fev 18, 2019

Como fazer o controle de estoque?

Opa, tudo bem?

Hoje eu vim falar de algo que é bem simples de ser aplicado no seu empreendimento, mas raramente é dada a devida atenção.

Quando a gente fala de estoque, a gente não vê muita organização e gestão, principalmente nas pequenas empresas.

Mas saber como fazer o controle de estoque é importante e ajuda outras partes do seu negócio com informações.

Agora me diz uma coisa: você sabe para que serve o controle de estoque?

Vou te explicar: O controle de estoque serve para que você tenha maior conhecimento da quantidade de estoque que você tem, o que evita escassez ou excessos, também ajuda a saber quanto dinheiro vale cada parte do estoque e também auxilia na administração financeira, além do espaço físico do seu negócio.

Quando não realizamos um controle, podemos fazer gastos desnecessários com estoque, não se dar conta de desvios, ficar com falta de produtos e até mesmo um lucro inapropriado para o seu negócio.

Agora que você sabe da importância do controle do estoque, vamos descobrir como aplicar no seu negócio.

É um trabalho simples. Primeiramente, você precisa montar uma ficha de estoque, classificando cada tipo de produto por quantidade, o custo unitário e o custo total das mercadorias/produtos vendidos. Vou deixar dois modelos aqui e aqui para você usar.

Caso, tenha um parceiro na área financeira, é mais eficiente que delegue esta função para ele.

Após montar a ficha, é importante apurar os dados que você tem periodicamente. Escolha uma frequência para isso e compare o saldo apurado com o estoque físico do negócio.

Esta apuração ajuda você a saber como está o andamento do seu negócio, quando vai precisar repor o estoque, quando saber a quantidade necessária para repor, quando não comprar, etc.

Com a ficha também é possível estabelecer um custo unitário para os seus produtos, custo total do estoque e o saldo em quantidade.

Informar a movimentação do estoque também é importante para que você tenha maior segurança no dia-a-dia do seu negócio. Monitorar este fluxo de entradas e saídas te coloca no controle e também te dá maior conhecimento do que está acontecendo.

Dados como dia e hora de saída e entrada de produtos, quem foi o responsável pelas entradas e saídas e requisições de saídas são informações que fornecem um maior esclarecimento sobre o estoque do seu negócio. Sua equipe também fica melhor monitorada e todos podem se organizar e trabalhar com mais eficiência.

Outro ponto interessante é a relação entre o controle de estoque e o capital de giro. Com este controle, o gestor pode calcular o giro das mercadorias. Ou seja, encontrar uma média de movimentação de produtos na empresa. Com este dado, podemos ajustar o capital de giro para que tenhamos o montante mais adequado ao seu negócio.

Agora você não tem desculpa quando encontrar seu estoque lotado ou vazio. Aplicar o controle de estoque é muito simples e pode livrar seu negócio de muitos problemas!

E aí, curtiu? Então compartilha este texto com suas amigas, sua família, com aquela pessoa que você lembrou! Vai ajudar todos com isso. ?

Um beijo, tchau!

jan 30, 2019

Dicas básicas para você evitar o cheque especial

Opa, tudo bom?

Espero que sim! Hoje eu vim falar com você que já teve experiências tensas com o cheque especial.

Sim, este recurso bancário que a gente conhece bem e que parece tentador quando não estamos lá muito bem financeiramente, não é mesmo?

Quando o assunto é gerenciar financeiramente um empreendimento, todo planejamento é pouco. Mas podemos ser surpreendidos por algum imprevisto que nos faz gastar mais do que esperamos.

É aí que algumas pessoas recorrem ao cheque especial. Tudo bem se você usar uma vez, mas não é bem assim que geralmente as pessoas usam!

Sabia que 46% dos consumidores usam o cheque especial todos os meses do ano e que 30% já ficaram com nome sujo por não cobrir o limite do cheque especial?

O negócio é complicado, meu povo! Só quem ficou com as contas ali, na corda bamba, sabe como é complicado usar o cheque especial.

É por isso que euzinha aqui vim para compartilhar algumas dicas básicas para você evitar o cheque especial. Vamos lá?

