mude de carreira e tenha um emprego novo. Esta pessoa pode se encontrar em um ambiente novo, mas terá capacidade de adquirir um nível de complexidade igual ao que tinha no emprego antigo. Ela vai se adaptar muito mais rapidamente. O que está relacionado a isto não é suas habilidades, seu conhecimento, mas sim a sua capacidade de usar seus recursos para o trabalho que está responsável, ou seja, seu nível de abstração. Então, podemos ver que o que importa mesmo é o que o profissional é capaz de realizar com o que sabe, e não simplesmente o seu conhecimento, suas habilidades. A vivência tem fator relevante para o profissional!

Dentro do seu empreendimento, haverá profissionais que se destacarão e, inevitavelmente terá a chance de ser promovido. Por exemplo, ele trabalha na área técnica e poderá ser promovido para a área gerencial daquele setor. Ele viverá uma transição de carreira e isto não é tão fácil assim. Na verdade, de acordo com estudos, é comparável o estresse de uma transição de carreira com uma separação conjugal. Então, como gestora de pessoas, é fundamental que você perceba este possível ganho de estresse do profissional e construir um ambiente em que o profissional conheça melhor o posto de trabalho que irá trabalhar no futuro. O que geralmente é feito e é muito prejudicial para o colaborador e para a instituição é colocar este profissional no novo posto de trabalho e ver no que vai dar. Se não der certo, você diz que não deixou de dar a oportunidade, se deu certo, fico satisfeita pela decisão. Por isso, mostrar de forma gradativa o novo ambiente de carreira é vantajoso. Isso também se reflete em mudanças de carreira do nível gerencial/tático para um nível de diretoria/estratégico. O processo sucessório ajuda o profissional a se adaptar ao conjunto de complexidades e demandas do contexto e consegue construir um conjunto de ações que as atendam.

Assim, a gente termina essa introdução e espero que saia daqui entendendo a gestão de pessoas um pouquinho mais. Há muito a ser falado sobre gestão de pessoas. Caso goste do tema, comenta lá no @elasonhaelafaz que eu produzo novos textos para você se desenvolver ainda mais como uma gestora de pessoas e ser uma ótima líder.

Conhece alguém que precisa ler este conteúdo? Compartilha então e amplie esta comunidade linda de colaboração do empreendedorismo feminino. Ajude outras mulheres a sonhar e fazer acontecer!

Um beijo, tchau!

 

nov 16, 2018

Slow Fashion: Nossa relação com a vestimenta se transformou.

Opa, tudo bom?

A nossa relação com a vestimenta tem se transformado, assim como muitos aspectos da sociedade. Num paralelo com avanços tecnológicos, a moda se inseriu em um quadro de mudanças na forma de pensar a vestimenta.

Com as novas possibilidades de comunicação, produção e consumo, vemos grandes empresas estabelecendo uma estrutura de consumo de moda rápida e descartável.

Mas o que pensar de nós, empreendedoras, que estamos com ideias, sonhos e conhecimento prontos para serem aplicados? É verdade que a forma de moda que citei, o Fast Fashion, não dá muita chance para a criação ou inovação.

É aí que entramos. O poder de escolha do consumidor e sua visão mais ampla da sua presença participativa da sociedade demanda para gente um modo de fazer moda que pense mais nas pessoas do que no consumo.

O Slow Fashion é um movimento relativamente recente que atraiu pessoas que questionavam a forma descartável que usamos roupas, sem levar uma autenticidade para quem usa. Conceitos como este, além da inovação, são fatores que proporcionam ao Slow Fashion o espaço para pensar: O que a moda pode fazer realmente para contribuir com o mundo?

É por isso que alguns empreendimentos investem no design, no fator criativo e na economia sustentável para criar soluções reais para o uso de roupas na vida cotidiana das pessoas. Nós não queremos só ficar lindas. Queremos ficar lindas, autenticas, confortáveis e engajadas em nosso espaço.

Então, porque não reinventarmos a moda que conhecemos e investir nossas necessidades, desejos e soluções reais no mercado?

O Slow Fashion surgiu com este intuito. O fator humano é ponto principal do movimento, onde a atenção é voltada para a humanização da cadeia de produção e de consumo. Costureiras e Costureiros são reconhecidos em suas produções, criativos pensam em todos os aspectos da vida do consumidor para gerar uma real identificação com sua marca, o consumo é revisto no âmbito individual, como construção de identidade, e no âmbito coletivo, como ação de transformação da sociedade.

Este é um mercado que ganhou força nos últimos tempos, merece um olhar atento para quem busca empreender na área ou já é atuante. Há diversos parceiros que podem acrescentar ao Slow Fashion e você pode ser mais uma agente do movimento que visa quebrar padrões nocivos do mercado da moda.

