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nov 16, 2018

Slow Fashion: Nossa relação com a vestimenta se transformou.

Opa, tudo bom?

A nossa relação com a vestimenta tem se transformado, assim como muitos aspectos da sociedade. Num paralelo com avanços tecnológicos, a moda se inseriu em um quadro de mudanças na forma de pensar a vestimenta.

Com as novas possibilidades de comunicação, produção e consumo, vemos grandes empresas estabelecendo uma estrutura de consumo de moda rápida e descartável.

Mas o que pensar de nós, empreendedoras, que estamos com ideias, sonhos e conhecimento prontos para serem aplicados? É verdade que a forma de moda que citei, o Fast Fashion, não dá muita chance para a criação ou inovação.

É aí que entramos. O poder de escolha do consumidor e sua visão mais ampla da sua presença participativa da sociedade demanda para gente um modo de fazer moda que pense mais nas pessoas do que no consumo.

O Slow Fashion é um movimento relativamente recente que atraiu pessoas que questionavam a forma descartável que usamos roupas, sem levar uma autenticidade para quem usa. Conceitos como este, além da inovação, são fatores que proporcionam ao Slow Fashion o espaço para pensar: O que a moda pode fazer realmente para contribuir com o mundo?

É por isso que alguns empreendimentos investem no design, no fator criativo e na economia sustentável para criar soluções reais para o uso de roupas na vida cotidiana das pessoas. Nós não queremos só ficar lindas. Queremos ficar lindas, autenticas, confortáveis e engajadas em nosso espaço.

Então, porque não reinventarmos a moda que conhecemos e investir nossas necessidades, desejos e soluções reais no mercado?

O Slow Fashion surgiu com este intuito. O fator humano é ponto principal do movimento, onde a atenção é voltada para a humanização da cadeia de produção e de consumo. Costureiras e Costureiros são reconhecidos em suas produções, criativos pensam em todos os aspectos da vida do consumidor para gerar uma real identificação com sua marca, o consumo é revisto no âmbito individual, como construção de identidade, e no âmbito coletivo, como ação de transformação da sociedade.

Este é um mercado que ganhou força nos últimos tempos, merece um olhar atento para quem busca empreender na área ou já é atuante. Há diversos parceiros que podem acrescentar ao Slow Fashion e você pode ser mais uma agente do movimento que visa quebrar padrões nocivos do mercado da moda.

Espero muito que tenha gostado destes insights e que possa contribuir com sua caminhada empreendedora. Compartilhe este texto com todos que acharem importante e não deixe de comentar aqui ou nas plataformas sociais a sua sugestão, ideias, críticas e mensagens.

Se quiserem que eu fale mais sobre o assunto, comentem lá no insta!

Um beijo, tchau!

out 30, 2018

Fazendo pesquisa para atuar no mercado. É possível?

Opa, tudo bom?

Vivemos uma era que receber e entregar informações se tornou muito mais acessível para instituições e a população em geral. Para o empreendedorismo, se torna praticamente uma revolução! Muda totalmente a forma de enxergar negócios e mercado como todo, tanto que hoje vemos uma infinidade de segmentos de mercado e negócios crescendo em cada um deles, sendo ativamente participativo e posicionado. Incrível, né?

Mas para chegar até um segmento de mercado, temos que nos informar. O espaço para a intuição sempre vai existir, mas se valer do máximo de informações possíveis para tomar decisões se torna cada vez mais necessário. Então a gente faz o quê? Pesquisa!

Aqui neste texto eu vou tentar simplificar ao máximo essa etapa para que você comece seu projeto atendendo de forma real o segmento de mercado que escolheu atuar. Vamos lá?

Bom, para começar, montar uma pesquisa de mercado é importante para que você observe de forma mais clara um recorte do momento atual que o segmento se situa. Assim, você consegue perceber as nuances que clientes, concorrentes, fornecedores e parceiros vivem. Fica bem mais fácil tomar decisões e você não se sente dando um tiro no escuro.

As etapas para que você tenha decisões pautadas em informações são:

  • Definição do Público-Alvo e do Objetivo da pesquisa
  • Como coletar os dados? – Dados primários ou Secundários?
  • Dados primários: Qual será o método? – Qualitativa ou quantitativa?
  • Definição da amostra
  • Elaboração dos instrumentos de pesquisa
  • Aplicação da pesquisa
  • Tabulação de dados
  • Relatório final
  • Tomada de decisão

Pode parecer complicado, mas entendendo as etapas, fica bem fácil de aplicar.

 

Definição do Público-Alvo e do Objetivo da pesquisa

A primeira etapa serve para direcionar todo o trabalho a seguir. Definir o público-alvo nada mais é do que especificar que grupo você pretende abordar para pesquisar. É essencial para que a pesquisa seja fiel aos objetivos de pesquisa. Falando nele, precisamos também definir objetivos para a pesquisa, não é mesmo? Onde quero chegar com esta pesquisa? Que perguntas a pesquisa deve responder? Que problemas pretendo resolver com os resultados desta pesquisa? Estas são perguntas que devem ser respondidas com bom senso, para que você não faça trabalho atoa. Nosso tempo é valioso, né?