1) Mude a forma como você vê o cheque especial

Tem muita gente que acaba vendo aquele crédito especial ali na conta, bem bonito, de bandeja para usar, né? Fica tentador! Com isso, a gente acaba achando que o cheque especial é parte do seu salário.

Isso com certeza não faz parte da sua renda!

O mais adequado é você administrar seus gastos de acordo com o valor dos seus ganhos, somente. Seu salário pode ser usado de uma forma mais planejada. Isto irá te proporcionar muito mais tranquilidade financeira, tenho certeza!

2) Conheça os juros do cheque especial

Grande parte dos consumidores desconhece as taxas de juros cobrados pelo cheque especial. Segundo uma pesquisa feita pelo SPC e o CNDL, em 2018, são cerca de 65%!

É muita gente que utilizou este tipo de crédito sem saber o valor altíssimo das taxas de juros cobradas pelos bancos.

Então, pra você que ainda não se endividou com o cheque especial, uma dica valiosa: Separe um pequeno montante do seu salário para cobrir imprevistos e emergências que possam a vir. Como você faz isso? Revendo seus gastos e cortando ao máximo gastos que podem ser evitados. Enxugar seus gastos é possível sim e tem uma playlist no meu canal que pode te ajudar!

Patricia, eu já estou endividada com cheque especial. O que eu faço?

Olha, se você já está com problemas para pagar suas dívidas, incluindo a do cheque especial, você pode começar por se planejar para pagar as dívidas com as maiores taxas. Liste as taxas de todas as suas pendências e comece por aquela que tem o maior valor percentual.

Outra dica valiosa é buscar a negociação. Hoje é possível realizar negociações de dívidas de uma forma que fique bem mais leve para pagar. Inclusive existe uma forma de fazer renegociações online, o link está aqui. Explore bastante as suas possibilidades e não tenha receio de negociar. A oportunidade está aberta para qualquer uma e você pode pagar sim, pagar suas dívidas.

Bom, espero que este texto tenha te ajudado. Problemas financeiros literalmente tiram o nosso sono e nossa paz, mas eu sei que você pode solucionar isto e crescer ainda mais.

Compartilhe este texto e ajude outras pessoas a administrarem suas finanças.

Comenta lá no @elasonhaelafaz se você tem sugestões, dicas, críticas ou compartilhar sua história.

Um beijo, tchau!

jan 28, 2019

Formas de monetizar seu negócio digital

Opa, tudo bem?

Se você ama empreender e também tem gosto pela vida digital, com certeza já passou pela cabeça iniciar um negócio digital, não é mesmo?

No entanto, ainda há uma enorme dificuldade em entender e gerar o principal em um negócio: renda.

Em um negócio de produção de conteúdo, por exemplo, ainda existe certa dificuldade em encontrar uma forma de ganhar renda com todo o trabalho investido.

O assunto ainda é pouco falado, eu sei. Por isso, eu quero conversar com você sobre formas de monetizar seu negócio digital. Vamos descobrir como ganhar dinheiro com conteúdo?

Encontre seu nicho de conteúdo

Antes de tudo, é preciso construir uma plataforma que tenha conteúdo relevante para um nicho. A importância de segmentar seu blog, site ou canal do youtube é que desta forma é mais propenso relacionar seu conteúdo com produtos e serviços, próprios ou de terceiros, com o conteúdo que produz.

Não é viável ter um blog que fala de notícias em geral e querer recomendar um produto que, inevitavelmente, vai atender só a um segmento. O tráfego que você vai gerar no seu blog não é engajado o bastante para olhar com interesse por um produto que, por definição, foi criado para suprir uma necessidade específica.

Então, se você tem afinidade por nutrição, por exemplo, é interessante segmentar seu conteúdo para emagrecimento, ou então para nutrição sustentável, talvez sua plataforma possa falar de nutrição de performance. São exemplos de segmentação de um assunto que, mesmo parecendo já ser segmentado, pode existir muitos nichos.

Com isso, é possível falar de produtos e serviços que REALMENTE interessam o público que você se relaciona e assim ter maiores chances de converter em vendas.