Espero muito que tenha gostado destes insights e que possa contribuir com sua caminhada empreendedora. Compartilhe este texto com todos que acharem importante e não deixe de comentar aqui ou nas plataformas sociais a sua sugestão, ideias, críticas e mensagens.

Se quiserem que eu fale mais sobre o assunto, comentem lá no insta!

Um beijo, tchau!

mar 19, 2018

Como tirar proveito de uma situação de escassez para empreender?

Opa, tudo bom? Quer saber como tirar proveito de uma situação de escassez para empreender? Cola comigo que eu tenho a dica especial para você. #elasonhaelafaz

Das muitas coisas que nos aproximam, a dor é uma das coisas que mais nos conectam. Pare para observar a seguinte cena: uma criança chorando por ter caído da sua mão o seu doce favorito. Dá ou não dá uma vontade de consolá-la, de ajudá-la de alguma forma? No exemplo mais simples, já podemos perceber que a dor nos aproxima. É algo humano, não tem como negar isso.

Estou mencionando a dor como forma de união porque além disso, a dor também é um caminho para empreender. Tendo um ponto de vista otimista e com posicionamento assertivo, é possível tirar proveito de uma situação de escassez para oferecer um serviço ou produto que atenda aquele nicho que vive a situação.

São nestes momentos em que a sua capacidade de se sensibilizar com o outro pode ser uma grande aliada para que novos modelos de negócios surjam e atendam de forma criativa um grupo que relata uma necessidade. Foi o caso de Adriana Barbosa, fundadora da Feira Preta, que viu há 16 anos uma ausência de visibilidade da indústria criativa relacionado à estética negra e se dispôs a criar um ambiente apropriado para que mais pessoas tenham acesso a este tipo de cultura. Como ela mesmo fala: “na escassez, se reinvente”.

Adriana Barbosa - foto tirada por Thays Bittar

Adriana Barbosa e o legado de reinventar na escassez! Foto: Thays Bittar

Isso diz muito também que não é só no ambiente oportuno e privilegiado que podemos criar e inventar. Em todo momento, existe a oportunidade para ser inventiva e oferecer para um nicho um serviço que realmente supra as necessidades e anseios, de forma inovadora. E assim, todo o resto vai progredindo quando você achar a paixão na sua criação, na sua invenção, na sua oportunidade de empreender (Quem já empreende sabe do que eu estou falando, não é mesmo?).

Recapitulando, vimos aqui que a dor do outro é uma forma de encontrarmos uma oportunidade de empreender. Mas para isso, temos que ter a sensibilidade de olhar com atenção para a dor do outro (outro no sentido de um grupo que compartilham uma mesma necessidade) e uma visão otimista e comportamento assertivo. Mas para quê isso, Patricia? Não adianta você ter a capacidade de sentir empatia e não ver uma forma de ajudar. Assim, você só afirma a dor do outro e não busca a melhora.

Com todo o ambiente pronto, é hora de deixar se manifestar toda a sua força criativa e inventiva! Se reinvente, crie, pense, sinta! Sua oportunidade de empreender está em próximo de você. Quando encontrá-la, você saberá, pois é ali que sua paixão em realizar está e o bichinho do empreendedorismo já te mordeu. Com isso, minha querida, você já tem uma chance bem grande para fazer diferença no mercado. Você sonhou, você faz!

É isso, meu povo. Espero muito que este conteúdo tenha ajudado. Se você gostou, compartilhe com aquelas ou aqueles que você acha importante. Será uma ótima forma de ajudar estas pessoas a realizar seus sonhos através do empreendedorismo. Se você tem algo a dizer sobre o texto, comente aqui embaixo. Terei o prazer em ler!

Um beijo, tchau!

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jan 8, 2018

TENHA IDEIAS INOVADORAS!

Olá! Tudo bom com você? Hoje eu vim dar um empurrãozinho para que você tenha ideias inovadoras! É um tema muito interessante para quem deseja empreender, mas ainda não encontrou aquela ideia que você acredita que vai dar certo. Muita gente pode achar que está inovando ao pegar algo que já foi feito e fazer de novo, mas levando em conta as possibilidades aumentadas atualmente pela tecnologia que avança rapidamente, velhas necessidades podem ser atendidas com ideias reformuladas para um mundo cada vez mais ágil, instantâneo e tecnológico.

Muito se fala sobre inovação, mas acredito que nós não percebemos muito bem o âmbito da palavra. Sempre que temos a intenção de inovar, nos prendemos à ideia de que precisa ser algo totalmente novo, revolucionário, incrível. De certa forma, você pode conseguir um projeto assim, mas algumas dicas podem te ajudar a perceber novos meios de acessar ao mercado com uma ideia.