 

Como coletar os dados? – Dados primários ou Secundários?

Depois de dar um norte ao nosso trabalho, vamos pensar em como iremos atrás destes dados. Temos duas formas para isso:

Dados primários: Nada mais é do que começar do zero a coleta destes dados, elaborando os instrumentos, tabulando os dados e tirando conclusões com estes dados. É a pesquisa do zero.

Dados secundários: É a coleta de dados através de pesquisas já feitas. É uma bela economia de tempo se você encontrar dados que atendam aos objetivos da sua pesquisa. Caso os dados secundários não consigam responder todas as perguntas que a pesquisa deve responder, junte com os dados primários para obter um material mais rico.

 

Dados primários: Qual será o método? – Qualitativa ou quantitativa?

Esta etapa aprofunda um pouco mais sobre o planejamento que fizemos anteriormente. Caso tenha decidido por realizar sua pesquisa com dados primários, precisamos pensar em que tipo de informações queremos. Vou explicar melhor. O que eu quero é dados numéricos, que mensuram quantidade, ou eu quero informações intangíveis, como emoções, sentimentos e percepções sobre algo? Para cada tipo, temos um método. A pesquisa quantitativa trata de dados numéricos, estatísticos, sobre um determinado tema. Dados como gasto mensal, horas de uso de internet, preço médio que gasta em um produto, etc. A pesquisa qualitativa trata de coleta de percepção, reações, sentimentos, valores intangíveis. Dependendo dos seus objetivos, será necessário utilizar um, outro ou os dois métodos. Sempre de acordo com seus objetivos.

 

Definição da amostra

Quando a gente vê por aí informações de pesquisas, geralmente vemos assim, por exemplo: 40% do público gasta mais de 40 reais em e-commerce. Agora, um detalhe importantíssimo que raramente vemos associado é quem é o grupo que respondeu a pesquisa. Isso esclarece muito o entendimento dos dados. E é este detalhe que precisamos nos atentar, para que não tenhamos erros de interpretação e, consequentemente, tomadas de decisões erradas. Mas pra isso, vou explicar do que se trata essa etapa.

Lembra que lá no começo você definiu um público-alvo? Este agrupamento é generalizado para trabalharmos com uma pesquisa. O melhor jeito de contornar isso é definindo uma amostra deste agrupamento, que é chamado de universo. Dessa forma, a tabulação dos dados obtidos na pesquisa se torna mais confiável, já que você sabe da onde vieram. Por exemplo, com o universo de mulheres, entre 30 e 55 anos, com curso superior completo, residentes na região centro-oeste, você pode estruturar uma amostra de mulheres da classe C, residentes do Mato Grosso. Assim, fica mais claro para você tomar decisões baseado na pesquisa.

 

Elaboração dos instrumentos de pesquisa

Como fazer a pesquisa é uma pergunta que vai passar ou já passou pela sua cabeça. Eu vou tentar explicar de forma simples para você. Para pesquisas quantitativas e qualitativas, temos:

  • Entrevista
  • Questionário
  • Observação

Cada instrumento tem suas características que podem contribuir ou podem atrapalhar o processo. É importante que você conheça cada um e escolha a mais adequada para a sua pesquisa. Aqui ficaria muito extenso falar sobre cada um deles, então deixo para você este dever de casa!

 

Aplicação da pesquisa

Já que você decidiu qual instrumento de pesquisa usar, agora você finalmente vai realizar a pesquisa! Caso você aplique a pesquisa de forma online, tem várias formas para isso. Por exemplo, o Google oferece uma plataforma para você montar questionários que são entregues já tabulados, em forma de dados estatísticos. É bem prático! Você pode enviar esta pesquisa por Whatsapp, Facebook, E-mail, Direct… encontre o melhor canal, online ou offline, e faça os dados aparecerem!

 

Tabulação de dados

Agora que você conseguiu os dados da sua pesquisa, é hora de trata-los para que fique fácil compreendê-los. Para isso, você precisar tabulá-los. Esta etapa é importante e maçante, porque você deve ter atenção para organizar tudo e ser criativa para relacionar perguntas e suas respostas para conseguir novos insights.

Se suas perguntas foram fechadas, ou seja, se elas necessitam de respostas definidas, vai ser bem fácil para tabulação. O Excel te ajuda bastante nesta parte!

Caso você tenha usado perguntas abertas, que necessitam de respostas mais pessoais e amplas, fica mais difícil a tabulação. Mas com isso, você tem a possibilidade de mais insights, através de cruzamentos de perguntas. Você também pode classificar as respostas de forma semântica, apontando o que foi falado em cada resposta. Assim, você pode identificar que pontos foram mais citados. O importante é que você faça essa tabulação com atenção para que você possa interpretar os dados de forma clara e ter o máximo de ajuda possível para tomar as decisões necessárias.