Bom, descobrimos como começar. Agora como eu posso ganhar dinheiro com isso?

O seu trabalho no blog, site ou canal vai gerar um tráfego grande e qualificado. Pessoas que se interessam por seu nicho vão até você e isto pode servir para que você venda espaço publicitário na sua plataforma. Aqui vão algumas formas:

  • Anúncios de terceiros na sua plataforma

A estrutura aqui se configura dessa forma: Você tem um espaço que consegue gerar tráfego qualificado e grande. Então você disponibiliza espaços estratégicos na sua plataforma para que outras empresas possam anunciar seu produto ou serviço. Sabendo inserir anúncios, a sua plataforma consegue ganhar mais credibilidade, autoridade e conteúdo com anúncios de terceiros que são relacionados ao nicho que você atua. Por outro lado, os anunciantes conseguem chegar até seu público-alvo com mais precisão e maiores chances de conversão, porque estão falando com pessoas que realmente se interessam pelo segmento de mercado que atua.

Para fazer isso, você deve vincular seu site, blog ou canal à ferramentas de monetização como AdSense e Lomadee por exemplo. São ferramentas famosas que ligam produtos de conteúdo e empresas que querem anunciar na internet. O Google AdSense é o mais famoso de todos, que possui um grande grupo de afiliados que disponibilizam sua plataforma de conteúdo para que empresas possam anunciar. A pessoa que tem um blog pode ganhar dinheiro com número de exibições, de cliques no anúncio ou por aquisição (você ganha uma parcela da venda feita através do anúncio que estava na sua plataforma). Cada ferramenta tem a formar de quantificar os ganhos.

  • Produtos e serviços “freemium”

Esta forma de monetização é famosa em negócios como a Netflix e Spotify, por exemplo. O conceito se baseia nas palavras “free” e “premium”. Nada mais é do que oferecer, gratuitamente, uma parcela de todos os recursos da sua plataforma de conteúdo. Caso a pessoa queira mais recursos do seu negócio, basta assinar uma conta premium para ter mais conteúdos por dia e/ou ficar livre de anúncios.

Esta forma de monetização funciona melhor com negócios que já possuem uma autoridade e credibilidade. Como que nós conseguimos autoridade e credibilidade? Com cases de sucesso, conteúdo relevante, muita criatividade, engajamento do seu público e boa segmentação.

Existem plataformas que ajudam você a transformar seu trabalho em um modelo freemium. Hoje, o próprio youtube intermedia esta monetização oferecendo a opção “seja membro”. Dessa forma, o público pode contribuir financeiramente com o canal e é recompensado com conteúdo exclusivo, brindes, entre outras coisas. Esta opção também se relaciona com o conceito de micro transações. Vale a pena saber mais!

  • Produção de conteúdo em parceria com marcas

Esta é uma das opções que pode gerar maior lucro em relação as anteriores. A estrutura funciona da seguinte maneira: Você, produtora de conteúdo, e uma empresa parceira, vão trabalhar juntos para produzir conteúdo que seja relevante para os clientes da empresa e para o seu público. Como mencionamos no começo do texto, o conteúdo sendo bem “nichado”, fica bem mais fácil de trabalhar dessa forma. Somente marcas que realmente se relacionam de alguma forma com a sua comunidade irão até você ou então você pode ir até estas marcas para oferecer um trabalho de conteúdo que gere mais conversões. Há diversos tipos de conteúdo que podem ser feitos neste caso. Há o mais comum, o post patrocinado, existe também a avaliação de produto/serviço, patrocínio por uma marca de uma série de conteúdos exclusivos, participação do seu negócio digital em um evento, entre outros. É importante lembrar aqui que você deve ter muita atenção à forma e conteúdo que mais se encaixe com sua comunidade. Lembre-se de que você construiu um espaço de forte relacionamento com um grupo e com estas parcerias você deve almejar fortificar ou manter este relacionamento, além da monetização.

Bom, ainda existem outras formas de monetizar seu negócio digital. Se for do seu interesse, comenta lá no @elasonhaelafaz que terei o maior prazer em compartilhar outras formas de monetização!

