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jan 24, 2019

O que é ser empreendedora e o que é empreender?

Opa, tudo bom?

Durante minha vida no empreendedorismo, este fenômeno como todo e até mesmo o seu significado foram se formando, tomando corpo.

São 10 anos olhando para as pessoas, para o mercado e encontrando espaços onde soluções inovadoras pudessem ser usufruídas por pessoas e organizações. Antes, tínhamos que contar muito com o “feeling”, com nossa intuição.

Hoje, é mais fácil compreender as capacidades e características que constituem a ação de empreender e o que é uma empreendedora.

Por isso, quero compartilhar com você uma análise do que é ser empreendedora e o que é empreender. Daqui você vai poder observar com mais clareza as suas capacidades e o ambiente que você está, de forma a agir com mais certeza no empreendedorismo.

Como existiu o empreendedorismo?

Antigamente, as ações empresariais eram baseadas na ação organizacional. Ou seja, era necessário um grupo de pessoas se organizarem, estabelecerem funções para alcançar um objetivo comum.

O próprio ato de se organizar era algo descentralizado. Pessoas eram parte de um todo que trabalhavam para esta estrutura crescer e, com isso, se beneficiar individualmente.

Só que a tecnologia foi evoluindo, pessoas também foram evoluindo. A sociedade foi mudando. A gente foi percebendo que existiam pessoas que eram capazes de concentrar esta ação empresarial de se organizar, traçar diretrizes e manter uma relação profissional entre pessoas que gerasse lucro.

Foi aí que começou a ser construída a imagem do empreendedor.

Foi visto que este fenômeno se baseava em alguns campos teóricos como economia, administração e psicologia, e também tinha uma capacidade de juntar este conhecimento para criar novas formas de organizações e de trabalho.

As formas de se organizar na sociedade para gerar trabalho foram mudando. As relações se tornaram mais fluidas, não somos só uma engrenagem de um maquinário e não nos limitamos a só um campo de conhecimento.

Hoje, para ser empreendedora, não é possível só saber administração. Ou só comunicação. Ou qualquer outro campo.

Através deste fenômeno, pessoas se tornaram aptas para trabalhar com sua personalidade e vontade de levar soluções inovadoras para as pessoas. Ocupar um espaço no mercado de forma a fazer diferente.

No geral, o empreendedor e o fenômeno empreendedor se relacionam da seguinte forma:

Dimensão cognitiva/visão empreendedora

Aqui é onde se situa a nossa habilidade de conectar informações e produzir conhecimento que gere ações inovadoras. Através da nossa observação do mercado, da nossa inteligência (dimensão cognitiva) levamos para as pessoas produtos e serviços que atendam de forma não só diferente, mas também melhor de acordo com as necessidades do momento (visão empreendedora).

Dimensão Praxiológica/Ação Empreendedora

Aqui a gente encontra a capacidade do indivíduo empreendedor de reunir pessoas e grupos e concentrar em si a energia que movimenta estas relações. É através da sua capacidade de se posicionar e configurar seu network para que se movimentem em prol do objetivo empreendedor.

 A capacidade de se comunicar, de se relacionar com as pessoas de forma assertiva e baseada na visão empreendedora, de forma que sua rede trabalhe em sinergia para que a próximo campo funcione.

Dimensão Estrutural/Sobreposição Empreendedora

Aqui, com a ação organizacional do empreendedor realizada com sinergia, se dá a existência da dimensão estrutural, que é a materialização da solução inovadora, seja ela um produto ou serviço.

Através da materialização da solução, o empreendedor alcança a tangibilidade do seu objetivo. Então, ocorre o trabalho de colocar esta solução na lacuna vazia das necessidades da sociedade.

O interessante dessa análise é que percebemos que o indivíduo empreendedor e o fenômeno empreendedorismo se complementam. Sem a parte teórica da figura do empreendedor, não é possível encontrar o fenômeno empreendedorismo.

Para cada parte teórica que compõe o campo da pessoa empreendedora, é necessário que a o fenômeno, a manifestação empreendedora ocorra. É entender o que é empreendedor para agir através do fenômeno empreendedorismo.

Espero que através deste texto, você possa compreender melhor o seu papel como uma empreendedora e saiba como agir para que o empreendedorismo continue a transformar a vida das pessoas, incluindo a sua.

Compartilhe este texto e não deixe de comentar se tem alguma dúvida, crítica ou sugestão.

Um beijo, tchau!

Referência: http://www.anpad.org.br/admin/pdf/ESO-C1701.pdf

ago 1, 2018

4 empreendimentos como ponto de transformação

Opa, tudo bom?

Temos vivido a oportunidade de inserir no nosso modo de consumo os nossos ideais de transformação da sociedade, da política, economia, entre outros segmentos. Isso é revolucionário! Está nas mãos de clientes e empresas de arregaçar as mangas e tornar real a mudança que você quer para o mundo.

Bom, isso é muito bonito não é mesmo? Mas até onde podemos ir para tornar nosso empreendimento como ponto de transformação? É isso que quero mostrar com 4 marcas de cosméticos que levantaram a bandeira da proteção do meio ambiente.

Multi Vegetal

A empresa iniciou seus trabalhos atuando como uma alternativa à produtos que causavam inflamação na pele no pós-barba e, com o sucesso do produto, a empresa foi ampliando sua cartela de cosméticos. A Multi Vegetal possui uma linha vegana, livre de parabenos, corantes, carbômeros, etanolaminas, lauril-sulfatos, silicones, fragrâncias artificiais, ingredientes de origem animal e derivados de petróleo. A empresa está na ativa desde 1990 sendo um empreendimento como ponto de transformação!

Weleda

Esta empresa de origem suíça está na ativa desde 1921 sendo um empreendimento como ponto de transformação, com o diferencial de atuar com ingredientes naturais, no segmento de produtos holísticos e produtos farmacêuticos para a terapia antroposófica. Possui alguns valores como a valorização dos recursos limitados do planeta, atuação conjunta com a diversidade cultural e o reconhecimento do fator espiritual para o tratamento do ser humano refletido na pesquisa e desenvolvimento.

Lush

A Lush é uma empresa de cosméticos da Grã-Bretanha que surgiu nos anos 90, também por conta de efeitos adversos de produtos de pele. Através desta oportunidade de negócio, a Lush desenvolveu produtos como shampoo em barra, com aromas exclusivos. Além disso, todos os produtos são livres de testes em animais e 100% veganos, ou seja, não utiliza nenhum ingrediente de origem animal.

Sal da Terra

A empresa brasileira conserva a produção artesanal, feita em pequenos lotes. Esta forma confere o diferencial de lidar com produtos 100% naturais, aromatizados com óleos essenciais e atuação de produtos para crianças, adultos e animais! Além disso, a Sal da Terra também atua com produtos para quem faz Low e No Poo, livre de parabenos e silicones insolúveis, além de ter uma linha de produtos veganos. No site da empresa tem conteúdo para quem está começando a conhecer estes produtos e seus resultados, com um cuidado bem grande com as experiências iniciais.

Bom, o que não falta é exemplo de empreendimentos como ponto de transformação, não é mesmo? Independente de seus ideais, é possível inseri-las no seu empreendimento, torna-la um ponto de transformação real do mundo, além de fortalece-la no quesito diferencial de Marketing! Espero muito que tenha gostado do conteúdo. Compartilhe com suas amigas e veja você ser uma inspiração para outras mulheres empreendedoras. Comente aqui embaixo se você conhece outras marcas com ideais transformadores!

Um beijo, tchau!

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