Relatório final

Com a tabulação pronta, é hora do relatório final. Aqui você vai construir um texto informando os dados da sua pesquisa, o método usado, o universo, a amostra e conclusões relevantes para o processo. Mas você pode se perguntar: Patricia, porque eu tenho que fazer um relatório? Bom, você não é obrigada! Mas caso você queira que instituições ou pessoas invistam no seu projeto, você precisará mostrar dados que deem credibilidade. Isso inclui o relatório final de pesquisa de mercado!

Tomada de decisão

Com as conclusões feitas, você e/ou sua equipe terão informações suficientes para que possam tomar as decisões necessárias. Aqui, como qualquer aspecto da carreira, temos a base racional, através dos dados, informações e números, e temos a base intuitiva, que é o que você sente, baseada nas suas experiências profissionais e vivências. Vai ter momentos que um vai pesar mais que o outro. É importante que, independente do que vai fazer, se vai focar mais na intuição, mais nos números, ou por igual, que acredite com força na decisão tomada. Seu negócio, sua equipe, seus parceiros e colaboradores dependem disso. Como havia dito em um post, enquanto tiver confiança, tenho chances de crescer. Vai com fé, vai com razão, só vai!

Espero muito que este conteúdo tenha te ajudado.

Nos vemos por aí com mais conteúdo relevante para o seu empreendimento, seu empoderamento e autonomia. Compartilhe este texto com outras pessoas e ajude-as a se desenvolverem no empreendedorismo. Comenta aqui caso tenha dúvidas, sugestões de tema ou se quiser só dar um alô.

Um beijo, tchau!

set 14, 2018

Digital Business com Lu Ferraes

Opa, tudo bom?

No evento Ela Sonha Ela Faz: A Reunião, eu convidei diversas empreendedoras e executivas para compartilhar histórias, vivências e conhecimento sobre o mercado. Foi incrível! Aguarde que em 2019 teremos novas surpresas.

E uma das convidadas foi a Lu Ferraes, uma profissional exemplar que tem uma história grande com o empreendedorismo, negócios e realização de sonhos. Eu conversei com ela em 2016 no Digital Business e foi demais!

Confere aí!

Ainda tem muita história e vivências que A Lu Ferraes compartilhou comigo. Eu tenho a maior alegria em tê-la como colega profissional e amiga. Se você quiser saber mais sobre este conteúdo, clica aqui.

 

Bom, espero que tenha gostado dessa conversa gostosa e ainda terá mais conteúdo assim. Comenta no vídeo e compartilhe este texto com outras pessoas!

Um beijo, tchau!

REDES SOCIAIS LU FERRAES

https://www.youtube.com/user/luferrae…

https://www.instagram.com/luferraes/

https://www.facebook.com/lucianeferraes

http://www.lucianeferraes.com.br/

jan 8, 2018

Posicionamento de Mercado: Saiba ser autêntica

OPA! Tudo bom? Diz uma coisa, você tem ideia do que seja posicionamento de mercado?

Posicionamento de mercado não é onde a sua empresa vai ficar, e sim a construção da identidade da sua empresa. Neste texto eu darei algumas dicas pra você que quer se diferenciar e conseguir mais notoriedade e vendas, beleza? Vamos lá!

Acredito que quando nós falamos sobre posicionamento de mercado e identidade de marca, a gente logo imagina o logo, não é mesmo? Mas se posicionar vai muito além de uma imagem. O conjunto de esforços para se diferenciar tem a função de conseguir um espaço na mente do seu público quando a necessidade de consumo bater. Isso é fundamental, não só para o cliente, mas para você que quer ganhar espaço e passar os concorrentes. Na parte visual, podemos citar o cartão de visita, o ponto de venda, uniforme, comunicativo interno e externo… Tem muita coisa que pode ser feita. Além disso, tem toda a magia que a gente não vê de primeira, mas que faz toda a diferença! O atendimento ao público, o comportamento dos colaboradores, a forma de se comunicar, eventos… Mas você pode se perguntar: Mas precisa mesmo disso tudo? Precisa e precisa ser feito com constância e planejamento! Olha a sacada: Pode ser que você ofereça um produto ou serviço que outra empresa também ofereça. Pra sair na frente, você constrói toda uma imagem (física e simbólica) que gere identificação com seu público: Ideias, costumes, o espaço onde atua, cultura. Assim, a pessoa vai se sentir muito mais à vontade para buscar o que deseja com você.

Tem também outra situação em que o posicionamento de marca pode te ajudar muito. Se você não se diferencia e, por acaso, seu concorrente perde muitas vendas, isso pode afetar também o seu negócio. Isso por que o público vai observar o concorrente e você como uma coisa só e relacionar os erros do concorrente ao seu negócio.

Posicionamento de mercado #elasonhaelafaz

Tenha uma posição autêntica no mercado!

Portanto, é muito interessante você tratar o posicionamento de mercado como algo que precisa ser feito sempre e com muito planejamento, para que as pessoas consigam te ver do jeito que você se propõe a se mostrar. O momento para posicionar o seu business é agora! Estude, leia e saiba mais sobre diferencial de mercado e procure aplicar isso no seu empreendimento. Depois me conta o que achou, tá?

Um beijo, tchau!

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