Compartilha este conteúdo que foi feito com muito carinho para você. Quero muito que mulheres possam ser mais independentes financeiramente e também possam realizar seus sonhos através do empreendedorismo. Compartilhando conteúdo relevante, você pode ajudar ainda mais!

Um beijo, tchau!

jan 24, 2019

O que é ser empreendedora e o que é empreender?

Opa, tudo bom?

Durante minha vida no empreendedorismo, este fenômeno como todo e até mesmo o seu significado foram se formando, tomando corpo.

São 10 anos olhando para as pessoas, para o mercado e encontrando espaços onde soluções inovadoras pudessem ser usufruídas por pessoas e organizações. Antes, tínhamos que contar muito com o “feeling”, com nossa intuição.

Hoje, é mais fácil compreender as capacidades e características que constituem a ação de empreender e o que é uma empreendedora.

Por isso, quero compartilhar com você uma análise do que é ser empreendedora e o que é empreender. Daqui você vai poder observar com mais clareza as suas capacidades e o ambiente que você está, de forma a agir com mais certeza no empreendedorismo.

Como existiu o empreendedorismo?

Antigamente, as ações empresariais eram baseadas na ação organizacional. Ou seja, era necessário um grupo de pessoas se organizarem, estabelecerem funções para alcançar um objetivo comum.

O próprio ato de se organizar era algo descentralizado. Pessoas eram parte de um todo que trabalhavam para esta estrutura crescer e, com isso, se beneficiar individualmente.

Só que a tecnologia foi evoluindo, pessoas também foram evoluindo. A sociedade foi mudando. A gente foi percebendo que existiam pessoas que eram capazes de concentrar esta ação empresarial de se organizar, traçar diretrizes e manter uma relação profissional entre pessoas que gerasse lucro.

Foi aí que começou a ser construída a imagem do empreendedor.

Foi visto que este fenômeno se baseava em alguns campos teóricos como economia, administração e psicologia, e também tinha uma capacidade de juntar este conhecimento para criar novas formas de organizações e de trabalho.

As formas de se organizar na sociedade para gerar trabalho foram mudando. As relações se tornaram mais fluidas, não somos só uma engrenagem de um maquinário e não nos limitamos a só um campo de conhecimento.

Hoje, para ser empreendedora, não é possível só saber administração. Ou só comunicação. Ou qualquer outro campo.

Através deste fenômeno, pessoas se tornaram aptas para trabalhar com sua personalidade e vontade de levar soluções inovadoras para as pessoas. Ocupar um espaço no mercado de forma a fazer diferente.

No geral, o empreendedor e o fenômeno empreendedor se relacionam da seguinte forma:

Dimensão cognitiva/visão empreendedora

Aqui é onde se situa a nossa habilidade de conectar informações e produzir conhecimento que gere ações inovadoras. Através da nossa observação do mercado, da nossa inteligência (dimensão cognitiva) levamos para as pessoas produtos e serviços que atendam de forma não só diferente, mas também melhor de acordo com as necessidades do momento (visão empreendedora).

Dimensão Praxiológica/Ação Empreendedora

Aqui a gente encontra a capacidade do indivíduo empreendedor de reunir pessoas e grupos e concentrar em si a energia que movimenta estas relações. É através da sua capacidade de se posicionar e configurar seu network para que se movimentem em prol do objetivo empreendedor.

 A capacidade de se comunicar, de se relacionar com as pessoas de forma assertiva e baseada na visão empreendedora, de forma que sua rede trabalhe em sinergia para que a próximo campo funcione.

Dimensão Estrutural/Sobreposição Empreendedora

Aqui, com a ação organizacional do empreendedor realizada com sinergia, se dá a existência da dimensão estrutural, que é a materialização da solução inovadora, seja ela um produto ou serviço.

Através da materialização da solução, o empreendedor alcança a tangibilidade do seu objetivo. Então, ocorre o trabalho de colocar esta solução na lacuna vazia das necessidades da sociedade.