Tenha ideias inovadoras

Inovações causam avanços!

Primeiro leve em conta todo e qualquer pensamento seu sobre a demanda do mercado. Tudo pode ser algo proveitoso! A inovação se dá pela conexão de ideias, informações e técnicas com a finalidade de criar uma solução para um problema. Podemos usar como exemplo uma produção de móveis rústicos que também utilizam o Router CNC para desenhos em madeira. Para quem não sabe, Router CNC é uma máquina controlada através de um computador, tendo como principais aplicações trabalhos com madeiras, plásticos, borrachas, metais não ferrosos, espumas, entre outros.  Neste caso, usamos a necessidade de mobiliar uma casa com processo e estética nova e antiga.

Fique atenta às novas soluções tecnológicas que são lançadas por aí. Um exemplo interessante é a transmissão ao vivo que você encontra em algumas redes sociais. É uma solução nova para uma necessidade antiga de comunicar. Observe também o que as pessoas tem feito para solucionar diferentes demandas. Você pode encontrar ali um detalhe que faltava para a sua ideia de sucesso.

Algo que parece óbvio, mas que é preciso repetir sempre é que esta ideia precisa solucionar problemas, e não criar. Montar produtos e serviços que não simplifiquem e solucionem problemas das pessoas não podem ser considerados inovadores. Fique atento à insatisfação das pessoas e conecte com informações que podem solucionar o problema de alguém.

Podemos falar muito sobre este assunto, mas no momento vamos começar com o início e iremos aprofundar no assunto mais para frente. Se quiser tirar alguma dúvida, basta comentar aqui em baixo que lerei com o maior carinho.

Um Beijo, tchau!

jan 5, 2018

Empreendedorismo Social: Você pode fazer também!

Ficou curiosa(o)? Estou falando de empreendedorismo social. Uma atuação de negócio voltado principalmente para a solução de problemas sociais. Super legal, né? Mas o que isso quer dizer? Vou contar pra você!

Opa! Olha eu aqui de novo. Tudo bem? Vim aqui pra falar de um assunto que tem crescido muito nos últimos anos, ganhando mais adeptos, modificando (pra melhor) a vida de muita gente e que também tem a ver com o nosso sonho.

O empreendimento social é voltado para a solução de problemas sociais, através de negócios sustentáveis, a fim de movimentar o equilíbrio social e aumentar o capital social de um espaço. Através de uma forte observação de questões sociais que demandam de uma mudança que melhore a vida das pessoas, pode-se encontrar ali uma oportunidade para desenvolver negócios que deem qualidade de vida. Se você já tem um espírito empreendedor, isso lhe parece bom, né? Imagina pra você que, além disso, tem muita vontade de mudar o mundo?

A questão do empreendimento social tem seu conceito bem parecido com o empreender que conhecemos, mas tem alguns detalhes importantes. Primeiro, como eu havia dito anteriormente, é necessário identificar um problema, o que infelizmente temos muitos no Brasil. Não há limites neste caso. Seja qual for o ramo, transporte, moradia, saúde, esporte, é uma chance de fazer acontecer e ajudar as pessoas. Observe o que precisa de um cuidado e analise muito a realidade desta demanda. O objetivo é encontrar uma mudança real para as pessoas.

Em segundo lugar, o que posso dizer é: conheça o público-alvo. No caso do empreendedorismo social, estamos falando de necessidades sérias que precisam de muita atenção para que realmente o problema seja solucionado de forma sustentável e definitiva. Por isso, converse, pesquise, ouça o seu público. Quem vive na pele a demanda identificada pode te dar informações valiosas para o sucesso da empreitada.

A seguir, podemos falar sobre o projeto em si. Neste ponto, precisamos ser claros e bem definidos em relação ao plano de negócio, o que é normal para todo empreendimento. Aqui você precisará desenvolver indicativos de melhoria do problema, planos de custos e marketing, entre outros. Procure usar o “canvas” para desenvolver seu plano! Já falei sobre isso em um vídeo do meu canal. Ao terminar de ler, dá uma olhadinha lá. 😉

Seguindo para a próxima etapa, podemos citar que é importante incluir pessoas que são do universo da questão social, no negócio. Eles terão informações vitais e o negócio ganhará força, além de desenvolver o espaço e fomentar o emprego.

Portanto, se o seu desejo é entrar neste assunto ou já é um empreendedor social, fique ligada(o) e estude mais sobre o assunto! Você poderá contribuir de forma significativa para o bem de diversas pessoas. Espero que tenham gostado! Comente aqui sobre dúvidas, dicas e recadinhos.

Um beijo, tchau!

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