O interessante dessa análise é que percebemos que o indivíduo empreendedor e o fenômeno empreendedorismo se complementam. Sem a parte teórica da figura do empreendedor, não é possível encontrar o fenômeno empreendedorismo.

Para cada parte teórica que compõe o campo da pessoa empreendedora, é necessário que a o fenômeno, a manifestação empreendedora ocorra. É entender o que é empreendedor para agir através do fenômeno empreendedorismo.

Espero que através deste texto, você possa compreender melhor o seu papel como uma empreendedora e saiba como agir para que o empreendedorismo continue a transformar a vida das pessoas, incluindo a sua.

Compartilhe este texto e não deixe de comentar se tem alguma dúvida, crítica ou sugestão.

Um beijo, tchau!

Referência: http://www.anpad.org.br/admin/pdf/ESO-C1701.pdf

jan 16, 2019

3 autoras que falam sobre empreendedorismo

Opa, tudo bom?

Um grande prazer meu, e acredito que pode ser seu também, é conversar e trocar ideias com outras mulheres empreendedoras.

É enriquecedor poder trocar experiências, não só de empreendedorismo, mas do empreendedorismo do ponto de vista da mulher.

E como, em alguns momentos, você pode se encontrar um pouco solitária nesta caminhada, é importante você desenvolver seu networking para o bem-estar da sua carreira e da sua mente.

Caso trocar ideias, conversar com outras mulheres não seja o seu forte, não precisa culpar sua introspecção e timidez! Nada como um bom livro pra gente “conversar” com a autora, não é verdade?

Por isso e outros motivos, quero compartilhar com vocês 3 autoras que falam sobre empreendedorismo. Vamos lá?

1) Sophia Amoruso – Girl Boss

Eu já falei sobre este livro no meu canal. Faz alguns anos que eu li e pude ter grandes inspirações e lições através da história da autora. Questões essenciais como ter certeza que empreender é a sua praia, saber sobre riscos calculados são abordados de uma forma que eu achei incrível.

Para quem não conhece a Sophia, vou resumir BEM a história dela no empreendedorismo: Sophia começou aos 22 anos vendendo roupas usadas no eBay. Aos trancos e barrancos ela foi crescendo e desenvolvendo sua loja no eBay até que, 8 anos depois, ela se tornou CEO da Nasty Gal, uma loja virtual gigante, de mais de 100 milhões de dólares.

2) Linda Rottenberg – De Empreendedor e Louco Todo Mundo Tem Um Pouco. Perder o Juízo Pode Ser Um Bom Caminho

Se você conhece o empreendedorismo como é hoje, agradeça a ela. Linda Rottenberg foi pioneira no empreendedorismo global por 20 anos. Ela é formada pela Harvard College e pela Yale Law School e Co-fundadora do Endeavor Global, Inc. A partir da sua experiência profissional, da sua história como empreendedora, a autora ajuda você a entender e desenvolver o pensamento empreendedor. Algo que nos impulsiona, mas também nos paralisa e confunde se não a entendemos e conhecemos.

3) Liana Melo – Beleza Natural. A História da Rede de Cabeleireiros que Levantou a Autoestima das Brasileiras

Quem estudou um pouco dos casos mais conhecidos no empreendedorismo, com certeza já ouviu falar no Beleza Natural. O empreendimento que começou lá no Rio de Janeiro, depois de muitos testes, alguns que acabaram deixando o irmão de Zica careca, se tronou pioneiro no mercado de beleza voltado para os cabelos cacheados, junto com a parceria de Leila Velez.

A história do Beleza Natural é fundamental para você entender como um empreendimento atua na necessidade de grupos sociais e como a inovação pode levar até estes grupos uma solução. Zica Assis e Leila Velez, junto com seus sócios, são verdadeiras inspirações!

Espero muito que tenha gostado destas dicas! Tem mais alguma autora que você gosta e não encontrou aqui? Compartilha comigo aqui mesmo ou lá no perfil @elasonhaelafaz.

Compartilhe também este conteúdo para que outras mulheres conheçam a história de empreendedoras que cresceram com seus empreendimentos.

Um beijo, tchau!